Concorra a pôsteres autografados e ingressos para o show de Uberlândia!

Faltam poucos dias para o Simple Plan desembarcar no Brasil com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”, e depois de ajudarmos os fãs de Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, chegou a vez de Uberlândia!

O SPBrazil, em parceria com a Move Concerts e a HSmerch irá sortear dois ingressos para a Pista Premium do show do Simple Plan em Uberlândia e dois pôsteres autografados pela banda!

Para participar basta curtir a foto do concurso em nosso Instagram, seguir os perfis do @simpleplanbrazil, @moveconcertsbrasil e @highlightsounds e marcar três amigos nos comentários. Vale lembrar que os amigos marcados não poderão ser perfis de marcas, empresas ou personalidades. Quanto mais vezes você comentar, mais chances você tem de ganhar, mas sempre marcando três amigos diferentes.

O concurso vai até o dia 28 de Maio e os dois vencedores serão divulgados no dia 29 de Maio. Leia o regulamento completo do concurso clicando aqui.

Boa sorte! 😉

Heineken distribuirá palhetas do Simple Plan no Rio

Os fãs que estarão presentes no show do Simple Plan que acontece no Circo Voador no dia 30 de Maio receberão uma surpresa da Heineken, a patrocinadora oficial do evento.

Além de ganharem um pôster exclusivo do show que foi divulgado recentemente pelo Queremos!, a marca de cerveja preparou palhetas personalizadas da banda. A ação faz parte da campanha #LiveYourMusic que também está distribuindo palhetas nos shows da turnê de despedida do Ozzy Osbourne no Brasil.

Vale lembrar que os ingressos para o show da banda no Rio de Janeiro ainda estão disponíveis para venda, então não perca tempo e garanta já o seu clicando aqui.

ATUALIZAÇÃO: A produtora Queremos! também divulgou mais uma novidade!

Todos os fãs que comprarem uma Heineken no show do Simple Plan no Circo Voador, receberão um copo exclusivo da banda. A arte do copo segue a linha do pôster oficial que também estará disponível para os fãs no show.

PODCAST: Um debate sobre merch oficial

Os shows no Brasil se aproximam e com eles vários tópicos relacionados a turnê são levantados. Anna, Bruno, Dani e Maria discutem um aspecto muito importante, porém pouco falado: por que devemos nos empenhar para comprar (ou não) o merchandising oficial da banda? Afinal, comprar uma blusa pirateada do lado de fora é mais barato? Vou perder minha carteirinha de fã caso não compre uma oficial? Os membros da nossa equipe se empenham em demonstrar os dois lados da discussão em forma de debate.

Como sempre, lembramos que você pode baixar o podcast no iTunes, no seu celular Android ou ainda assinar diretamente nosso RSS Feed. Caso prefira ouvir no computador, só escute no player abaixo. Não deixem de mandar feedback e emitir suas opiniões por meio do nosso formulário, ou nos mande mensagens no Twitter ou Facebook.

Como bônus, ouça o podcast completo para saber como concorrer a um pôster autografado pela banda. O concurso é válido até Domingo (20 de Maio).  😉

Chuck Comeau fala sobre estado de saúde de David Desrosiers

Dando continuidade a série de entrevistas para divulgar a vinda do Simple Plan ao Brasil que acontece na próxima semana, Chuck Comeau realizou uma entrevista ao site Tenho Mais Discos Que Amigos, onde falou sobre a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” e a possibilidade de David Desrosiers estar presente nas apresentações da banda no país. Confira a entrevista completa abaixo:

Essa será a oitava vez do Simple Plan no Brasil desde 2005, e vocês desenvolveram uma base de fãs muito sólida por aqui ao longo desses anos. Qual é a primeira coisa que passa pela sua cabeça quando você pensa em tocar aqui de novo?
Cara, é sempre uma ocasião especial quando tocamos aí. É um lugar bem especial pra gente. Eu lembro uma vez que tocamos em um festival de uma rádio devrock e tinham muitas bandas incríveis no lineup, uma plateia gigantesca e eu lembro do quanto os fãs eram apaixonados e empolgados quando chegamos aí. Acho que foi a nossa primeira vez se me lembro bem. Sempre tivemos a oportunidade de tocar para plateias muito grandes aí e sempre nos empolgamos pelo quanto as pessoas gostam de música no Brasil. E o engraçado é que parece que o interesse pela nossa banda sempre se renova, porque a cada lançamento de disco os fãs continuam nos mandando comentários e mensagens online, e vemos perguntas de “quando é que vocês vem para o Brasil?”, “venham para o Brasil” e vocês sempre querem mais, mais e mais. Nunca é suficiente (risos).

