Feliz Aniversário, Sebastien Lefebvre!

Hoje o guitarrista do Simple Plan, e como chamado por Pierre Bouvier, rei do sarcasmo, Sebastien Lefebvre completa 37 anos de idade!

Toda a equipe do Simple Plan Brazil gostaria de aproveitar a data para desejar ao Seb um dia de muitas felicidades ao lado de sua família e amigos, e que esse novo ciclo que se inicia em sua vida venha com muito sucesso e mais sonhos realizados!

Aproveite e vá até o Instagram @seblefebvre e deixe sua mensagem para o vocalista nos comentários de suas fotos mais recentes. 😉

Entrevista com Seb para o site “May the Rock Be With You”

Em uma entrevista para divulgar os shows do Simple Plan na Austrália, Sebastien Lefebvre conversou com o site “May the Rock be With You”, onde além de falar sobre o que os fãs podem esperar dessa turnê, o guitarrista também comenta sobre o estado de saúde de David Desrosiers e sua vontade de lançar um novo material do Simple Plan até o final do ano de 2018. Confira a matéria traduzida abaixo:

As lendas canadenses multiplatina do pop-punk, Simple Plan, irão trazer sua turnê mundial de comemoração dos 15 anos de ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’ para a Austrália em Abril para uma passagem especial pela Costa Leste. Com um número enorme de prêmios e mais de 10 milhões de álbuns vendidos pelo mundo, esse é um evento obrigatório para qualquer fã de Simple Plan. [A revista] Rolling Stone recentemente nomeou ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’ na sua lista de 50 Maiores Álbuns de Pop Punk de Todos os Tempos.

Nosso velho amigo, Seb nos ligou durante o feriado de sua casa em Montreal para falar sobre o retorno do Simple Plan para a Austrália para a turnê de comemoração, lembranças do álbum de estreia, o porquê das pessoas terem se apegado à ele, o porquê de serem os caras mais legais por aí, e muito mais.

Já se passaram cerca de quatro anos desde que conversamos nos bastidores da Warped aqui em Sydney, então vamos nos atualizar. Como tem sido os últimos quatro anos para vocês?
Tem sido ótimo, acho que viemos para a Austrália uma outra vez desde então, na turnê de ‘Taking One For The Team’ quando o último álbum foi lançado em 2016, e estivemos ocupados desde então. Durante todo o ano de 2016 fizemos a turnê do ‘Taking One For The Team’ e então em 2017 nós, basicamente, fizemos a turnê de comemoração o ano todo, então estamos muito felizes de trazê-la para vocês.

Vocês estão voltando para nos ver na comemoração de 15 anos de ‘No Pads, No Helmets, Just Balls’. Nos conte como vão ser esses shows?
Vai ser, basicamente, da maneira que rola o álbum. Nós entramos no palco, tocamos todas as músicas, nos divertimos muito, tem alguns momentos no set onde todo mundo fica completamente louco, é ótimo, e então voltamos e tocamos mais alguns hits e todos se enchem de muitas emoções incríveis, mas a mais proeminente seria, provavelmente, a nostalgia – o que é ótimo, é uma sensação ótima de ser tem um show. Se você for fã de Simple Plan e já nos viu antes, sabe que ainda tocamos duas ou três músicas do primeiro álbum, mas agora você vai poder ouvir todas elas, então é diversão para todo mundo.

Quando você tem que voltar e revisitar o álbum por completo, como é tocar músicas que podem não ter sido tocadas há muito tempo?
Surpreendentemente, foi bem fácil porque é a questão desse álbum é que quando nós costumávamos fazer shows, naquela época, tínhamos que tocar todas as músicas então só levou um minuto para lembrarmos, só pela memória muscular pois já tínhamos tocado-as antes, então foi bem rápido lembrar. Acho que agendamos uma semana de ensaios e dois dias depois, estávamos “certo, estamos prontos” (risos). O que fazemos com o resto da semana? Então, começamos a tocar ao vivo e foi muito divertido. Foi bom, mas, ao mesmo tempo, realmente te faz voltar no tempo, enquanto você toca as músicas consegue lembrar algo que aconteceu em um show quinze anos atrás, quando você estava tocando aquela mesma música, então tem muita emoção enquanto estamos nessa turnê.

