Simple Plan fala aos fãs sobre David Desrosiers

Em uma nova publicação no Instagram oficial do Simple Plan, a banda direcionou uma mensagem aos fãs que demonstraram preocupação sobre o estado de saúde de David Desrosiers durante os últimos meses. No post, que é ilustrado por uma foto tirada durante a turnê da banda no Brasil, a banda diz que não pretende colocar pressão para que o baixista volte para os palcos. Confira a tradução completa:

Nós gostaríamos de agradecer aos nossos fãs ao redor do mundo que estão apoiando o David Desrosiers durante o último ano e meio enquanto ele está lutando contra a depressão. Caso você tenha levantado placas durante os shows, escrito cartas para ele ou postado comentários aqui no Instagram ou em qualquer outras das nossas mídias sociais, saiba que o David e nós realmente agradecemos pela sua preocupação e palavras de força.

Muitos de vocês tem nos pedido para postarmos novidades sobre como o David está indo e quando ele voltará aos palcos conosco novamente.

A verdade é que nós não sabemos quando exatamente ele estará pronto para voltar a tocar conosco. David ainda está em casa desecansando e tentando melhorar. A recuperação de saúde mental é um processo longo e complicado e a última coisa que nós queremos é colocar alguma pressão no David ou fazer com que ele sinta pressa em voltar enquanto ele não está curado o suficiente. Nós pedimos que vocês continuem mostrando amor e compaixão nesse momento difícil. Com a autorização dele, nós iremos continuar realizando shows como um quarteto até que ele possa se juntar e tocar conosco novamente.

Agradecemos pela compreensão de todos e por serem os melhores fãs que uma banda poderia pedir.

Pierre, Chuck, Jeff e Sebastien

Chuck Comeau fala sobre estado de saúde de David Desrosiers

Dando continuidade a série de entrevistas para divulgar a vinda do Simple Plan ao Brasil que acontece na próxima semana, Chuck Comeau realizou uma entrevista ao site Tenho Mais Discos Que Amigos, onde falou sobre a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” e a possibilidade de David Desrosiers estar presente nas apresentações da banda no país. Confira a entrevista completa abaixo:

Essa será a oitava vez do Simple Plan no Brasil desde 2005, e vocês desenvolveram uma base de fãs muito sólida por aqui ao longo desses anos. Qual é a primeira coisa que passa pela sua cabeça quando você pensa em tocar aqui de novo?
Cara, é sempre uma ocasião especial quando tocamos aí. É um lugar bem especial pra gente. Eu lembro uma vez que tocamos em um festival de uma rádio devrock e tinham muitas bandas incríveis no lineup, uma plateia gigantesca e eu lembro do quanto os fãs eram apaixonados e empolgados quando chegamos aí. Acho que foi a nossa primeira vez se me lembro bem. Sempre tivemos a oportunidade de tocar para plateias muito grandes aí e sempre nos empolgamos pelo quanto as pessoas gostam de música no Brasil. E o engraçado é que parece que o interesse pela nossa banda sempre se renova, porque a cada lançamento de disco os fãs continuam nos mandando comentários e mensagens online, e vemos perguntas de “quando é que vocês vem para o Brasil?”, “venham para o Brasil” e vocês sempre querem mais, mais e mais. Nunca é suficiente (risos).

Rolaram alguns pedidos pra que a gente levasse essa turnê do No Pads… até aí, e faz um tempo já desde a última vez que visitamos o país, mais do que gostaríamos, então vamos tocar dessa vez em um número maior de cidades. Vai ser legal rever os fãs, o pessoal sempre aparece para nos encontrar nos aeroportos, nos hotéis, as pessoas são gentis e fico feliz que tenhamos desenvolvido essa base de fãs e essa relação especial ao longo dos anos. Vocês definitivamente são os fãs mais hardcore que temos ao redor do mundo.

O disco No Pads, No Helmets…Just Balls colocou o Simple Plan no mapa lá por volta de 2002 junto com uma cena que envolvia outras bandas como Good Charlotte, Sum 41, Yellowcard e New Found Glory. Mas agora estamos em 2018, vocês se sentem como veteranos dessa cena do pop punk hoje em dia? Como é a sua relação com outras bandas do gênero atualmente?
É interessante, porque sempre fomos muito amigos dessas bandas e eu sinto que foi muito legal fazer parte de um movimento naquela época, fazer parte de algo grande, que importava para os outros. Nós conseguimos tocar em todos os lugares possíveis, fazer shows grandes e turnês gigantescas e foi muito mágico poder fazer parte da cultura de algum jeito. Sinto que com bandas novas existe um pouco de competição entre elas sobre quem escreveu a música que fez mais sucesso, ou quem fez o maior show — mas para os veteranos esse tipo de coisa não importa mais.