Rolaram alguns pedidos pra que a gente levasse essa turnê do No Pads… até aí, e faz um tempo já desde a última vez que visitamos o país, mais do que gostaríamos, então vamos tocar dessa vez em um número maior de cidades. Vai ser legal rever os fãs, o pessoal sempre aparece para nos encontrar nos aeroportos, nos hotéis, as pessoas são gentis e fico feliz que tenhamos desenvolvido essa base de fãs e essa relação especial ao longo dos anos. Vocês definitivamente são os fãs mais hardcore que temos ao redor do mundo.

O disco No Pads, No Helmets…Just Balls colocou o Simple Plan no mapa lá por volta de 2002 junto com uma cena que envolvia outras bandas como Good Charlotte, Sum 41, Yellowcard e New Found Glory. Mas agora estamos em 2018, vocês se sentem como veteranos dessa cena do pop punk hoje em dia? Como é a sua relação com outras bandas do gênero atualmente?
É interessante, porque sempre fomos muito amigos dessas bandas e eu sinto que foi muito legal fazer parte de um movimento naquela época, fazer parte de algo grande, que importava para os outros. Nós conseguimos tocar em todos os lugares possíveis, fazer shows grandes e turnês gigantescas e foi muito mágico poder fazer parte da cultura de algum jeito. Sinto que com bandas novas existe um pouco de competição entre elas sobre quem escreveu a música que fez mais sucesso, ou quem fez o maior show — mas para os veteranos esse tipo de coisa não importa mais.

Eu acho que existe uma sensação de respeito renovada de uns pelos outros, porque tantas bandas dessa cena já não estão mais na ativa como antes entre nós. Algumas terminaram, outras não fazem tantos shows mais, não estão tão ativas. É muito difícil segurar as pontas e ter uma carreira extensa, com longevidade nesse meio, então eu sinto que as bandas que conseguem sobreviver ganham essa sensação respeito renovado. Porque você batalhou para estar ali e sobreviver, então você fica feliz por ainda estar nessa posição e poder fazer isso da vida, tocar música. Acho que as bandas também ficam muito mais abertas a trabalhar em conjunto, de forma unida. Fazer mais coisas um com o outro, e estar aí para os outros quando eles precisarem, colaborar. É o jeito que descobrimos para sobreviver, fazendo o que amamos, então temos que batalhar por isso.

Você pode dividir com a gente algumas lembranças da época em que vocês estavam gravando esse álbum?
Esse foi o disco que nos abriu portas e que fez tudo acontecer pra gente. Mas foi difícil de gravar e levou um bom tempo para ficar pronto. Estávamos trabalhando com um produtor (Arnold Lanni) que tinha uma visão meio diferente da nossa, então isso atrapalhou um pouco. Ao mesmo tempo nós também tínhamos a nossa ideia muito clara do que queríamos fazer com o disco e com a nossa banda. Fomos teimosos e tivemos cabeça-dura para insistir no que tínhamos vontade de fazer, então entramos em conflito com o nosso produtor muitas vezes, estávamos meio que sempre brigando com ele. Ao mesmo tempo foi uma época muito boa porque também estávamos sempre juntos, pensando em música o tempo inteiro, falando sobre música o tempo inteiro.