Vamos voltar; qual a sua lembrança preferida do lançamento desse álbum de estreia em 2002?
Acho que era que toda vez que fazíamos algo, era a primeira vez que estávamos fazendo aquilo, aquele álbum marca nossa primeira turnê, nossa primeira viagem internacional, nossa primeira vez abrindo shows, nossos primeiros shows esgotados, primeiros álbuns de ouro, os primeiros programas de entrevista que tocamos. Tudo era tão novo que eu lembro que nós tínhamos pequenas reuniões porque não sabíamos [de nada], então sentávamos com nosso empresário ou com o Chuck, porque o Chuck é basicamente o empresário da banda, e ele dizia “Ok, então vai rolar isso aqui na Austrália, e isso aqui na Ásia” e então ele diria “Vocês deveriam estar felizes, tipo vocês iriam nos dizer se isso é ótimo, vocês deveriam estar felizes agora” (risos). Então é tipo “Ok então, estou feliz, muito obrigada.”

O que você acha que tem nessas músicas e nesse álbum que fez as pessoas se apegarem tanto a ele?
Essa é uma boa pergunta. Eu acho que o fato de serem boas músicas tem a ver com isso, além disso algo que nós notamos ao longo dos anos é que sempre que somos muito, muito pessoais em uma música, é quando as pessoas mais conseguem se relacionar com ela. Por exemplo, ‘Perfect’ é totalmente sobre caras em uma banda falando para os seus pais que querem estar em uma banda e sair da escola, e essa se tornou a música que as pessoas mais se identificaram e uma das nossas maiores músicas, porque todo mundo consegue se ver nessa situação onde estão discordando ou nem discordando, mas presumindo incorretamente que seus pais estão decepcionados, sabe, e isso mexe com aquele tipo de sentimentos, “bom, e agora o que eu faço?”, e “sinto muito estar te decepcionando” bla bla bla, e isso gerou uma conexão com as pessoas, então sinto que a honestidade ali, e as melodias pegajosas também, e diria que o começo dos anos 2000 tinha um forte para esse tipo de música também.

Você falou sobre trazer de volta uma lembrança de uma música, mas você é bom com rostos? Vocês verão pessoas que já viram há 15 anos que estão voltando agora?
Às vezes sim, às vezes não. Acontece sim, às vezes você vê alguém no público, e é como se eu achasse que te conheço, mas na maioria das vezes eu me engano e digo “Hey, já nos conhecemos antes” e eles dizem “Não”, “Bom ok, essa é a primeira vez que nos conhecemos então” (risos).

Ao longo do tempo é fácil dizer o que mudou em uma banda, mas o que você diria que é algo que continuou o mesmo durante o tempo que estão juntos?
Muita coisa continuou a mesma; acho que a maneira como somos uns com os outros e o jeito que somos no palco, acho que isso continuou o mesmo. Obviamente, acho que tocamos melhor agora, temos quinze anos juntos no palco então essa parte acho que estamos melhor. Mas só o jeito que somos e o jeito que brincamos uns com os outros, e damos “aquele” olhar e sabemos como estamos quando estamos juntos viajando em um avião, ou em uma van ou só relaxando antes do show. Sinto que nessa altura, passados 15 anos, não acho que isso irá mudar, então é essa a maneira que nós somos.

