Nova foto de Jeff Stinco no Méchant Trip!

No início dessa semana a APTN estreou a primeira temporada da série Méchant Trip! que realiza desafios radicais entre famosos e membros de tribos indígenas. Um dos participantes do programa é o guitarrista do Simple Plan, Jeff Stinco, que foi desafiado a escalar uma parede de mais de 12 metros de altura com Éve Custeau Wiscutie.

Nossa Galeria foi atualizada com uma foto promocional de Jeff ao lado da participante que está sendo usada para divulgar o episódio que irá ao ar em breve. Clique abaixo e confira em alta qualidade:

Novos ensaios fotográficos do Simple Plan

Durante essa semana novas fotos de ensaios fotográficos realizado com o Simple Plan foram divulgadas no Instagram da banda.

Além de uma nova foto de Pierre Bouvier do photoshoot realizado para promover o início da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” e duas imagens de Sebastien Lefebvre durante a turnê, Mike Oksman foi responsável por fotografar Jeff Stinco com sua namorada Michele Bonnier em São Francisco. Confira os quatro álbuns atualizados com as novas fotos clicando nas miniaturas abaixo:

Simple Plan Foundation divulga resultados do Municipal Plan for Employment

No último Sábado, Jeff Stinco e Sebastien Lefebvre estiveram no Montreal City Hall, onde tiveram um encontro com o prefeito de Montreal, Denis Coderre em uma conferência de imprensa para dar continuidade ao “Municipal Plan for Employment”, um programa que oferece empregos para os jovens em uma parceria da Simple Plan Foundation com o Union des Municipalités du Québec.

Hoje, o programa já conseguiu abrir vagas para 38 jovens em Montreal. E, atualmente, mais de 50 cidades já fazem parte, o que pode totalizar em de 300 empregos para a população no último verão.

Confira abaixo o depoimento de Jeff Stinco e em seguida clique nas miniaturas para acessar a nossa Galeria com as fotos da conferência de imprensa.

“Hoje de manhã, Sebastien Lefebvre, o extraordinário prefeito de Montreal, Denis Conderre e eu conversamos sobre um plano (que começamos há quatro anos atrás) que o pai de Chuck Comeau, André Comeau, criou e que nós apoiamos: cidades de Quebec estão criando empregos de verão para as crianças que estão em Centros Jovens. Esse é um mês bem movimentado e existem muitos jovens envolvidos, mas basicamente estamos nos certificando de que empregos sejam oferecidos para essas pessoas que passam por dificuldades e querem colocara vida nos eixos. É totalmente incrível e Denis Conderre conseguiu passar de 15 empregos do ano passado para 38 nesse ano: isso é o que eu chamo de política de verdade. Nós queremos que os prefeitos em Quebec façam o mesmo que ele. Nosso objetivo é criar 300 empregos durante todo verão para essas pessoas que estão prontas para mudanças. Vamos parar de falar sobre buracos e aplaudir as coisas boas que acontecem em Montreal.”

– Jeff Stinco

Jeff Stinco participará da nova série Méchant Trip!

O dia 1º de Maio será marcado pela estréia da primeira temporada da série Méchant Trip! no canal canadense APTN, que contará com 13 episódios e trará a participação do guitarrista do Simple Plan, Jeff Stinco. A missão do novo programa é trazer desafios e aventuras radicais onde uma pessoa famosa se encontra com um membro de uma tribo indígena para viver aventuras e conhecer as habilidades de cada um.

No episódio de Jeff Stinco, o guitarrista conhece Ève Custeau Wiscutie, uma garota de 18 anos membro da tribo indígena algonqui, e eles são desafiados a escalar uma parede de pedras de mais de 12 metros de altura. Além disso, Stinco prepara um prato canadense chamado Poutine e convida Éve para assistir ao show do Simple Plan no Acton Vale, que ocorreu no dia 19 de Agosto do ano passado.

“A generosidade dos artistas que participaram do programa foi incrível. Eles aceitaram mesmo tendo que acreditar em um conceito novo. Eles estavam abertos para isso e não tiveram dificuldade em deixar seu ego de lado para fazer todos os tipos de aventuras. Eles entenderam que o objetivo era vivenciar um momento saudável de cumplicidade com os jovens,” disse o diretor do programa ao Le Journal de Montréal.

O Méchant Trip!, que é apresentado por Brad Gros-Louis vai ao ar todas as segundas-feiras ás 21h30. A programação completa se encontra no site oficial do programa – entretanto houve uma troca de imagens e descrições, não deixando claro quando de fato irá ao ar a participação de Stinco.

Assista abaixo um vídeo promocional que traz algumas imagens das aventuras e, em seguida, acesse nossa Galeria para conferir as primeiras fotos de Jeff divulgadas para promover sua participação no programa.

