Pierre fala sobre ser pai, América do Sul e próximo álbum do SP

Em uma nova entrevista para o site 13th Floor da Nova Zelândia, o vocalista do Simple Plan, Pierre Bouvier, falou sobre a dificuldade de incorporar a persona rock star nos palcos agora que ele é pai de duas filhas e vive uma vida tranquila em sua casa com sua família.

Na entrevista ele também relata os próximos passos do Simple Plan, assim como a possibilidade de passar pela América do Sul durante os próximos meses, e como a banda concluiu que devem manter o estilo pop-punk em seus próximos trabalhos.

Confira a tradução completa da entrevista abaixo e clique aqui para escutar o áudio no site da publicação:

De acordo com os meus cálculos, eu acho que vocês pararam de fazer shows no começo de Dezembro do ano passado – por volta do dia 8 de Dezembro, ou algo assim, em Niagara Falls. Então eu me pergunto que tipo de coisa você tem feito de lá até agora; alguma coisa legal?
Tenho passado um tempo com a minha família. Eu tenho duas filhas, e no ano passado foi um um ano cheio de shows – eu acabei ficando um pouco ausente, então, depois de Dezembro, nós fizemos um último show – que foi um show de caridade – no dia 10 de Dezembro, então nós voltamos para casa, e basicamente eu entrei no modo de festas de fim de ano; então, comprei os presentes, montei a árvore de Natal, coloquei os pisca-piscas, me preparei para receber meus familiares – meus pais vieram nos visitar no dia 23 e ficaram por uns dez dias – então recebi um amigo, de Vancouver, que veio me visitar, meus sogros estiveram por aqui. Passamos o Natal e Ano Novo juntos – na verdade no Ano Novo nós fizemos um show, novamente no Niagara Falls para a festa de fim de ano – então nós voltamos para cá e ficamos mais um pouco com minhas filhas – eu acampei um pouco – e basicamente fiquei vendo o tempo voar. Parece que faz uma semana que eu estava em turnê, mas já faz um mês. Quando você tem duas crianças em casa acaba passando muito rápido, e você tenta aproveitar ao máximo com elas.

Você considera ser difícil fazer a mudança de ser o ‘astro do rock and roll’ para o ‘Dono de Casa’, lidando com árvores de Natal e tudo mais? O seu corpo entra em colapso o acontece naturalmente?
Eu acho que com o tempo eu vou achando cada vez mais difícil entrar no modo ‘rock star’. A fase ‘dono de casa’ vem naturalmente. Eu gosto de ficar em casa com elas, levar elas para a escola, para o parque, para acampar, brincar, agir como criança e só me divertir – é bem fácil pra mim – mas quando eu faço isso por um tempo – se fico em casa por alguns dias, e se ás vezes passo alguns meses em casa – voltar para o ‘ego rock star’ ás vezes é um pouco difícil, especialmente se acontece em um show grande – eu lembro que no ano passado eu tive três ou quatro semanas de folga, então o primeiro show que fizemos foi no Brasil, em São Paulo, que é um dos lugares que somos mais famosos, e fizemos um show para 5.000 pessoas, totalmente esgotado, e eles estavam loucos por nós – pouco antes de eu subir no palco, eu pensei “Cara! Eu não sou assim. Eu faço café da manhã para minhas crianças. Eu não sei se consigo subir no palco e ser esse cara legal,” mas, claro que depois de algumas músicas, tudo acaba voltando, é como andar de bicicleta. É um contraste interessante, viver duas personalidade; é bem interessante.

Sim, é o tipo de coisa que você não pensa muito ou não se prepara quando você está com 18 anos e está começando uma banda. Você não pensa que 20 anos depois você vai se preocupar “Como eu faço isso e ao mesmo tempo continuo sendo uma pessoa normal?” Talvez devêssemos ser treinados para isso durante o percurso.
Sim, talvez! Eu acho que, naquele tempo, nós nem nos projetávamos para mais cinco anos. Definitivamente, vinte anos depois, que dizer, eu estou nessa banda com o Chuck… desde 1999 – então quase vinte anos – e antes disso, nós tivemos uma banda em 1994; então, nós estamos tocando juntos por 25 anos. Definitivamente eu não conseguiria me projetar nessa situação; e agora que eu moro em um país diferente, em outra Costa, e eu tenho minha esposa e filhas, e uma vida totalmente diferente do que eu imaginaria. Tem sido divertido, e eu mal posso esperar para onde isso irá me levar.