Eu acho também que vocês são uns dos caras mais legais com quem já falei, e a banda mais legal por aí, então isso é algo a manter também.
Oh muito obrigado, obviamente temos nossos pais para agradecer por isso, e outras pessoas dizem sobre outras bandas, “Ah, aquele cara virou um babaca quando entrou na banda”, provavelmente não, talvez ele sempre tenha sido um babaca e agora você só vê isso com mais frequência. Sinto que nós nos damos uns toques também, assim que alguém tem um pedido um pouco “rockstar”, todo mundo cai em cima e ele não se desvia da mentalidade simples da primeira turnê, acho que isso sempre vai se manter conosco, aquele negócio de “faça você mesmo” onde meio que estamos no comando, fazemos nossas próprias coisas, não exageramos nada, somos bem moderados e tentamos ser o mais tranquilo possível, e obviamente tentamos ser legais com nossos fãs, eles são basicamente o motivo de ainda estarmos aqui e o porquê de podermos fazer essa turnê quinze anos depois. Então, nós sempre tentamos ser acessíveis, sempre queremos conhecê-los, ouvir suas histórias e tudo mais.

Então, tivemos um álbum novo em 2016, há planos para músicas novas em breve?
Esse é o plano, sim. Nesse momento nós, obviamente, ainda temos mais alguns lugares para ir em turnê, mas nós acabamos de ter uma folga, não temos nenhuma turnê grande até a Austrália, então nós estamos descansando um pouco, eu já comecei a trabalhar no meu estúdio e tenho certeza que os outros caras também, e estamos só tentando pensar em algumas ideias, ver o que dá certo, o que não dá e vamos nos dedicar mais oficialmente nas próximas semanas ou no próximo mês, ou algo assim.

O que vocês esperam para o restante do ano?
Espero que seja esse o plano, assim que começamos a escrever as coisas ficam incríveis, cada música que compomos é ótima então vamos pro estúdio bem rápido, porque adoraríamos levar menos tempo entre os álbuns. Entretanto, todo mundo quer ver essa turnê de comemoração, então temos que dar uma pequena pausa na composição para viajar e ver vocês, e outros shows aqui e ali esse ano, o que é divertido porque sempre tem shows aqui e ali, mas esse é o plano, vamos tentar focar na composição e gravação do álbum, acho que esse é o tema deste ano.

Então, o que você ainda gosta em estar no Simple Plan?
Não sei, tô meio cansado já, não, não, brincadeira. Amamos subir no palco, ainda somos todos amigos, amamos subir no palco juntos e fazer shows juntos, e obviamente, algumas coisas foram ficando mais difíceis já que todos temos famílias, mas acho que de maneira nenhuma alguém conseguiria fazer esse trabalho se não fosse divertido. Acho que pode exigir muito de você, fisicamente, sabe, você não tem mais 18 anos então o jet lag é mais pesado pra gente (risos). Vou estar na minha melhor forma física quando formos para os shows na Austrália. Pra mim, é sobre se divertir fazendo algo que amo e nesse momento, esse é o meu trabalho, essa é a minha carreira, mas é também uma maneira legal de eu me divertir, então estou só viajando com meus amigos, e basicamente indo para cidades legais e não acho que ninguém ia achar isso um saco (risos).

Tenho que perguntar, como está o David?
Ele tem lidado com um ano difícil, então está precisando de muito tempo para descansar e ficar em casa, ele está passando por uma depressão bem difícil então está saindo dessa bem devagar, e ele ainda está na banda, obviamente, então não comece nenhum boato, mas ele e nós sentimos que era melhor que ele ficasse em casa e descansasse ao invés de entrar em um calendário agitado de turnê o ano todo, que seria extremamente cheio. No momento, ele está só garantindo que se sinta bem.

O que ainda falta fazer, que vocês ainda não tiveram a chance de realizar?
Acho que o principal é continuar por aqui, continuar sendo relevante, continuar a banda e acho que esse é um desafio que vem conosco em todo álbum, mas felizmente pudermos continuar como banda e se esse ano prova alguma coisa, é que ainda conseguimos isso, ainda podemos ser uma banda e isso é demais e acho que isso é o que todos temos em comum, contanto que consigamos continuar e contanto que as pessoas se importem de nos ver, vamos continuar vindo vê-los e vamos continuar fazendo álbuns e fazendo shows. Além disso, tem alguns lugares que nunca fomos tocar que gostaria de ir, adoraria ir para Islândia apesar que, talvez, só gostaria de ir lá nas férias e não para tocar (risos). Mas adoraria voltar para África do Sul, só fomos lá uma vez e nos divertimos muito, adoraria voltar lá. Então um pouquinho de viagem, mas sobretudo se continuarmos compondo músicas, tendo um hit mundial, isso seria algo incrível de conquistar, mas para nós só continuar por aí já é uma maneira muito satisfatória de estar nessa banda.