Jeff Stinco fala sobre colaborações com Mark, Joel e críticas do Sum 41

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O Jeff Stinco realizou uma entrevista com o STL Today onde ele citou o que fez o Simple Plan perceber que a banda poderia dar certo, como as colaborações com Mark Hoppus e Joel Madden e até mesmo as críticas do Sum 41. Confira a tradução da matéria abaixo:

No ano passado a banda pop-punk Simple Plan percebeu que eles estavam próximos de uma realização: os 15 anos de lançamento do disco “No Pads, No Helmets… Just Balls” de 2002 estava chegando.

A banda sentiu que era necessário fazer da ocasião um marco. Uma turnê de comemoração que será apresentada em Peageat na sexta-feira. O disco, que vendeu mais de 2 milhões de cópias, inclui os singles “I’d Do Anything”, “I’m Just A Kid” e “Addicted”.

“Eu mal podia acreditar que já faziam 15 anos,” diz o guitarrista Jeff Stinco. “Quando o pessoal começou a falar sobre isso, sentimos que não tínhamos dando tanta atenção a esse disco ao longo dos anos. Tudo passou tão rápido que sentimos que precisávamos fazer algo em relação a isso.”

Alguns shows para comemorar esse disco se tornaram mais outros, e não muito tempo depois, se transformou em uma turnê.

Stinco diz que os membros da banda eram meio amadores no processo do “No Pads, No Helmets… Just Balls”. Eram só cinco caras que se conheceram no colegial praticando no porão da casa dos pais de Chuck Comeau.

A banda também inclui Pierre Bouvier, Sebastien Lefebvre e David Desrosiers.

“Nós ficávamos assistindo vídeos de bandas enquanto ensaiávamos as músicas, sonhando em fazer shows ao redor do mundo e termos um contrato e uma carreira como aqueles que assistíamos na TV,” diz Stinco.

Mas enquanto sonhavam em se tornarem os próximos Blink-182 ou Offspring, ele diz que a banda não fazia ideia de como conseguiriam chegar nesse ponto. “Nós achamos que se escrevêssemos músicas boas e trabalhássemos em nossos shows também seria algo que poderíamos alcançar.”

O processo de gravação do disco não foi nada parecido como algo que a banda já tinha vivenciado. O disco levou um ano para ser feito, e a banda vivia no estúdio, dormindo em beliches.

“Havia muita tensão,” diz Stinco. “E nós éramos tão rígidos em cada ideia que tínhamos, cada assunto. O processo foi tedioso, longo e nem um pouco fluído.”

Eventualmente a banda conheceu o produtor Arnold Lanni, que tomou conta das coisas. “Ele nos colocou de baixo de suas asas e meio que nos estruturou, nos ajudou a fazer algo interessante das músicas que tínhamos.” diz Stinco. “As músicas eram boas, mas nós perdemos muito tempo nelas, e as músicas precisavam ser polidas.”

O álbum contou com duas colaborações: as participações de Mark Hoppus do Blink-182 em “I’d Do Anything” e de Joel Madden do Good Charlotte em “You Don’t Mean Anything”. As duas participações eram importantes para a banda.

“Mark era o maior artista pop-punk naquela época. Ele disse que “I’d Do Anything” era fantástica, e que ele amaria participar dela. Nós achamos que tínhamos conquista o que era preciso, ter ele cantando em nosso disco e aparecendo no clipe. Isso abriu algumas portas. Não sei se a MTV estaria aberta a nós se ele não estivesse nos apoiando,” diz Stinco.

Madden foi outra grande conquista para a banda. O Simple Plan ia aos shows do Good Charlotte, e ele fizeram algumas turnês da Warped Tour juntos. “Foi muito legal quando o Joel aceitou cantar no disco. Isso trouxe um aviso para a banda. Naqueles tempos não existia Instagram e Facebook e Twitter. A palavra era extremamente importante.”

Assim que o disco foi finalizado, a banda não sabia o que esperar, mas o retorno foi bem positivo. Stinco diz que outro sinal positivo foi quando a banda rival, Sum 41, falou mal sobre o Simple Plan na TV. “Nós achamos que era um bom sinal,” ele diz. “Isso fez dar pistas de que algo estava acontecendo.”

Ele diz que finalmente era um disco interessante com elementos peculiares – e também um disco com “realmente horríveis, muito ruins, que você pode chamar de encheção de linguiça. Mas elas ainda são boas ao vivo, e foi uma ótima imagem para nós naquela época.”

A ideia de uma turnê de comemoração surgiu enquanto a banda estava em turnê com o disco mais recente, “Taking One for the Team”. Eles acharam que seria legal começar a turnê no dia 19 de Março, exatamente na comemoração dos 15 anos do início da banda. Eles continuarão com nossos shows tradicionais durante os festivais. “Nós vamos fazer um malabarismo entre dois sets,” diz Stinco.