Eu acho que existe uma sensação de respeito renovada de uns pelos outros, porque tantas bandas dessa cena já não estão mais na ativa como antes entre nós. Algumas terminaram, outras não fazem tantos shows mais, não estão tão ativas. É muito difícil segurar as pontas e ter uma carreira extensa, com longevidade nesse meio, então eu sinto que as bandas que conseguem sobreviver ganham essa sensação respeito renovado. Porque você batalhou para estar ali e sobreviver, então você fica feliz por ainda estar nessa posição e poder fazer isso da vida, tocar música. Acho que as bandas também ficam muito mais abertas a trabalhar em conjunto, de forma unida. Fazer mais coisas um com o outro, e estar aí para os outros quando eles precisarem, colaborar. É o jeito que descobrimos para sobreviver, fazendo o que amamos, então temos que batalhar por isso.

Você pode dividir com a gente algumas lembranças da época em que vocês estavam gravando esse álbum?
Esse foi o disco que nos abriu portas e que fez tudo acontecer pra gente. Mas foi difícil de gravar e levou um bom tempo para ficar pronto. Estávamos trabalhando com um produtor (Arnold Lanni) que tinha uma visão meio diferente da nossa, então isso atrapalhou um pouco. Ao mesmo tempo nós também tínhamos a nossa ideia muito clara do que queríamos fazer com o disco e com a nossa banda. Fomos teimosos e tivemos cabeça-dura para insistir no que tínhamos vontade de fazer, então entramos em conflito com o nosso produtor muitas vezes, estávamos meio que sempre brigando com ele. Ao mesmo tempo foi uma época muito boa porque também estávamos sempre juntos, pensando em música o tempo inteiro, falando sobre música o tempo inteiro.

Muitas bandas hoje em dia fazem essas turnês comemorativas celebrando discos que marcaram as suas carreiras. O que vocês estão planejando fazer na de vocês, vão tocar o disco na íntegra? E qual é a importância que você dá pro No Pads na sua carreira? Muitos fãs cresceram ouvindo ele — incluindo eu mesmo — e o consideram como um álbum especial, você o vê da mesma forma?
Antes de mais nada, nós definitivamente vamos tocar o disco na íntegra durante o show. É assim que começamos o set: nós basicamente vamos tocar tudo desse álbum e assim que as músicas terminarem, nós voltamos ao palco e tocamos alguns dos nossos maiores singles dos outros discos. Mais umas 2, 3, 4, até 5 músicas dos outros álbuns. É um show bem divertido, uma chance da gente tocar músicas que não tocamos há anos. Isso é muito legal, eu estou empolgado e feliz por estarmos fazendo isso.

Obviamente o disco representa tudo pra gente, é o disco que mudou as nossas vidas e nos possibilitou viajar o mundo tocando e sendo uma banda e fazendo o que amamos da vida. É o disco que nos deu a chance de nos conectarmos com as pessoas ao redor de todo planeta e fazer elas prestarem atenção nas nossas músicas. Pudemos fazer um som que até um tempo atrás ninguém estava contratando bandas para fazer, tivemos a sorte de lançar esse disco no mesmo período em que essa sonoridade era meio que nova ainda, essa cena do pop punk estava estourando com várias bandas incríveis sendo lançadas ao mesmo tempo. Esse tipo de música teve um impacto muito grande e poder fazer parte disso foi muito empolgante e muito divertido pra gente. Foi uma época mágica e estávamos no lugar certo, na hora certa, sabe? Nós conseguimos tocar os maiores shows das nossas vidas e fazer as coisas mais legais que já tínhamos feito até o momento: estar nas TVs, nas rádios e fazer tudo que sempre sonhamos em fazer.

Fazer essa turnê hoje em dia é uma forma de trazer tudo isso de volta, trazer os nossos fãs de volta e o que é mais incrível e especial pra gente é ver como essas músicas persistiram a todos esses anos e sobreviveram à passagem do tempo e que ainda significam muita coisa para muita gente. Quando tocamos essas músicas percebemos que as pessoas ainda estão ouvindo e reagindo à elas e o fato de que elas foram lançadas há quinze anos e que elas ainda são importantes para as pessoas hoje em dia é a melhor coisa que você pode conquistar como uma banda. Significa que temos um legado, o que é ótimo.

Muitos consideram o No Pads, No Helmets…Just Balls como um disco marcante do pop punk e o Simple Plan em si como uma banda de pop Punk. Temos visto muitas bandas da mesma época que vocês voltando agora e tentando lançar discos do gênero de novo, o que parece ter sido o caso com o último álbum de vocês (Taking One For The Team). Voltar para essa sonoridade do início da carreira foi uma escolha consciente?
Bom, é claro que nós temos consciência da forma com que a banda é percebida, do que os fãs amam a respeito dos nossos discos e do que nós mesmos gostamos sobre eles. Eu acho que ao longo da nossa carreira nós sempre colocamos intensidade no que fizemos e tentamos coisas novas, tentamos nos divertir com a nossa forma de compor e sempre pensamos em tentar sair um pouco da caixa e testar coisas novas. Às vezes funciona, em outras talvez não tenha funcionado tão bem quanto esperávamos. Mas uma coisa que sabemos com certeza é que ainda temos muito amor por esse tipo de música — pop punk ou seja lá o que for — as músicas com muita energia, as letras sinceras, as melodias que ficam na cabeça, é isso que nós crescemos amando ouvir e é nisso que a nossa banda foi baseada. É isso que nos tornou quem somos hoje.