Então, o que faço com todo mundo é fazer com que olhem para o futuro, então termine a frase pra mim. Ao fim de 2018, o Simple Plan estará…
Andando em carros voadores, acho que é isso que ‘De Volta pro Futuro” previu, certo? (risos). Não! Ao final de 2018, o Simple Plan irá lançar música nova, é isso que espero, talvez não um álbum completo, talvez alguma coisa, mas espero que no final do ano algo tenha sido lançado, é isso que estou torcendo, não coloque isso no calendário, não coloque uma data, não surtem nos sites de fãs, é apenas o que estou esperando.

Novos ensaios fotográficos do Simple Plan

Durante essa semana novas fotos de ensaios fotográficos realizado com o Simple Plan foram divulgadas no Instagram da banda.

Além de uma nova foto de Pierre Bouvier do photoshoot realizado para promover o início da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” e duas imagens de Sebastien Lefebvre durante a turnê, Mike Oksman foi responsável por fotografar Jeff Stinco com sua namorada Michele Bonnier em São Francisco. Confira os quatro álbuns atualizados com as novas fotos clicando nas miniaturas abaixo:

Sebastien fala sobre rótulo pop-punk e ataques terroristas

O guitarrista do Simple Plan, Sebastien Lefebvre, realizou uma entrevista com o site alemão Stage Load para divulgar a etapa européia da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”.

Entre os tópicos abordados ele fala sobre como lida com o rótulo de banda pop-punk, como eles encaram os ataques terroristas na Europa e a falta de bandas de rock nas rádios norte-americanas. Leia a entrevista traduzida abaixo:

Recentemente o seu disco de estréia “No Pads, No Helmets… Just Balls” completou 15 anos. Você conseguiu perceber que tanto tempo passou desde o lançamento?
Realmente faz muito tempo, mas de forma alguma parece que tenha sido tudo isso. Nós amamos o que fazemos. Ficamos muito felizes quando estamos em turnê e ainda precisamos lançar muitos outros discos – só temos cinco. Se não estivéssemos nessa turnê de comemoração agora, eu não teria percebido que o disco era tão antigo. Não parece que são 15 anos.

Vocês começaram em 1999, mas desde então não houve nenhuma mudança na formação da banda. Nos últimos 18 anos, em algum momento vocês pensaram em parar?
Provavelmente todos nós já pensamos, mas nós também sabemos que essa banda é mais importante que nós mesmos. Nós sempre colocamos a banda na frente de tudo e tentamos manter nossa vida privada – inclusive em respeito aos fãs. Nos mantermos juntos não é tão difícil. Na verdade, o que é realmente difícil é se manter relevante e continuar escrevendo músicas boas. Nós temos sorte de termos um sucesso moderado durante todo o tempo, então sempre estivemos motivados e ninguém saiu da banda e voltou para a escola.

Você acabou de mencionar que o que é mais difícil é se manter relevante. Deve ter sido ainda mais difícil para vocês pois vocês sempre foram perseguidos por fazerem músicas para adolescentes, apesar de todos estarem na casa dos 30. Você leva isso pelo lado pessoal?
É engraçado você falar sobre isso. Você não é a primeira pessoa da Alemanha a falar isso. Parece que é um grande problema por aí (risos). Eu acredito que quando começamos éramos comparados com o Blink-182 e o Good Charlotte – e nós temos orgulho disso! No começo dos anos 2000 todas essas bandas legais de rock com músicas ótimas e cheias de energia eram a resposta para as bandas de pop, boy bands e giril bands e foi ótimo fazer parte disso.