O novo disco conta com “I Don’t Wanna Go to Bed”. com a participação de Nelly. O Simple Plan se lembra de quando cruzaram caminhos com o Nelly durante os tempos do Total Request Live da MTV, e a banda sempre gostou dele como artista.

“Ele é um cara do entretenimento – memorável,” diz Stinco sobre Nelly que é nativo de St. Louis. “Quando fizemos uma lista de artistas com os quais gostaríamos de trabalhar, o Nelly estava no topo dela. Ele faz rap, canta, ele faz harmonias, e tudo se encaixou com o que estávamos fazendo.”

Entretanto ele diz que a banda inicialmente ficou surpresa de como ele estava despreparado, mas no fim das contas isso não importou.

“Ele começou a improvisar algumas linhas e a escrever. É meio que parte da natureza dele. Ele construiu sua parte no estúdio. A contribuição dele fez da música bem melhor, e foi legal ver uma abordagem diferente na construção de uma música.”

Jeff fala sobre vontade de gravar o próximo álbum em 2017

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Em uma nova entrevista ao Daily Tribune, o guitarrista Jeff Stinco falou sobre o que a banda tem achado da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”, as brigas em estúdio durante as gravações do primeiro álbum e a vontade de começar a gravar para o próximo disco do Simple Plan ainda esse ano. Leia a tradução completa abaixo:

Há 15 anos atrás a banda de Montreal, Simple Plan se apresentou para o mundo com o álbum de nome provocativo, “No Pads, No Helmets… Just Balls” – um disco de punk-pop energético que conquistou o certificado de platina duplo e lançou hits como “Perfect”, “I’d Do Anything” e “I’m Just A Kid”.

Essa estréia favorável levou o quinteto a um caminho que inclui outros quatro discos de estúdio e uma ética de trabalho duro que mantem o grupo nos palcos de clubes e arenas até a Vans Warped Tour. O último disco do Simple Plan, “Taking One for the Team”, foi lançado no ano passado, mas 2017 tem sido um ano para viver no passado enquanto o grupo comemora o “No Pads” com uma turnê tocando o disco completo todas as noites.

De acordo com o guitarrista, Jeff Stinco, a resposta para a performance do “No Pads” pegou o Simple Plan de surpresa. “Na verdade tem sido espetacular,” disse Stinco por telefone de Nova Jersey. “No começo eu vi essa turnê como qualquer uma; para mim o desafio era re-aprender e revisitar essas músicas antigas. Então, de repente, nós começamos a turnê e todas essas pessoas vinham nos dizer que esse álbum teve um grande impacto em suas vidas, e o quanto isso é verdade. Nós vemos pessoas que eram adolescentes quando o disco saiu e que agora são adultos com filhos. Tenho que dizer que é um momento introspectivo, voltar no tempo tem sido muito louco.”

Para Stinco e seus amigos de banda, o “No Pads” agora é como “um álbum básico.”

“Nós passamos tanto tempo pensando nos detalhes pequenos que eu acho que hoje não fazem mais diferença. Os arranjos são assimétricos durante todo o álbum, meio que vários sons peculiares e partes que são complexas de reproduzir ao vivo mas que não fazem diferença nenhuma nas músicas. E todas as brigas em estúdio para vir com essas ideias não seriam necessárias. Eu acho que hoje eu vejo que são músicas ótimas que eram ótimas quando elas eram só dedilhadas em um violão ou no piano. Elas eram músicas ótimas e tinham um poder duradouro.”

Stinco adiciona que ele não está brincando quando fala sobre as brigas em estúdio, “É engraçado o quanto de stress que colocamos em nós mesmos,” ele diz. “Esse disco levou quase um ano para ficar pronto. O processo inteiro definitivamente foi memorável da pior maneira. Nós vivemos em estúdio em Toronto, dormimos em beliches em um quarto sem janelas e nós brigamos muito uns com os outros e com o produtor, que ficava tipo, ‘Pessoal, vamos acabar logo com isso!’ Foi uma batalha terminar esse disco, mas essa é a forma que aconteceu e provavelmente deve ter algo haver com seu sucesso.”

Ter o “No Pads” alcançando os 15 anos tem sido energizante para o Simple Plan. “Claro, existe um sentimento poderoso,” diz Stinco. “Quando você passa dos 15 anos você sente que provavelmente consegue lidar com mais 15. É louco como o tempo voa e como tudo passa rápido. Mas tem sido 15 anos de diversão. Nós tivemos nossos desafios e tudo mais, mas tem sido bons momentos.”