Quando vocês vierem para cá ainda estarão com a turnê de 15 anos ou será uma nova?
Nós vamos continuar com ela. O que aconteceu é que começamos os planos como uma turnê de Natal. Deveria ser só na América, pois particularmente o nosso primeiro disco foi bem sucedido na América, e… Acabou se tornando um clássico, e realmente foi um disco importante para nós na América; então, nós queríamos arriscar, “Ei, vamos fazer tipo umas duas ou três semanas de shows nos lugares mais importantes da América, sabe, tentar isso; ver como acontece,” e a resposta foi tão boa, que acabamos expandindo a turnê, e acabou se tornando seis ou sete semanas de shows na América, e praticamente todos os shows foram esgotados – a turnê foi muito bem – e então começamos a receber cartas de fãs do mundo inteiro – obviamente, quando eu digo que recebemos ‘cartas dos fãs’ eu digo pela internet; ninguém mais manda cartas – vindas da América do Sul, ou Austrália, ou Nova Zelândia, ou México, ou de toda a Europa, todos os nossos fãs ficaram falando, “Ei, nós queremos a turnê de 15 anos! Tragam ela para a Argentina. Tragam para o Reino Unido. Tragam para a França,” então, fomos para a Europa, e foi muito bem também; então de lá, nós continuamos adicionando shows.

Nós fizemos mais uma etapa na América. Nós fizemos uma segunda parte na Europa. Nós fomos até o México, que foi ótimo. Nós fomos para o Canadá. então percebemos, “quer saber? Todos querem essa turnê; nós vamos para todos os lugares.” Agora, infelizmente quando chegarmos na Austrália e Nova Zelândia, já vão ser dezesseis anos desde que o disco foi lançado, mas ainda vamos chamar a turnê de 15 anos, e vamos completar o ciclo de shows na Austrália e Nova Zelândia, e, acho que talvez iremos para a América do Sul depois disso, e então vamos finalizar e voltar para a rotina do Simple Plan.

O que significa voltar para a rotina do Simple Plan? Vocês já tem algumas músicas preparadas? Bom, estamos no começo do ano; então vocês já tem algo planejado para esse ano?
Sim. Nós vamos começar a escrever para o próximo disco. Nosso último disco foi lançado em 2016, e obviamente a turnê de 15 anos atrasou o processo criativo de um material novo, mas eu acho que nas próximas semanas, nós vamos nos reunir e começar a escrever e, esperamos que até o final de 2018 nós tenhamos material o suficiente para entrarmos em estúdio e lançarmos um disco novo.

Você olha para o processo e… musicalmente falando, o que vocês vão fazer, ou só vão ‘se reunir e ver o que acontece’? O quanto isso é planejado previamente pra vocês?
Lá pelo terceiro disco, nós realmente entramos nessa ideia de que, “Nós precisamos evoluir! Nós precisamos levar o Simple Plan para um outro nível que nunca esteve,” etc; e nós tentamos, e fizemos, e acabou sendo um pouco estranho. Eu acho que o nosso terceiro disco é um disco que muitos de nossos fãs gostam, mas eu acho que foi um pouco experimental demais, e saiu um pouco da linha do que as pessoas esperavam e queriam do Simple Plan.

Eu acho que a lição que aprendemos com isso é que somos totalmente de acordo com experimetos e integridade artística, mas em um certo ponto, percebemos que as pessoas que são fãs do Simple Plan, querem ouvir o Simple Plan; assim como se eu ouvir um álbum novo do Green Day, eu quero que pareça com que eu espero que seja o som do Green Day mas em um material novo. Eu não quero que eles façam um disco country, ou um disco de metal, pois isso seria estranho. Eu não quero que eles comecem a colocar vários elementos que eles nunca usaram. Você pode fazer isso em algumas músicas, mas você precisa se manter , assim como quando o novo disco do Tom Petty saiu, ainda soava como seu material antigo, e eu fiquei tipo “Oh, isso é legal! Parece as músicas das antigas;” então chegamos a conclusão de que, eu acho que, como uma banda, é normal dizer “Nós não vamos re-escrever as mesmas músicas, mas vamos manter o pop-punk.”