Com nosso primeiro disco nós nos dedicamos a temas bem conhecidos, o que naquele tempo claro que tinha ligação com a adolescência. Eu tinha acabado de fazer 18 anos quando começamos a banda! A música permaneceu a mesma, mas ao mesmo tempo as coisas que falamos foram evoluindo. Antes falávamos sobre como é estar em um relacionamento, então falamos sobre como é se apaixonar. Mas é incrível que muito de nossos fãs nos acompanham há tantos anos. Que eles cresceram conosco e ainda nos ouvem. Isso é algo que poucas bandas podem experienciar.

Se fossemos falar sobre o seu estilo musical: você descreveria sua música como rock ou punk rock? Como você se sente com o rótulo “pop-punk”?
Eu não tenho problema nenhum com isso. Quando começamos com o punk rock, nós já tínhamos uma atitude meio pop, o que meio que fortaleceu isso. Nós também fomos influenciados por bandas que já estavam na estrada, especialmente essas bandas de punk rock dos anos 90 como NOFX, The Offspring e Bad Religion. Eu acho que é mais sobre ter a atitude do que um rótulo. Eu não acho que temos uma mensagem propriamente dita pois temos uma influência cada vez maior pela música do que por outras coisas. “Pop-punk” também é relacionado pela melodia e música, o que é legal, o que é importante para nós. Nós queremos escrever músicas que façam com que as pessoas cantem conosco!

Então você não é como o Billy Joe Armstrong do Green Day que disse uns meses atrás que ele gostaria de acabar de uma vez por todas com o rótulo “pop-punk” em 2017?
Não, de forma alguma! Nós não queremos depredar nada, nem destruir nada ou odiar alguma coisa. Se você gosta da nossa música ou do pop-punk no geral, isso é bom, mas se você não gostar de nós, também não tem problema. Nós acreditamos no que somos – não importa o que os outros pensem sobre isso!

No final de Maio vocês voltaram para a Europa com a turnê de comemoração do “No Pads, No Helmets… Just Balls”. Vocês param pra pensar nos últimos acontecimentos como os ataques terrorista em Paris, Bruxelas e Berlin? Vocês realmente querem tocar nessas cidades?
Sim, e logo, pois todos nós queremos. Nunca foi mais importante mostrar que apoiamos algo ao nos reunirmos, ter um bom momento e esquecer os problemas por algumas horas. Nós somos quem nós somos e nós fazemos o que queremos fazer. E essa declaração de amor da música é extremamente importante nos dias de hoje!

Falando em momentos difíceis: Alguns membros do Simple Plan moram nos EUA. Desde a posse de Trumps como presidente, voltar para o Canadá foi levado em consideração?
Honestamente eu acho que não. Para muitas pessoas isso é um problema realmente grave, mas nós tentamos nos manter fora da política. Eu moro no Canadá e eu estou bem assim. Entretanto, os que moram nos EUA parecem estar igualmente felizes. Eu acho que nem sempre você precisa querer mudar o mundo inteiro, mas talvez começar a se tornar uma melhor pessoa. Educar seus filhos de forma consciente, ficar cercado de amigos que devem ser apreciados, e sempre fazer o seu melhor.

Além do Simple Plan você também está envolvido em outros projetos, como um programa de rádio semanal. Uma vez você disse que as rádios mal tocam rock – você pensa em parar com o seu programa?
Isso é verdade, não tocam mais rock. Mas não é que as pessoas não queiram ouvir, mas hoje em dia não estão tocando nas rádios. Nos anos 90 não era tanto assim, já que tocavam muitas bandas de rock, no começo dos anos 2000 houve um crescimento e substituição por bandas de pop como os Backstreet Boys ou Spice Girls. Isso sempre está mudando, e com o meu programa eu gostaria de fazer com que os ouvintes escutassem bandas não tão conhecidas pois elas não são muito tocadas. É claro que a cena pop-punk não tem tanto destaque como tinha antes, mas ainda está lá – não tem nada haver com o mainstream. Você tem sorte de estar na Alemanha onde vocês não somente tem bandas de rock, mas eles também tocam esse estilo nas rádios. Na América do Norte existem bandas o suficiente, mas geralmente elas não atingem essa plataforma. Eu fico feliz quando consigo atingir as pessoas com músicas que eu gosto de ouvir.