Definitivamente existem horas em que, olhando pra trás, lembramos de momentos em que tentamos fugir de quem somos, e eu acho que quando você fica mais maduro, adquire uma perspectiva maior. Então começamos a perceber tudo o que esse tipo de música nos deu e pensamos “por que não abraçar isso? por que não retornar um pouco às raízes e fazer esse som mais old school?” até porque não existem mais tantas bandas fazendo esse tipo de música e acho que grupos como o blink-182, Good Charlotte, Sum 41, nós, e mais alguns ainda estão carregando a bandeira desse tipo de música.

Nós sempre gostamos de experimentar um pouco e testar novas sonoridades, mas no fim do dia, se você quer ouvir uma grande música de pop punk, nós sabemos que você pode ouvir uma dessas bandas. Tem dias em que a gente pensa, “sabe, vamos escrever uma música mais raiz, vamos compor algo que faça nossos fãs se sentirem como se sentiram durante o nosso primeiro ou segundo disco”. Até para nós mesmos nos inspirarmos, “vamos voltar e ter aquela energia que nós tínhamos quando estávamos apenas começando”. Eu acho que é legal fazer uma versão moderna disso. Eu não acho que conseguimos escrever uma música exatamente da forma com que escrevíamos em 2002 porque somos pessoas diferentes, temos influências diferentes e a cena musical mudou, mas definitivamente podemos nos inspirar nisso e escrever algo que tem os mesmos ingredientes de antes. Algo que tenha a mesma vibe, a mesma energia e eu acho que o fato de que se essas músicas foram gravadas em 2018, isso vai fazer elas parecerem um pouco diferentes, mas elas vão ter a mesma energia e esse é o ingrediente principal.

Recentemente veio a público a informação de que o David Desrosiers (baixista) está enfrentando uma depressão e tirou uma licença da banda. Antes de mais nada: ele está se sentindo melhor? E ele fará parte da turnê brasileira esse mês? Em uma era onde a ansiedade e a depressão se tornaram quadros epidêmicos ao redor do mundo, como vocês lidam com esse tópico entre vocês e com os seus fãs?
Tem sido uma situação interessante e obviamente triste pra gente, nunca tivemos que lidar com isso antes, com um membro da banda passando por problemas de saúde mental. Ele está passando por um momento difícil, então como amigos e colegas de banda nós nos sentimos tristes que ele tenha que passar por isso. Não é algo que imaginávamos ter que enfrentar e quando ele nos contou sobre o que estava acontecendo definitivamente ficamos em choque e surpresos, e muito chateados ao mesmo tempo que nosso amigo esteja passando por isso.

Ao mesmo tempo, pensamos que a coisa certa a fazer é garantir que ele fique bem e melhore. Então, se ele acha que não pode viajar o mundo em turnê agora e prefere ficar em casa, está tudo bem. Fique em casa, descanse, trabalhe os pontos que você tem que trabalhar consigo mesmo e saiba que essa é a prioridade número 1 pra gente. Todos os fãs ainda querem ver a gente, e não queríamos colocar mais pressão no David. Senão seria “hey cara, nós vamos parar de tocar até você melhorar,” e isso pressionaria muito ele. Então falamos, “tire o tempo que você precisar e achar necessário, nós conseguimos fazer bons shows ainda com 4 pessoas, nós vamos ter a faixa de baixo rolando lá mesmo que você não esteja com a gente”.

Nós paramos para explicar o que rolou para os nossos fãs, que ele está focado na sua recuperação e acho que eles entenderam. Acho que os fãs foram incrivelmente compreensíveis com a situação e a respeitaram. Acho que eles também estão felizes que ainda estamos tocando, apesar de que muitos gostariam que o David estivesse lá, mas agora ele não pode fazer isso.

Não sabemos ainda para o Brasil se ele estará com a gente ou não. Ele não faz esse show conosco desde a turnê pelos Estados Unidos no ano passado, mas nós tocamos muito desde então e ainda sentimos que o show é um grande espetáculo. Obviamente é um pouco diferente porque o David não está lá, mas ainda será muito divertido para os fãs. Vamos conversar com ele nos próximos dias e ver como ele se sente. Esperamos que ele possa ir conosco e estar aí, mas se ele não estiver vamos respeitar isso, ir do mesmo jeito e tocar o melhor show que pudermos para os nossos fãs brasileiros. Esperamos que vocês entendam.