O Simple Plan está pensando em estender a turnê do “No Pads” durante todo ano de 2017, mas Stinco diz que o grupo já está pensando nos planos para o próximo disco. “Nós estamos falando sobre isso,” confirma. “Nós esperamos entrar em estúdio no final do ano. O problema é que com a turnê é muito intenso e escrever na estrada é algo que não somos muito bons. No final da turnê original do “No Pads”, nós tínhamos um outro ônibus, o ônibus de estúdio; O objetivo era escrever músicas e gravá-las, mas ele acabou se tornando o ônibus das festas. Nada foi gravado e custou muito dinheiro. Nós aprendemos muito com essa experiência.”

Jeff Stinco fala sobre o início da carreira do Simple Plan

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Em uma entrevista realizada para o Novinky.cz, o guitarrista Jeff Stinco relembrou o início da carreira do Simple Plan, como eles identificaram qual o verdadeiro caminho a seguir na música, como eles lidam agora em que a maioria deles são pais, entre outros. Confira abaixo a tradução completa:

Quais lembranças a comemoração de 15 anos da sua estréia te traz?
São muitas, começando pelo início da banda. Eramos só cinco garotos jovens, praticando no porão da casa do nosso baterista. Nós viajávamos para os shows meio que em uma van de ambulância. Gravamos o primeiro disco em Toronto, que era bem longe da nossa cidade. Nós trabalhamos nisso por quase um ano. Vivemos juntos em um quarto sem janelas. Naquele tempo não tínhamos ideia de como nossa banda sairia e graças a isso nossa vida mudou completamente. Nossa história é um conto de fadas de cinco amigos, que decidiram viver os seus sonhos, criar e viajar juntos. E o fato de que tudo funcionou é algo incrível e temos muito orgulho de ainda sermos os cinco membros originais.

De volta em Toronto – foi a primeira vez que você ficou fora de casa por tanto tempo?
Nosso baterista Chuck e o vocalista Pierre tinham algumas experiências com a banda deles, Reset e estavam acostumados a viajar. Para mim foi uma experiência nova. Eu já morava sozinho no meu próprio apartamento mas foi a primeira vez que eu sai de Montreal para trabalho. Foi bem intenso. Agora quando tocamos as músicas antigas me lembra da paixão que tínhamos quando começamos. Era muito louco. Queríamos que cada detalhe fosse perfeito para o nosso primeiro disco.

O seu primeiro disco trouxe uma fama instantânea?
De forma alguma. Quando ele foi lançado, foi bem desanimador. Levou um tempo até que as pessoas começaram a nos dar certa atenção. Eu lembro que lançamos o nosso disco no dia 19 de Março de 2002. Eu lembro de ficar esperando para ver ele em todos os lugares e ver os nossos pôsteres pendurados pois tínhamos a gravadora nos apoiando. Mas a verdade é que não foi nada desse jeito. Levou um tempo até para que o álbum começasse a aparecer nas lojas. Eu acho que tudo começou a acontecer uns dois anos depois. Até então nós fizemos tantos shows que não tínhamos tempo para mais nada. O bom disso é que deu tempo de aprimorarmos nossa performance antes que algo grande acontecesse.

Quais foram os maiores obstáculos que vocês tiveram que presenciar?
Nós fomos lançados logo depois do The Offspring e do Green Day. As pessoas achavam que esse tipo de som já estava saturado antes mesmo de nos darem uma chance. Os críticos não eram muito bons conosco. Nossos discos não eram bem comentados. Os amantes da música estavam a procura de algo além. Eles estavam interessados em um estilo musical mais obscuro.

Vocês já tentaram se encaixar mais na moda e fazer com que os críticos gostassem de vocês?
Não, pois nós sempre soubemos exatamente o que queríamos – que queríamos fazer um tipo de som parecido com o que nos moldou e que amamos. Mas claro que nós tentamos evoluir. Por exemplo no terceiro disco nós queríamos experimentar coisas novas, o cenário musical estava mudando muito, então queríamos tentar alguns elementos novos. Não por querermos que os críticos gostassem de nós mas por nós mesmos. Mas eu acho que nós exageramos um pouco. Nós adicionamos muito som eletrônico em nossa música e não ficou bom para quem nós éramos e para o tipo de música que tocamos. Mas é normal tentar encontrar quem você é. Hoje nós conhecemos nosso legado e do que consiste o nosso DNA.

Ainda assim vocês ainda tiveram uma certa dificuldade para terminar o último disco “Taking One for the Team”. O que aconteceu?
Foi parte da nossa pressão interior em fazer o melhor disco que poderíamos. Nós tentamos várias coisas mas nem todas eram boas o suficiente. Dessa vez nós tinhamos material demais. Nós passamos muito tempo em estúdio e esquecemos que não precisávamos mudar tudo ou nos reinventar. Eventualmente nós percebemos que só queríamos nos focar nas coisas em que somos bons. E então gravamos a maior parte do disco em pouco tempo. Então levamos um pouco mais de tempo para observar o álbum de longe. E então percebemos que a sonoridade não era boa o suficiente para o Simple Plan. Então voltamos para o estúdio para consertar isso.