Muitas bandas hoje em dia fazem essas turnês comemorativas celebrando discos que marcaram as suas carreiras. O que vocês estão planejando fazer na de vocês, vão tocar o disco na íntegra? E qual é a importância que você dá pro No Pads na sua carreira? Muitos fãs cresceram ouvindo ele — incluindo eu mesmo — e o consideram como um álbum especial, você o vê da mesma forma?
Antes de mais nada, nós definitivamente vamos tocar o disco na íntegra durante o show. É assim que começamos o set: nós basicamente vamos tocar tudo desse álbum e assim que as músicas terminarem, nós voltamos ao palco e tocamos alguns dos nossos maiores singles dos outros discos. Mais umas 2, 3, 4, até 5 músicas dos outros álbuns. É um show bem divertido, uma chance da gente tocar músicas que não tocamos há anos. Isso é muito legal, eu estou empolgado e feliz por estarmos fazendo isso.

Obviamente o disco representa tudo pra gente, é o disco que mudou as nossas vidas e nos possibilitou viajar o mundo tocando e sendo uma banda e fazendo o que amamos da vida. É o disco que nos deu a chance de nos conectarmos com as pessoas ao redor de todo planeta e fazer elas prestarem atenção nas nossas músicas. Pudemos fazer um som que até um tempo atrás ninguém estava contratando bandas para fazer, tivemos a sorte de lançar esse disco no mesmo período em que essa sonoridade era meio que nova ainda, essa cena do pop punk estava estourando com várias bandas incríveis sendo lançadas ao mesmo tempo. Esse tipo de música teve um impacto muito grande e poder fazer parte disso foi muito empolgante e muito divertido pra gente. Foi uma época mágica e estávamos no lugar certo, na hora certa, sabe? Nós conseguimos tocar os maiores shows das nossas vidas e fazer as coisas mais legais que já tínhamos feito até o momento: estar nas TVs, nas rádios e fazer tudo que sempre sonhamos em fazer.

Fazer essa turnê hoje em dia é uma forma de trazer tudo isso de volta, trazer os nossos fãs de volta e o que é mais incrível e especial pra gente é ver como essas músicas persistiram a todos esses anos e sobreviveram à passagem do tempo e que ainda significam muita coisa para muita gente. Quando tocamos essas músicas percebemos que as pessoas ainda estão ouvindo e reagindo à elas e o fato de que elas foram lançadas há quinze anos e que elas ainda são importantes para as pessoas hoje em dia é a melhor coisa que você pode conquistar como uma banda. Significa que temos um legado, o que é ótimo.

Muitos consideram o No Pads, No Helmets…Just Balls como um disco marcante do pop punk e o Simple Plan em si como uma banda de pop Punk. Temos visto muitas bandas da mesma época que vocês voltando agora e tentando lançar discos do gênero de novo, o que parece ter sido o caso com o último álbum de vocês (Taking One For The Team). Voltar para essa sonoridade do início da carreira foi uma escolha consciente?
Bom, é claro que nós temos consciência da forma com que a banda é percebida, do que os fãs amam a respeito dos nossos discos e do que nós mesmos gostamos sobre eles. Eu acho que ao longo da nossa carreira nós sempre colocamos intensidade no que fizemos e tentamos coisas novas, tentamos nos divertir com a nossa forma de compor e sempre pensamos em tentar sair um pouco da caixa e testar coisas novas. Às vezes funciona, em outras talvez não tenha funcionado tão bem quanto esperávamos. Mas uma coisa que sabemos com certeza é que ainda temos muito amor por esse tipo de música — pop punk ou seja lá o que for — as músicas com muita energia, as letras sinceras, as melodias que ficam na cabeça, é isso que nós crescemos amando ouvir e é nisso que a nossa banda foi baseada. É isso que nos tornou quem somos hoje.

Definitivamente existem horas em que, olhando pra trás, lembramos de momentos em que tentamos fugir de quem somos, e eu acho que quando você fica mais maduro, adquire uma perspectiva maior. Então começamos a perceber tudo o que esse tipo de música nos deu e pensamos “por que não abraçar isso? por que não retornar um pouco às raízes e fazer esse som mais old school?” até porque não existem mais tantas bandas fazendo esse tipo de música e acho que grupos como o blink-182, Good Charlotte, Sum 41, nós, e mais alguns ainda estão carregando a bandeira desse tipo de música.