Bom, acho que o nosso tempo está acabando. Obrigado pela conversa e boa turnê pra vocês, Chuck.
Eu que agradeço! Vemos vocês em breve!

Entrevista com Seb para o site “May the Rock Be With You”

Em uma entrevista para divulgar os shows do Simple Plan na Austrália, Sebastien Lefebvre conversou com o site “May the Rock be With You”, onde além de falar sobre o que os fãs podem esperar dessa turnê, o guitarrista também comenta sobre o estado de saúde de David Desrosiers e sua vontade de lançar um novo material do Simple Plan até o final do ano de 2018. Confira a matéria traduzida abaixo:

As lendas canadenses multiplatina do pop-punk, Simple Plan, irão trazer sua turnê mundial de comemoração dos 15 anos de ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’ para a Austrália em Abril para uma passagem especial pela Costa Leste. Com um número enorme de prêmios e mais de 10 milhões de álbuns vendidos pelo mundo, esse é um evento obrigatório para qualquer fã de Simple Plan. [A revista] Rolling Stone recentemente nomeou ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’ na sua lista de 50 Maiores Álbuns de Pop Punk de Todos os Tempos.

Nosso velho amigo, Seb nos ligou durante o feriado de sua casa em Montreal para falar sobre o retorno do Simple Plan para a Austrália para a turnê de comemoração, lembranças do álbum de estreia, o porquê das pessoas terem se apegado à ele, o porquê de serem os caras mais legais por aí, e muito mais.

Já se passaram cerca de quatro anos desde que conversamos nos bastidores da Warped aqui em Sydney, então vamos nos atualizar. Como tem sido os últimos quatro anos para vocês?
Tem sido ótimo, acho que viemos para a Austrália uma outra vez desde então, na turnê de ‘Taking One For The Team’ quando o último álbum foi lançado em 2016, e estivemos ocupados desde então. Durante todo o ano de 2016 fizemos a turnê do ‘Taking One For The Team’ e então em 2017 nós, basicamente, fizemos a turnê de comemoração o ano todo, então estamos muito felizes de trazê-la para vocês.

Vocês estão voltando para nos ver na comemoração de 15 anos de ‘No Pads, No Helmets, Just Balls’. Nos conte como vão ser esses shows?
Vai ser, basicamente, da maneira que rola o álbum. Nós entramos no palco, tocamos todas as músicas, nos divertimos muito, tem alguns momentos no set onde todo mundo fica completamente louco, é ótimo, e então voltamos e tocamos mais alguns hits e todos se enchem de muitas emoções incríveis, mas a mais proeminente seria, provavelmente, a nostalgia – o que é ótimo, é uma sensação ótima de ser tem um show. Se você for fã de Simple Plan e já nos viu antes, sabe que ainda tocamos duas ou três músicas do primeiro álbum, mas agora você vai poder ouvir todas elas, então é diversão para todo mundo.

Quando você tem que voltar e revisitar o álbum por completo, como é tocar músicas que podem não ter sido tocadas há muito tempo?
Surpreendentemente, foi bem fácil porque é a questão desse álbum é que quando nós costumávamos fazer shows, naquela época, tínhamos que tocar todas as músicas então só levou um minuto para lembrarmos, só pela memória muscular pois já tínhamos tocado-as antes, então foi bem rápido lembrar. Acho que agendamos uma semana de ensaios e dois dias depois, estávamos “certo, estamos prontos” (risos). O que fazemos com o resto da semana? Então, começamos a tocar ao vivo e foi muito divertido. Foi bom, mas, ao mesmo tempo, realmente te faz voltar no tempo, enquanto você toca as músicas consegue lembrar algo que aconteceu em um show quinze anos atrás, quando você estava tocando aquela mesma música, então tem muita emoção enquanto estamos nessa turnê.

Vamos voltar; qual a sua lembrança preferida do lançamento desse álbum de estreia em 2002?
Acho que era que toda vez que fazíamos algo, era a primeira vez que estávamos fazendo aquilo, aquele álbum marca nossa primeira turnê, nossa primeira viagem internacional, nossa primeira vez abrindo shows, nossos primeiros shows esgotados, primeiros álbuns de ouro, os primeiros programas de entrevista que tocamos. Tudo era tão novo que eu lembro que nós tínhamos pequenas reuniões porque não sabíamos [de nada], então sentávamos com nosso empresário ou com o Chuck, porque o Chuck é basicamente o empresário da banda, e ele dizia “Ok, então vai rolar isso aqui na Austrália, e isso aqui na Ásia” e então ele diria “Vocês deveriam estar felizes, tipo vocês iriam nos dizer se isso é ótimo, vocês deveriam estar felizes agora” (risos). Então é tipo “Ok então, estou feliz, muito obrigada.”