Você citou que desde que a banda começou a formação é dos mesmos 5 membros. Isso não é muito comum na indústria da música. Tem sido difícil manter a banda unida ao longo dos anos?
É sempre um desafio. Então é importante encontrar formas de consertar as rachaduras. Mesmo sendo melhores amigos, é normal que ás vezes tenhamos ideias diferentes sobre onde devemos ir. Ás vezes é um pouco difícil, então é importante se comunicar bem. Levou um tempo para termos maturidade o suficiente e ouvirmos uns aos outros. Antigamente nós brigávamos por coisas muito idiotas.

Hpje a maioria dos membros são pais. No que isso influencia a banda?
Eu fui o primeiro a ter filhos então eu fico feliz de ver que o resto dos membros entendem o que eu estava passando. Nós tentamos fazer shows o máximo possível para então passarmos um tempo com a nossa família. Nós somos mais eficazes agora e escolhemos melhor onde e quando entrar em turnê. Eu fico feliz em poder passar mais tempo com minhas crianças. Somente o nosso baixista David é solteiro, então ele quer fazer mais shows. Ele tem a vantagem de poder fazer o que quiser e viver em qualquer lugar. Mas ele respeita nossa situação.

Em Praga vocês irão se apresentar no festival Aerodrome junto com o Linkin Park, Enter Shikari, Royal Republic e Mallory Knox. Quais dessas bandas é mais próximas de vocês?
Nós crescemos ouvindo o Linkin Park. Eu não diria que somos amigos mas nos conhecemos e sempre fico feliz em vê-los. Nós nos respeitamos muito. Eu também tenho que dizer que estou bem ansioso em voltar para Praga, nós temos fãs incríveis na República Theca. Eu acho que devemos isso grande parte a uma garota chamada Dominika que faz um fã-site sobre a nossa banda que até eu visito quando preciso saber o que está acontecendo com a banda. Ela sabe mais sobre o Simple Plan do que eu mesmo. Eu realmente acho que ela é responsável por como o Simple Plan está indo na República Tcheca. Ela é uma pessoa muito apaixonada por música e eu acredito em pessoas apaixonadas.

Outra paixão sua é pela comida, não é?
Sim, e não só isso. Eu acho que sou uma pessoa bem apaixonada. Eu amo esquiar. Eu amo comida. Eu sempre quis ter meu próprio restaurante. E cinco anos atrás eu abri uma pizzaria pequena em Montreal, que é muito bem sucedida. Ela sempre está lotada de gente, o que me dá muito orgulho. Eu também amo tocar música clássica na guitarra. Mas o Simple Plan é a coisa mais importante para mim além da minha família, que é muito mais importante.

Créditos: SPCZ

Pierre Bouvier e Jeff Stinco testam o Roli Blocks

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A startup Roli está lançando no mercado o Blocks, um produto intuitivo que permite que músicos amadores ou profissionais realizem suas próprias composições na ponta dos dedos.

O produto funciona como um estúdio de verdade, portanto, você pode construir o seu próprio estúdio através de outros gadgets disponíveis para venda. Ele funciona através de uma rede wireless e deve ser conectado com o seu próprio smartphone.

Recentemente Jeff Stinco e Pierre Bouvier receberam os representantes da Roli, onde puderam testar essa nova tecnologia. Jeff Stinco comentou sobre o funcionamento do produto: “Essa é uma das experiências mais intuitivas e inspiradoras que eu já tive.”

Conheça mais sobre o produto através do vídeo abaixo e clique aqui para acessar a nossa Galeria para visualizar uma foto de Bouvier e Stinco testando o gadget:

CelebMix conversa com Jeff Stinco

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Em uma nova entrevista com Jeff Stinco, o site CelebMix perguntou ao guitarrista sobre suas inspirações, a Simple Plan Foundation, a ligação do Simple Plan com os fãs e quais os clipes que ele mais gostou de filmar ao longo da carreira. Confira a tradução completa abaixo:

Como vocês se conheceram? Vocês eram amigos na escola?
Chuck, Pierre, Seb e eu estudamos juntos no colegial. Chuck, Pierre e eu tocamos juntos quanto tínhamos 12-13 anos até que eles formaram uma banda chamada “Reset”. Curiosamente, em 2000, nós conhecemos o David em um show onde ele substituiu o Pierre (que naquela época já era vocalista do Simple Plan) no Reset. O Simple Plan se formou em 1999.