Nós sempre gostamos de experimentar um pouco e testar novas sonoridades, mas no fim do dia, se você quer ouvir uma grande música de pop punk, nós sabemos que você pode ouvir uma dessas bandas. Tem dias em que a gente pensa, “sabe, vamos escrever uma música mais raiz, vamos compor algo que faça nossos fãs se sentirem como se sentiram durante o nosso primeiro ou segundo disco”. Até para nós mesmos nos inspirarmos, “vamos voltar e ter aquela energia que nós tínhamos quando estávamos apenas começando”. Eu acho que é legal fazer uma versão moderna disso. Eu não acho que conseguimos escrever uma música exatamente da forma com que escrevíamos em 2002 porque somos pessoas diferentes, temos influências diferentes e a cena musical mudou, mas definitivamente podemos nos inspirar nisso e escrever algo que tem os mesmos ingredientes de antes. Algo que tenha a mesma vibe, a mesma energia e eu acho que o fato de que se essas músicas foram gravadas em 2018, isso vai fazer elas parecerem um pouco diferentes, mas elas vão ter a mesma energia e esse é o ingrediente principal.

Recentemente veio a público a informação de que o David Desrosiers (baixista) está enfrentando uma depressão e tirou uma licença da banda. Antes de mais nada: ele está se sentindo melhor? E ele fará parte da turnê brasileira esse mês? Em uma era onde a ansiedade e a depressão se tornaram quadros epidêmicos ao redor do mundo, como vocês lidam com esse tópico entre vocês e com os seus fãs?
Tem sido uma situação interessante e obviamente triste pra gente, nunca tivemos que lidar com isso antes, com um membro da banda passando por problemas de saúde mental. Ele está passando por um momento difícil, então como amigos e colegas de banda nós nos sentimos tristes que ele tenha que passar por isso. Não é algo que imaginávamos ter que enfrentar e quando ele nos contou sobre o que estava acontecendo definitivamente ficamos em choque e surpresos, e muito chateados ao mesmo tempo que nosso amigo esteja passando por isso.

Ao mesmo tempo, pensamos que a coisa certa a fazer é garantir que ele fique bem e melhore. Então, se ele acha que não pode viajar o mundo em turnê agora e prefere ficar em casa, está tudo bem. Fique em casa, descanse, trabalhe os pontos que você tem que trabalhar consigo mesmo e saiba que essa é a prioridade número 1 pra gente. Todos os fãs ainda querem ver a gente, e não queríamos colocar mais pressão no David. Senão seria “hey cara, nós vamos parar de tocar até você melhorar,” e isso pressionaria muito ele. Então falamos, “tire o tempo que você precisar e achar necessário, nós conseguimos fazer bons shows ainda com 4 pessoas, nós vamos ter a faixa de baixo rolando lá mesmo que você não esteja com a gente”.

Nós paramos para explicar o que rolou para os nossos fãs, que ele está focado na sua recuperação e acho que eles entenderam. Acho que os fãs foram incrivelmente compreensíveis com a situação e a respeitaram. Acho que eles também estão felizes que ainda estamos tocando, apesar de que muitos gostariam que o David estivesse lá, mas agora ele não pode fazer isso.

Não sabemos ainda para o Brasil se ele estará com a gente ou não. Ele não faz esse show conosco desde a turnê pelos Estados Unidos no ano passado, mas nós tocamos muito desde então e ainda sentimos que o show é um grande espetáculo. Obviamente é um pouco diferente porque o David não está lá, mas ainda será muito divertido para os fãs. Vamos conversar com ele nos próximos dias e ver como ele se sente. Esperamos que ele possa ir conosco e estar aí, mas se ele não estiver vamos respeitar isso, ir do mesmo jeito e tocar o melhor show que pudermos para os nossos fãs brasileiros. Esperamos que vocês entendam.

Bom, acho que o nosso tempo está acabando. Obrigado pela conversa e boa turnê pra vocês, Chuck.
Eu que agradeço! Vemos vocês em breve!