O que você acha que tem nessas músicas e nesse álbum que fez as pessoas se apegarem tanto a ele?
Essa é uma boa pergunta. Eu acho que o fato de serem boas músicas tem a ver com isso, além disso algo que nós notamos ao longo dos anos é que sempre que somos muito, muito pessoais em uma música, é quando as pessoas mais conseguem se relacionar com ela. Por exemplo, ‘Perfect’ é totalmente sobre caras em uma banda falando para os seus pais que querem estar em uma banda e sair da escola, e essa se tornou a música que as pessoas mais se identificaram e uma das nossas maiores músicas, porque todo mundo consegue se ver nessa situação onde estão discordando ou nem discordando, mas presumindo incorretamente que seus pais estão decepcionados, sabe, e isso mexe com aquele tipo de sentimentos, “bom, e agora o que eu faço?”, e “sinto muito estar te decepcionando” bla bla bla, e isso gerou uma conexão com as pessoas, então sinto que a honestidade ali, e as melodias pegajosas também, e diria que o começo dos anos 2000 tinha um forte para esse tipo de música também.

Você falou sobre trazer de volta uma lembrança de uma música, mas você é bom com rostos? Vocês verão pessoas que já viram há 15 anos que estão voltando agora?
Às vezes sim, às vezes não. Acontece sim, às vezes você vê alguém no público, e é como se eu achasse que te conheço, mas na maioria das vezes eu me engano e digo “Hey, já nos conhecemos antes” e eles dizem “Não”, “Bom ok, essa é a primeira vez que nos conhecemos então” (risos).

Ao longo do tempo é fácil dizer o que mudou em uma banda, mas o que você diria que é algo que continuou o mesmo durante o tempo que estão juntos?
Muita coisa continuou a mesma; acho que a maneira como somos uns com os outros e o jeito que somos no palco, acho que isso continuou o mesmo. Obviamente, acho que tocamos melhor agora, temos quinze anos juntos no palco então essa parte acho que estamos melhor. Mas só o jeito que somos e o jeito que brincamos uns com os outros, e damos “aquele” olhar e sabemos como estamos quando estamos juntos viajando em um avião, ou em uma van ou só relaxando antes do show. Sinto que nessa altura, passados 15 anos, não acho que isso irá mudar, então é essa a maneira que nós somos.

Eu acho também que vocês são uns dos caras mais legais com quem já falei, e a banda mais legal por aí, então isso é algo a manter também.
Oh muito obrigado, obviamente temos nossos pais para agradecer por isso, e outras pessoas dizem sobre outras bandas, “Ah, aquele cara virou um babaca quando entrou na banda”, provavelmente não, talvez ele sempre tenha sido um babaca e agora você só vê isso com mais frequência. Sinto que nós nos damos uns toques também, assim que alguém tem um pedido um pouco “rockstar”, todo mundo cai em cima e ele não se desvia da mentalidade simples da primeira turnê, acho que isso sempre vai se manter conosco, aquele negócio de “faça você mesmo” onde meio que estamos no comando, fazemos nossas próprias coisas, não exageramos nada, somos bem moderados e tentamos ser o mais tranquilo possível, e obviamente tentamos ser legais com nossos fãs, eles são basicamente o motivo de ainda estarmos aqui e o porquê de podermos fazer essa turnê quinze anos depois. Então, nós sempre tentamos ser acessíveis, sempre queremos conhecê-los, ouvir suas histórias e tudo mais.

Então, tivemos um álbum novo em 2016, há planos para músicas novas em breve?
Esse é o plano, sim. Nesse momento nós, obviamente, ainda temos mais alguns lugares para ir em turnê, mas nós acabamos de ter uma folga, não temos nenhuma turnê grande até a Austrália, então nós estamos descansando um pouco, eu já comecei a trabalhar no meu estúdio e tenho certeza que os outros caras também, e estamos só tentando pensar em algumas ideias, ver o que dá certo, o que não dá e vamos nos dedicar mais oficialmente nas próximas semanas ou no próximo mês, ou algo assim.

O que vocês esperam para o restante do ano?
Espero que seja esse o plano, assim que começamos a escrever as coisas ficam incríveis, cada música que compomos é ótima então vamos pro estúdio bem rápido, porque adoraríamos levar menos tempo entre os álbuns. Entretanto, todo mundo quer ver essa turnê de comemoração, então temos que dar uma pequena pausa na composição para viajar e ver vocês, e outros shows aqui e ali esse ano, o que é divertido porque sempre tem shows aqui e ali, mas esse é o plano, vamos tentar focar na composição e gravação do álbum, acho que esse é o tema deste ano.