O que ou quem inspirou vocês a seguir uma carreira na música?
Todos nós sempre fomos apaixonados por música e amávamos estar em bandas. O fato de todos termos crescido musicalmente juntos também criou uma ligação entre nós. Nós começamos amando bandas como Guns N’ Roses, Metallica, Pearl Jam e eventualmente fomos para bandas como NoFx, Green Day, Blink-182, Face to Face.

Todos nós amávamos músicas agitadas e melódicas mas também amávamos algumas músicas clássicas. Eu acho que a mistura desses dois estilos criou o som do Simple Plan.

Existe algum lugares que vocês ainda não tocaram e gostariam de se apresentar?
Nós esperamos um dia poder tocar na Turquia: o clima político de lá torna um pouco difícil fazermos uma turnê naquele lugar. Nós já fomos para a África do Sul mas seria legal também conhecer a África do Norte.

Nós tocamos em vários lugares mas o mundo é um lugar grande e ainda existem muitos lugares para visitar.

A Simple Plan Foundation é algo incrível, o que fez vocês quererem começar a fundação?
Eu acho que, como pessoa, todos nós tínhamos motivações diferentes mas como banda, nós sentimos que poderíamos fazer mais pelos nossos fãs necessitados. Nós recebíamos cartas e mensagens de fãs que passavam por momentos difíceis e não podíamos fazer muito por isso então encontramos a nossa forma de fazer a diferença. A fundação ajuda crianças e adolescentes necessitados através do dinheiro que arrecadamos e das organizações que apoiamos. Nós também chamamos atenção para certas causas que nos importamos.

Nós arrecadamos mais de $2 milhões desde que começamos e nós continuamos não só pela importância, mas por acharmos que isso faz de nós pessoas melhores. Nós todos crescemos através das coisas boas que fizemos com essa fundação.

Vocês já pensaram em fazer outro filme ou documentário?
Nós gravamos vídeos que postamos na internet o tempo todo e eu acho que essa é a nova forma de nos expressarmos visualmente. Parece que o DVD não é mais tão relevante mas se fizermos um show muito louco, nós consideraríamos colocar ele na internet.

Qual você diria que foi sua maior conquista até então como banda?
O que mais me orgulha é que ainda somos os mesmos 5 membros. Nós passamos por muitas coisas e estar em uma banda que faz tantas turnês como nós fazemos definitivamente não é fácil, e ainda assim nós somos bons amigos e apoiamos uns aos outros.

Nós temos um legado de músicas que as pessoas amam e que ainda se relacionam com elas e ainda assim lançamos materiais novos com os quais as pessoas realmente se importam. Eu também tenho orgulho disso.

Vocês tem ótimos clipes na videografia, qual foi o seu favorito até agora de ter feito?
“I’m Just A Kid” é bem incrível, é meio que um curta metragem. Eu amo os vídeos que fazemos e que possuem uma história como: “I Don’t Wanna Think About You” ou “Perfect”. “Summer Paradise” foi o mais fácil e mais divertido de gravar: nós nos divertimos em barcos e na água o dia inteiro com pessoas bonitas e isso acabou se tornando um vídeo… nada mal.

Recentemente o CelebMix esteve em um show de vocês em Detroit e dava pra sentir a energia entre vocês e os fãs. Como é ainda poder ter esse tipo de energia quando vocês tocam ao vivo?
Nós temos os melhores fãs do mundo. Não tocávamos nos EUA fazia muito tempo então eu acho que os Americanos estavam ansiosos em nos verem ao vivo novamente.

Eu me sinto ligado aos nossos fãs e eu sei que eles sentem que nós também nos importamos com eles.

Se você pudesse dar um conselho para você mesmo no passado, qual seria?
Tire um tempo para parar e sentir o cheiro das rosas…

Chuck e Jeff comentam as 10 melhores conquistas do Simple Plan

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Durante a semana de entrevistas realizada no Canadá em Fevereiro, Jeff Stinco e Chuck Comeau conversaram com o Le Journal de Quebec, onde, além de comentarem sobre os 15 anos do disco “No Pads, No Helmets… Just Balls”, eles relembram as 10 maiores conquistas do Simple Plan.

A matéria, que traz um novo photoshoot da dupla clicado por Didier Debusschère, é ilustrada por algumas imagens inéditas que ilustram cada passo importante do SP. Confira abaixo a tradução completa:

O Simple Plan não se tornou uma banda adorada em todo o mundo por acidente. O trabalho duro, audácia e persistência do grupo fizeram com que a banda de Quebec se tornasse um sucesso fenomenal. “Nós éramos ambiciosos e teimosos,” diz o guitarrista Jeff Stinco, em uma entrevista realizada antes o único show do Simple Plan no Centre Vidéotron de Quebec e no Centre Bell de Montreal.