Ingressos para o Simple Plan em São Paulo estão esgotados

Faltando pouco mais de uma semana para o retorno do Simple Plan a São Paulo com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”todos os ingressos para a apresentação da banda na cidade estão oficialmente esgotados.

A banda se apresentará no dia 27 de Maio no Audio, que tem capacidade de aproximadamente 3.000 pessoas. Esse será o terceiro show da turnê do Simple Plan pelo país, que ainda contará com apresentações em Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro e Uberlândia.

Os ingressos para as outras cidades ainda estão disponíveis. Clique aqui para acessar a página de vendas do Rio de Janeiro e aqui para as vendas das demais cidades.

Concurso: Simple Plan no Rio de Janeiro!

Quer ir ao show do Simple Plan no Rio de Janeiro e está sem ingresso? Nós iremos te ajudar!

Em parceria com o Queremos! o Simple Plan Brazil dará 01 ingresso para o show que a banda realizará no Circo Voador no dia 30 de Maio. O fã sortudo ainda levará para casa um pôster oficial autografado pela banda oferecido pela Highlight Sounds!

Para participar basta curtir o post do concurso no Facebook, compartilhar em modo público, marcar três amigos nos comentários da foto e curtir a página da Highlight Sounds no Facebook.

E caso você já queira garantir o seu ingresso, não perca tempo e acesse http://bit.ly/simpleplan18.

As participações são válidas até o dia 15 de Maio, e o resultado será divulgado no dia seguinte em nossa página. Leia o regulamento completo clicando aqui.

Boa sorte a todos!

Main Event: o mais novo meet and great estará a venda no Brasil amanhã

A banda anunciou pelos seus perfis oficiais que o Main Event VIP Upgrade, um novo tipo de meet and great, originalmente lançado na Austrália, será também disponibilizado por aqui! Os fãs poderão comprar os ingressos para este encontro com a banda a partir das 16:00hrs de amanhã, 1º de maio, terça-feira. Confira abaixo o que pode ser adquirido na compra desse pacote:

  • Ir ao backstage para um encontro intimista com a banda minutos antes do show e caminhar com eles enquanto eles se preparam para entrar no palco
  • Ficar na lateral do palco (ou em área designada) durante a apresentação do Simple Plan e aproveitar o show dessa perspectiva única.
  • Uma camisa da turnê do Simple Plan
  • Um setlist autografado do show, mais paletas
  • Foto em grupo que será tirada no palco com a banda

ATUALIZAÇÃO: O pacote agora está disponível para compra e custa 215 dólares (U$ 195,00 + U$ 20,00 de taxas) o que corresponde a um total de aproximadamente R$ 750,00. Adquira o seu clicando neste link.

PODCAST: Arquivo Confidencial

E nós estamos de volta com um novo episódio do podcast do Simple Plan Brazil, o Opinion Overload! Após uma frustrada gravação que se perdeu, Anna, Bruno, Dani, Paloma e a nova membro de nossa equipe, Maria Clara, se juntaram mais uma vez para discutir a vinda do Simple Plan ao Brasil. Eles passaram um bom tempo comentando sobre as cidades em que a banda vai passar, contando suas experiências sobre a compra de ingressos que acabou sendo frustrante para muita gente, a expectativa para os shows, a ausência ou presença de David e, como bônus, a discussão sobre más experiências com a banda.

Se você quer nos conhecer um pouco mais, nesse podcast acabamos devaneando um pouco e acabamos compartilhando um pouco de como o Simple Plan influenciou nossas vidas pessoais e profissionais.

Lembrando que você pode baixar o podcast no iTunes, no seu celular Android ou ainda assinar diretamente nosso RSS Feed. Caso prefira ouvir no computador, só escute no player abaixo. Não deixem de mandar feedback e emitir suas opiniões por meio do nosso formulário, ou nos mande mensagens no Twitter ou Facebook.

Por último, gostaríamos de pedir desculpas pela qualidade do áudio que não ficou exatamente perfeita. Especialmente pedimos desculpas pelo microondas.