Então, o que você ainda gosta em estar no Simple Plan?
Não sei, tô meio cansado já, não, não, brincadeira. Amamos subir no palco, ainda somos todos amigos, amamos subir no palco juntos e fazer shows juntos, e obviamente, algumas coisas foram ficando mais difíceis já que todos temos famílias, mas acho que de maneira nenhuma alguém conseguiria fazer esse trabalho se não fosse divertido. Acho que pode exigir muito de você, fisicamente, sabe, você não tem mais 18 anos então o jet lag é mais pesado pra gente (risos). Vou estar na minha melhor forma física quando formos para os shows na Austrália. Pra mim, é sobre se divertir fazendo algo que amo e nesse momento, esse é o meu trabalho, essa é a minha carreira, mas é também uma maneira legal de eu me divertir, então estou só viajando com meus amigos, e basicamente indo para cidades legais e não acho que ninguém ia achar isso um saco (risos).

Tenho que perguntar, como está o David?
Ele tem lidado com um ano difícil, então está precisando de muito tempo para descansar e ficar em casa, ele está passando por uma depressão bem difícil então está saindo dessa bem devagar, e ele ainda está na banda, obviamente, então não comece nenhum boato, mas ele e nós sentimos que era melhor que ele ficasse em casa e descansasse ao invés de entrar em um calendário agitado de turnê o ano todo, que seria extremamente cheio. No momento, ele está só garantindo que se sinta bem.

O que ainda falta fazer, que vocês ainda não tiveram a chance de realizar?
Acho que o principal é continuar por aqui, continuar sendo relevante, continuar a banda e acho que esse é um desafio que vem conosco em todo álbum, mas felizmente pudermos continuar como banda e se esse ano prova alguma coisa, é que ainda conseguimos isso, ainda podemos ser uma banda e isso é demais e acho que isso é o que todos temos em comum, contanto que consigamos continuar e contanto que as pessoas se importem de nos ver, vamos continuar vindo vê-los e vamos continuar fazendo álbuns e fazendo shows. Além disso, tem alguns lugares que nunca fomos tocar que gostaria de ir, adoraria ir para Islândia apesar que, talvez, só gostaria de ir lá nas férias e não para tocar (risos). Mas adoraria voltar para África do Sul, só fomos lá uma vez e nos divertimos muito, adoraria voltar lá. Então um pouquinho de viagem, mas sobretudo se continuarmos compondo músicas, tendo um hit mundial, isso seria algo incrível de conquistar, mas para nós só continuar por aí já é uma maneira muito satisfatória de estar nessa banda.

Então, o que faço com todo mundo é fazer com que olhem para o futuro, então termine a frase pra mim. Ao fim de 2018, o Simple Plan estará…
Andando em carros voadores, acho que é isso que ‘De Volta pro Futuro” previu, certo? (risos). Não! Ao final de 2018, o Simple Plan irá lançar música nova, é isso que espero, talvez não um álbum completo, talvez alguma coisa, mas espero que no final do ano algo tenha sido lançado, é isso que estou torcendo, não coloque isso no calendário, não coloque uma data, não surtem nos sites de fãs, é apenas o que estou esperando.

Fotos raras de Pierre e David no Reset

Recentemente o engenheiro de som do Simple Plan, Frank Joly, aproveitou seus dias de férias das turnês da banda para revirar os seus arquivos que trouxeram algumas fotos antigas de Pierre Bouvier e David Desrosiers no fim dos anos 90.

As imagens publicadas no Instagram de Frank foram tiradas em duas ocasiões: A de Pierre foi feita em seu último show como vocalista da banda Reset em 1999. Essa foi a primeira vez que Joly trabalhou em uma gravação de um show ao vivo. A segunda imagem traz David Desrosiers em um show da banda realizado em 2000.

Revista diz que David estará na turnê do Simple Plan na Austrália

A publicação de hoje da revista australiana Play Magazine trouxe uma matéria sobre o retorno do Simple Plan ao país com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”, que acontece no mês de Abril com shows em Gold Coast, Brisbane, Melbourne, Newscastle e Sydney.

Na matéria, que foi vinculada em Gold Coast, eles aproveitam para anunciar o início das vendas dos ingressos e garantem que a produtora local espera que o show na cidade tenha todos os ingressos vendidos. Inclusive, para o show que acontece em Melbourne no Forum Theatre, todos os 2.000 ingressos disponibilizados foram vendidos em poucas horas.

Em um dos parágrafos do texto eles citam que “O show irá trazer os cinco membros oficiais da banda, Pierre Bouvier, Jeff Stinco, Sebastien Lefebvre, David Desrosiers e Chuck Comeau”. Como todos sabemos, o baixista David Desrosiers tirou boa parte do ano de 2017 para descansar enquanto batalha contra a depressão, e, até o momento, nenhum comunicado sobre quando ele irá retornar as atividades junto a banda foi oficialmente divulgado.

Mesmo que a revista tenha enfatizado que os cinco membros estarão presentes na Austrália, acreditamos que não podemos tomar isso como uma decisão oficial da banda. Provavelmente, tendo em vista o histórico das etapas mais recentes da turnê na Europa e América do Norte, a banda deverá se pronunciar da decisão dos cinco alguns dias antes de retornarem ao país para essa série de shows.