Stinco e o baterista Chuck Comeau desembarcaram na cidade de Quebec em uma manhã no meio de Fevereiro. Eles se encontravam no Centre Vidéotron em uma cabine olhando a pista de gelo para um longo dia de entrevistas para divulgar o show do dia 13 de Março.

Esse primeiro contato com a arena já deveria ter acontecido. Mas problemas nas cordas vocais do vocalista Pierre Bouvier fizeram com que eles tivessem que adiar o show originalmente marcado para o dia 21 de Novembro.

O show que Quebec e Montreal verão ainda será o da turnê do “Taking One for the Team”, mesmo que uma turnê de 15 anos, no qual a banda tocará o disco lançado em 2002, “No Pads, No Helmets… Just Balls”, na íntegra começará em breve.

“Nós queríamos nos certificar que nosso último disco seria apresentado pelo menos uma vez em cada cidade. Mas os fãs já estão pedindo pela turnê dos 15 anos, então planejamos voltar,” promete Chuck Comeau.

Para Comeau, Stinco, Bouvier, David Desrosiers e Sebastien Lefebvre, comemorar o aniversário do “No Pads” era imprescindível. “Foi o disco que mudou as nossas vidas, que deu um gás em nossa carreira,” disse Chuck Comeau.

“Naquele tempo nós queríamos fazer vários shows. Nós queríamos abrir para o Green Day, Blink-182, The Offspring. E nós queríamos tocar nas rádios. A primeira vez que ouvimos ‘I’d Do Anything’ na The Buzz, uma estação norte-americana, nós ficamos loucos,” relembra Jeff Stinco.

Se o “No Pads”, que traz hits como ‘I’d Do Anything’, ‘I’m Just A Kid’, ‘Addicted’ e ‘Perfect’, se tornou um sucesso, os cinco membros do Simple Plan devem isso ao trabalho duro e ao objetivo de alcançarem seus sonhos.

“Nós éramos bem ingênuos e nunca consideramos a possibilidade de não dar certo. Nós tínhamos certeza que se déssemos duro, tivéssemos músicas boas, um bom show, era garantia de que funcionaria,” disse Chuck Comeau.

Assim como comentou Jeff Stinco, esse otimismo também foi acompanhado de uma certa teimosia.

“Nós nos colocamos em uma situação bem peculiar. Nós decidimos que tocaríamos em todos os lugares, pois queríamos viajar. Nós chegamos na Alemanha e não tinha ninguém no show. Literalmente ninguém. Mas nós persistimos e voltamos para lá, mesmo tendo que aceitar o ato falho. Hoje, a Alemanha é um mercado grande para nós, mas levaram alguns anos para que ele se abrisse.”

“Nós ainda passamos por muitas dificuldades em nossa carreira,” acrescentou o guitarrista.

Com isso, é bem surpreendente que o grupo nunca passou por mudanças em sua formação, e Jeff Stinco reconhece que o Simple Plan já passou por momentos conturbados.

“Assim como todo relacionamento, existem altos e baixos. Conosco não foi diferente. É uma dinâmica difícil quando você fala de cinco pessoas com personalidades muito fortes. Acho que nossa maior força foi a comunicação. Durante os anos nós nos conhecemos de verdade, sendo transparentes e honestos. Nós ainda somos os mesmos caras que gostam de fazer música juntos. E nossos fãs continuam nos lembrando que criamos algo maior do que o mundo dos cinco membros.”

Chuck Comeau ainda acredita que não há chances de isso acabar. “Ainda existem países que nós não tocamos, coisas que não fizemos. É isso que continua nos motivando. Enquanto as pessoas amarem e nós continuemos nos divertindo, eu não vejo razão para pararmos. É um trabalho incrível e é uma vida que escolhemos e gostamos.”

As 10 maiores conquistas na carreira do Simple Plan

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A turnê de 2002 no Japão

Depois do lançamento do “No Pads”, o grupo viajou para o Japão. Sem imaginar que eles estariam sendo aguardados por diversos fãs. “Eu lembro da primeira vez que chegamos em Tóquio e os fãs estavam nos esperando no aeroporto. Na nossa cabeça, nós estávamos recém saindo de Quebec, não havia nada acontecendo e então nós fomos recebidos como se fossemos os Backstreet Boys. Era um lugar com umas 2.500 pessoas,” disse Jeff Stinco. “Essa foi a primeira vez que pudemos mensurar nosso potencial no mundo,” adicionou Comeau. Essa turnê foi imortalizada no disco ‘Live in Japan 2002’.

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Assinando o contrato com a Atlantic Records

“O começo da aventura,” disse Chuck Comeau pensando em 2001 quando os 05 garotos de Quebec, desconhecidos pelo público, conseguiram atrair a atenção dos chefões de uma gravadora. “Quando começamos a conversar sobre ter uma banda, nós queríamos assinar com uma gravadora dos EUA desde o começo e gravar um disco que seria lançado no mundo inteiro. Um contrato é como iniciar uma maratona. É como o primeiro passo em uma corrida. A Atlentic foi a chance de lançar nossa maratona.”