Sebastien e Chuck falam sobre o impacto da música na vida das pessoas

Sebastien Lefebvre e Chuck Comeau fizeram um depoimento para a fundação Music Heals, que ajuda a alertar as pessoas sobre o poder de cura da música apoiando serviços de terapia musical em comunidades no Canadá.

No vídeo Lefebvre e Comeau relatam como a música mudou suas vidas, contam sobre as formas que a Simple Plan Foundation faz com que jovens possam encontrar a paixão pela arte, além de compartilhar a história de uma fã da banda na Alemanha que está doente há muitos anos mas que, apesar de andar com o auxílio de muletas e precisar usar óculos escuros para bloquear as luzes dos shows, ela faz questão de estar na maior parte dos shows da banda na Europa, pois isso a faz sentir melhor.

Novas fotos do photoshoot do Simple Plan em Atlanta

Novas fotos do photoshoot realizado pelo Simple Plan nos bastidores do The Masquerade em Atlanta foram divulgadas pela banda.

O ensaio fotográfico, que foi realizado no dia 21 de Março, traz fotos feitas tanto por Chady Awad como por Sebastien Lefebvre, que se arriscou em uma competição com o fotógrafo oficial do Simple Plan e registrou uma imagem de Pierre Bouvier. Clique abaixo para acessar o álbum completo em nossa Galeria:

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Foto: Chuck Comeau e Sebastien Lefebvre posam para o The Suburban

No dia 26 de Fevereiro, Chuck Comeau e Sebastien Lefebvre realizaram uma rápida entrevista ao site The Suburban, onde falaram sobre alguns tópicos já discutidos pelo Simple Plan anteriormente, como os problemas nas cordas vocais de Pierre no ano passado e como se sentem tocando em festivais com bandas de diferentes estilos.

O artigo também trouxe uma nova foto do baterista e do guitarrista tirada durante a conversa nas ruas de Montreal. Confira abaixo e clique para acessar em nossa Galeria:
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Programa com apoio do Simple Plan expandido para outras cidades no Canadá

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Em Outubro do ano passado o Simple Plan fez parte de um evento para anunciar um novo programa de empréstimos de instrumentos musicais no Canadá que disponibilizou acesso gratuito a instrumentos para os jovens de Montreal.

Hoje foi divulgado que, com a comemoração dos 150 anos de independência do país, o programa de Empréstimo de Instrumentos Musicais será expandido para outras cidades do Canadá.

Todas as bilbiotecas beneficiadas receberão 150 novos instrumentos, além de uma ajuda financeira como reconhecimento dos 150 anos do país. As bibliotecas de Toronto, Vancouver e Montreal também receberão novas doações da Sun Life Financial Canada.

Confira abaixo o vídeo do anúncio, que conta com trechos de entrevistas de Chuck Comeau e Jeff Stinco:

Nova foto do photoshoot da OGATA para a Rolling Stone

No ano passado o fotógrafo Saito OGATA publicou uma foto inédita de Pierre Bouvier para um photoshoot realizado para a revista Rolling Stone, mas ao que tudo indica, o photoshoot foi realizado há mais tempo que imaginávamos, mais precisamente próximo ao lançamento do “Get Your Heart On!”

Em Janeiro, mais uma foto desse ensaio foi liberada, dessa vez trazendo apenas Sebastien Lefebvre no mesmo estúdio e, ao julgar pelo penteado, o ensaio deve ter sido clicado entre os anos de 2011 e 2012. Confira a foto abaixo:

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Créditos: Saito OGATA