A matéria continua com um depoimento da diretora da casa de shows NightQuarter, Michelle Christoe. Ela diz que ela e sua equipe estão ansiosas em poder proporcionar a oportunidade dos moradores de Gold Coast de assistir um show da magnitude do Simple Plan.

“O NightQuarter tem trabalhado duro para fazer com que as bandas se interessem a voltar para Gold Coast depois de termos construído uma relação com os produtores e entregando eventos incríveis tanto para as bandas quanto para os fãs,” disse ela.

“É muito empolgante ver bandas como o Simple Plan incluindo o NightQuarter em sua turnê australiana, além de ser um novo marco para Gold Coast.”

Em homenagem a David, organizações voltadas para a saúde mental serão o foco da Simple Plan Foundation este ano

O HollywoodPQ postou em seu site que este ano, em homenagem e  apoio a David Desrosiers, a maior parte dos fundos arrecadados pela Simple Plan Foundation serão doados para organizações voltadas para a saúde mental. O baixista revelou publicamente este ano que está enfrentando a depressão, motivo que o impede de “aproveitar a vida e fazer coisas que eu gosto, como tocar músicas”. Você pode ler mais a respeito neste post.

Este ano, um valor de 20.000 dólares foram levantados e serão doados entre 25 entidades diversas. Esse valor será redirecionado para organizações especializadas em psiquiatria infantil e no trabalho da prevenção do suicídio em jovens, financiados pelo Sainte-Justine, maior hospital voltado para o público infantil no Canadá, bem como para a fundação desse hospital. O dinheiro também será revertido para ajudar as fundações universitárias como o Institut Universitaire en Santé Mentale de Montréal (Instituto Universitário de Saúde Mental de Montreal) e Institut Douglas (Instituto Douglas).

Mais uma vez o Simple Plan Brazil manifesta seu apoio ao baixista pela decisão de se afastar e reforça sua admiração pela banda por seu apoio incondicional a David e por agir, através da fundação, para ajudar outras pessoas.

David enfrenta depressão e cancela participação na NPNHJB Tour

Na tarde de hoje o baixista do Simple Plan, David Desrosiers publicou uma mensagem em sua conta oficial no Instagram dizendo que não estará com a banda na próxima etapa da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15h Anniversary Tour”. Desrosiers finalmente esclareceu o que realmente está acontecendo com ele, contando aos fãs que está enfrentando uma depressão profunda que o impede de sentir disposição de subir aos palcos.

Leia abaixo o depoimento na íntegra de David e, em seguida, a mensagem publicada por Jeff, Pierre, Chuck e Seb:

“Olá pessoal. É com muita tristeza que eu devo anunciar que eu não poderei me juntar aos caras na próxima turnê pela Europa. Eu estou lutando contra a depressão constantemente por um bom tempo mas chegou a hora de explicar o motivo de eu não conseguir estar com meus amigos de banda tocando para vocês. Nesse momento, eu estou lutando contra uma depressão profunda que me impede de aproveitar a vida e fazer coisas que eu gosto como tocar músicas. Muitas de nossas músicas, e o nosso trabalho com a Simple Plan Foundationm falam sobre a esperança que deve ser mantida em momentos difíceis. Eu realmente acredito nessa mensagem e garanto para vocês que eu voltarei em breve!” – David Desrosiers

“Sentimos muito em dizer que o David não estará conosco na turnê pela Europa. Assim como ele disse em sua mensagem, o David está passando por momentos de depressão por um bom tempo e essa situação ás vezes dificulta para que ele possa lidar com os compromissos de estar em uma banda, em turnê e fazendo shows noite após noite. Para respeitar sua vontade, sempre mantivemos essa informação em segredo. Hoje, ele achou que era importante dividir isso com todos vocês pela primeira vez e nós respeitamos completamente sua decisão.

David é o nosso amigo antes de tudo e a nossa maior prioridade agora é que ele esteja saudável e se sentindo bem. Depois de conversarmos com ele nessa semana, nós decidimos juntos que era melhor que ele ficasse em casa e focasse em sua recuperação. Nós sabemos que alguns de vocês ficarão desapontados ao ouvir isso e nós sentimos muito.

A depressão é uma doença séria que pode afetar qualquer um e tendo o David lidando com isso fez com que esse assunto se aproximasse de nós e nos inspirasse a ajudar organizações com a Simple Plan Foundation que focam na saúde mental. Nós esperamos que ao falarmos disso abertamente possa ajudar alguns de vocês a lidar com problemas parecidos.

Realmente parte o nosso coração ver o nosso amigo e companheiro de banda passando por esses problemas difíceis, mas sabemos que ele vai superar isso e voltar aos palcos conosco em breve. Nós mal podemos esperar para recebê-lo de volta!