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A descoberta nos EUA

Depois da Ásia, os Estados Unidos recebeu de braços a abertos essa banda de jovens músicos vindo do Norte. Foi com o single ‘I’d Do Anything’ que essa descoberta foi orquestrada. “Nós tocamos em casas lendárias como o o Giants Stadium, o Madison Square Garden, o Staples Center de Los Angeles. Fomos no Jau Leno, Conan O’Brien, e a MTV nos colocou debaixo de suas asas,” dise Chuck Comeau, se lembrando dos primeiros sucessos nos Estados Unidos. “O disco ganhou o certificado de Platina Dupla. Foi o que nos propagou pelo resto do mundo,” adicionou.

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Austrália: A segunda vez foi a certa

A primeira turnê na Austrália não surtiu os resultados esperados. “Não aconteceu nada. Todas as músicas foram mal nas rádios,” disse Chuck Comeau. Mas depois do sucesso nos Estados Unidos, a Austrália finalmente entrou no jogo. “‘Perfect’ se tornou um grande hit lá. Nós voltamos lá e todas as músicas que não tinham dado certo foram relançadas. Em 2005 nós tocamos em arenas para platéias de 10.000 – 15.000 pessoas do outro lado do mundo.”

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Trabalhar com Bob Rock

O currículo do produtor Bob Rock é mesclado. Entre os seus clientes estão Metallica, The Offspring, The Cult, Mötley Crüe e muitos outros. Com o objetivo de evitar problemas no segundo disco, os caras do Simple Plan fizeram o possível para conseguir seus servios no disco “Still Not Getting Any…” de 2004. Chuck Comeau diz: “Nós pensamos que já que não tínhamos certeza de quanto tempo o Simple Plan iria durar e tivemos a chance de trabalhar com um dos melhores, aceitamos essa oportunidade e, hoje, o ‘Still Not Getting Any…’ continua sendo um dos nossos discos mais importantes.”

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Na África do Sul com…. Metallica

America, Ásia, Europa, Oceania e, por quê não, África? Em 2006, o Simple Plan e outras bandas se juntaram para uma turnê na África do Sul para abrir para o Metallica. Foi assim que um outro mercado se abriu para o grupo de Quebec. “Foi bem especial tocar em festivais na frente de 50.000 pessoas. Foi ainda melhor pois crescemos ouvindo Metallica. Não poderia ser mais exótico. Essa turnê simbolizou o fato de termos nos tornado um grupo mundialmente respeitado,” analizou Chuck Comeau.

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Teen Choice Awards e outras premiações

As premiações, principalmente as com votação aberta para o público, contribuíram para a reputação do Simple Plan. Sua vitória no Teen Choice Awards de 2005 na categoria de banda de rock foi um dos melhores momentos. Uma benção, dizem os caras. “Nós ganhamos todos os anos no MuchMusic Video Awards (seis vezes em sete anos). Se tornou uma rotina,” relembra Jeff Stinco. “Foi graças aos nossos fãs. Foi incrível tudo o que eles fizeram por nós,” acrescentou.

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A primeira vez no Plains of Abraham

Em 2005 uma briza de loucura atingiu o Plains of Abraham durante o Festival d’été de Quebec. Um momento definidor para o grupo, relembram Stinco e Comeau. “Foi naquele momento que nós percebemos como havíamos feito algo de especial para nós em Quebec. Perceber esssa reação, esse mar de pessoas, fez com que viajássemos. É um show que iremos nos lembrar pelo resto de nossas vidas e nos deixará orgulhosos,” confidencia o baterista.

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Summer Paradise no YouTube

O Simple Plan nasceu antes da explosão da música online e as redes sociais. Com o sucesso de “Summer Paradise”, lançado em 2011, os caras descobriram o poder da internet. “É a nossa música de maior sucesso internacional. Temos cerca de 88 milhões de visualizações no YouTube. A colaboração com o Sean Paul foi muito importante. Foi a música perfeita para o formato do YouTube,” disse Jeff Stinco.

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No palco com a Orquestra Sinfônica de Montreal

Dividir o palco com a Orquestra Sinfônica de Montreal é uma oportunidade única em uma carreira. “Foi muito legal. Nós fizemos uma vez e foi para a nossa fundação e foi muito bom,” relembra Chuck Comeau, sobre o evento que arrecadou fundos. “Coisas incríveis aconteceram com a fundação,” diz Stinco. “Nós vimos fãs ajudando outros fãs. Depois do tsunami, fizemos agasalhos e a renda foi destinada para o Japão.”