Jeff Stinco fala sobre música brasileira e influências em entrevista

Em uma nova entrevista, Jeff Stinco conversou com o site Conexão Pop, onde ele falou sobre os fãs brasileiros, o que conhece sobre a música do nosso país, suas influências e o que os fãs podem esperar do Simple Plan no ano de 2018. Confira abaixo:

Vamos começar falando do Brasil. Já faz um tempo desde a última vez que estiveram aqui. Vocês estão animados para os shows? Qual é a melhor parte de tocar aqui?!
Sem dúvidas, os fãs. Os fãs são incríveis. Eles possuem muita energia, são bem presentes e, também, apaixonados. Já estivemos aí algumas vezes e apreciamos isso. Eu amo as bebidas, a comida, eu amo as pessoas. A música brasileira é algo que gosto muito, também. E eu a toco! Sei tocar a tradicional música brasileira, a clássica.

Vocês conhecem algum artista brasileiro? Há algum que considerariam para algum tipo de parceria?!
Sabe, recentemente ouvi falar sobre o cantor Catto (Filipe Catto), mas não o conheço. Sabe me dizer se ele é bom?

Sim, sim. E sobre Anitta e Pabllo Vittar, você já ouviu falar?!
Não, não. Mas eu deveria, né? Vou dar uma olhada.

Ainda sobre música, qual não pode faltar na setlist dos shows?
Ah, algumas do nosso primeiro álbum. ‘’I’d Do Anything’’ é um exemplo, ’Perfect’’ não tem como não tocarmos essa. E provavelmente ‘’I’m Just a Kid’’, também, essas são as clássicas. As pessoas querem escutar, então, não tem como pararmos de tocá-las.

Simple Plan marcou toda uma geração – e, bom, continua marcando. Como é ver essa nova geração indo aos shows e curtindo os shows de vocês?!
A melhor parte de fazer o que fazemos é ter fãs crescendo conosco. Temos fãs da nossa idade e fãs que, quando começamos, eram bem jovens e agora já possuem emprego e família. Pessoas que continuam nos descobrindo através da internet… É uma ótima posição para se estar. É muito, muito incrível e também é ótimo conhecer os diferentes grupos de diferentes idades. Simplesmente espetacular.

Quando vocês começaram, quem acompanhavam e quais eram suas maiores influências?!
Acho que de tudo um pouco. De ‘N Sync á The Beach Boys, The Beatles, Green Day, Blink 182, The Offspring… esse tipo de banda, sabe?!

Os fãs brasileiros estão muito animados para os shows no país e acredito que você sabe disso…
Eu estou, também!

Então, o que eles [os fãs] podem esperar dos shows aqui no Brasil?!
Será a mais divertida de todas, por que é uma comemoração do álbum que mudou nossas vidas. E, acredito, que foi a trilha sonora de muitas vidas. Muitas pessoas iniciaram um relacionamento ao som dessas músicas, dirigiram pela primeira vez, terminaram um relacionamento e sem dúvidas isso possui muitos significados para muitas pessoas. É um ótimo álbum e será muito divertido tocá-lo. Vamos tocar as músicas desse CD, dar uma pausa, voltar e cantar todos os hits que as pessoas gostam de ouvir. Tocamos nos Estados Unidos e foi incrível, então, não consigo nem imaginar como será no Brasil.

Para finalizar, temos a pergunta de um fã: O que podemos esperar do Simple Plan em 2018?
Estaremos escrevendo e escrevendo bastante. Escrevendo para o novo álbum e, com fé, entraremos em estúdio antes do fim do ano. E também estaremos em turnê e focados em fazer música nova.

Queremos! divulga pôster oficial do Simple Plan no Rio de Janeiro

Como de costume em todos os shows realizados através do Queremos!, a produtora divulgou ontem a tarde o pôster oficial criado especialmente para o show no Rio de Janeiro. Com arte exclusiva realizada pelo designer João Augusto, uma quantidade limitada de pôsteres estará disponível no Circo Voador gratuitamente para os fãs que forem ao show do Simple Plan no dia 30 de Maio.