Enquanto isso, com o apoio de David, todas as datas da Europa acontecerão conforme planejado. Nós estamos ansiosos para os shows e para ver os nossos fãs da Europa!” – Pierre, Chuck, Jeff e Sebastien

Falando em nome da equipe do SPBrazil, nós gostaríamos de reforçar o quanto o estado emocional de David é importante nesse momento. Com essa notícia fica mais claro o motivo de a banda ter vindo ao Brasil sem a presença do baixista em Dezembro do ano passado. Esperamos que os fãs sejam compreensíveis e enviem apenas mensagens positivas para Desrosiers. Não vamos esquecer o quanto sua voz alegrou todos os nossos dias difíceis, e não vamos deixá-lo esquecer o quanto amamos e nos importamos com o bem estar dele.

David Desrosiers fala sobre participação no Festival Éole en Musique

Durante essa semana o Simple Plan participará de uma série de entrevistas em programas de rádio e televisão do Canadá para divulgar a “Taking One for the Team Tour”, que visitará o país em Março, e também sobre os próximos passos da banda.

A primeira entrevista foi realizada ontem e trouxe o baixista David Desrosiers, que  conversou com a rádio Choe FM 95,3 para confirmar a participação da banda no  Festival Éole en Musique, no dia 12 de Agosto deste ano. Ouça a entrevista completa no player abaixo:

David Desrosiers fala pela primeira vez sobre ausência no Simple Plan

david-statement

Em um post publicado no Instagram durante essa madrugada, o baixista David Desrosiers decidiu se pronunciar pela primeira vez desde que ele deixou de participar dos shows do Simple Plan na América do Sul.

Apesar de ainda não contar com detalhes, Desrosiers explica o que fez com que esse intervalo longe dos palcos fosse necessário, e se diz pronto para voltar para a estrada durante as turnês que acontecerão nos próximos meses. Confira a declaração abaixo:

“Olá a todos,

Eu só gostaria de falar um pouco e avisá-los que eu estou bem e que estou animado para voltar ao palco com os caras na próxima turnê para tocar para todos vocês.

O ano passado foi um ano bem agitado e ocupado, então eu precisei de uma pausa para ficar na minha cidade recarregando minhas baterias.

Eu agradeço a compreensão e apoio de todos, assim como o apoio da banda. Vejo vocês em breve nos shows.

Paz, amor e luz 🙏❤️✨”

David Desrosiers fala sobre estilo de vida vegano

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No início do mês de Fevereiro, David Desrosiers realizou uma visita ao SPCA de Montreal, um instituto social que previne as crueldades contra os animais, onde ele concedeu uma entrevista contando sobre como ocorreu a sua transição para a vida vegana, suas inspirações e dá dicas de como manter a alimentação durante a vida na estrada. Confira a entrevista abaixo e clique aqui para ver novas fotos da visita do baixista ao SPCA.

Como ocorreu a sua transição para o estilo de vida livre de crueldades?
Graças a um relacionamento anterior, eu já estava familiarizado com o estilo de vida vegano. Mas depois de assistir ao documentário Earthlings, foi aí que eu deixei de consumir totalmente qualquer tipo de produto animal. Uma vez que você vê tudo isso, você não consegue esquecer.

Quem foram suas fontes de inspiração?
Durante a minha transição para esse estilo de vida, eu fui excelentemente inspirado por uma amiga de longa data, que é vegana (instagram.com/veganforearth) e pelo ativista australiano James Aspey.

Como os seus amigos e familiares reagiram?
Muito bem! Eu ainda tive uma influência positiva na alimentação da minha família e em seus hábitos de consumo.

É fácil manter o estilo de vida vegano durante a turnê?
Eu viajo muito graças a minha carreira. E ao contrário do que muitos pensam, não é difícil comer comida vegana fora de casa. Frequentemente, os chefes de restaurante gostam do desafio criativo de fazer um prato quando a opção não está disponível no menu. Além disso, restaurantes indianos e japoneses costumam ter pratos veganos. Uma das minhas dicas é levar alguns lanches para o aeroporto, como as barras VEGA, caso as opções sejam limitadas.

Quais sãos os seus restaurantes favoritos em Montreal?
Aux Vivres, principalmente pelo sanduíche BLT (bacon, alface e tomate) com bacon de coco. Eu também amo o Lola Rosa e o Sushi Momo, que ofere sushis totalmente veganos.

O que você recomendaria para alguém que gostaria de adotar um estilo de vida vegano e livre de crueldades?
Faça isso aos poucos, dando pequenos passos… e você não precisa necessariamente fazer o mesmo que eu, fazendo essa mudança do dia pra noite! Aprenda sobre a dieta vegana para poder comer de forma balanceada. Assista a documentários sobre o assunto e se inspire por pessoas que tragam uma mensagem positiva como James Aspey.