Nós gostamos disso. Eu ainda amo esse estilo de música. Nossos fãs amam. Não precisamos exigir demais de nós mesmos, pois as pessoas não querem ouvir um Simple Plan country. eles querem ouvir o Simple Plan. Por um tempo era difícil ter essa mentalidade, mas agora eu apóio isso, e eu acho que isso me da a direção pela qual eu quero seguir, pois eu sei do que as pessoas gostam em nós, eu sei o que eu gosto, e eu sei o que é bom; e isso nos traz foco. Se tivessemos que refazer o Simple Plan seria muito difícil, pois para onde iríamos? Minha voz tem um jeito de soar, e acaba não caindo bem em alguns estilos. Para onde iríamos? Então, nós chegamos me um acordo em relação a isso, e eu realmente gosto disso, e eu acho que é engraçado dizer, “Quer saber? Nós vamos continuar no pop-punk.”

Não importa se as rádios acham que é um gênero que está morto, ou se as pessoas acham isso ou aquilo. Se você escreve uma música boa, e é pop-punk, elas irão gostar; pois o pop-punk não significa muita coisa: apenas que tem uma pegada pop, mas que traz a energia e velocidade do punk, e e acaba querendo fazer você pular ou dirigir em alta velocidade; e isso é algo que nunca irá morrer. Então, eu amo poder tomar essa direção e poder dizer, “vamos nos focar em escrever músicas boas”, e nós produzimos ela da forma que o Simple Plan deveria e faria, esse é o nosso objetivo.

Com relação ao pop-punk: você acha que os fãs continuam seguindo vocês, ou mais fãs novos estão vindo?
Eu acho que é um pouco dos dois. É bem interessante. Se você for em um show nosso você vai ver pessoas que estão com 30, 35 anos – ou até mais velhos- e então você vai ver pessoas que não tem nem 20 – quando o nosso primeiro disco saiu eles eram bebês… Alguns deles mesmo sendo fãs agora, dizem que seus pais que apresentaram o Simple Plan para eles; então é bem interessante. Eu diria que a maioria está entre os 20, 25 anos, e aí varia para 10 anos a menos até 40, 45 anos. Nós perdemos alguns e ganhamos outros. Alguns acabam mudando de gosto. Alguns acabaram descobrindo recentemente. O que é legal hoje em dia, é como você acaba descobrindo as músicas, você não precisa depender de rádio… e eles não dependem. Agora você tem o Spotify, Apple Music, todos esses serviços de streaming; você pode ouvir milhares de músicas com a sua assinatura mensal. As pessoas descobrem coisas novas o tempo todo, e nós não dependemos mais das rádios, ou até mesmo de gravadoras para nos divulgar. As pessoas por si só darão um retorno, e se você lançar algo, irá crescer, e as pessoas falarão nisso. Eles irão comentar com seus amigos, e eles acabarão descobrindo, e eles levarão isso para outros lugares; então é algo bastante inspirador.

Você tem alguma opinião sobre os serviços de streaming? Eu sei que muitas pessoas estão divididas, pois divulga as músicas e te expõe para mais pessoas, mas a quantidade que você recebe financeiramente é irrisória. Vocês já falaram e pensaram sobre isso?
É interessante, pois definitivamente o dinheiro e o budget que tínhamos quando começamos – e a forma que a gravadora investia para vídeos e turnês – era bem diferente do que é hoje; mas novamente, você tem artistas grandes que conseguem se conectar, que acabam ficando ainda maiores. Graças a isso as pessoas estão ficando cada vez mais com gostos parecidos. Elas estão ficando globalizadas com o fato de todas elas poderem alcançar a mesma música. Eu acho que existem alguns pontos positivos e negativos, definitivamente no lado financeiro está bem mais difícil hoje em dia para uma banda ou um artista com uma carreira mediana de existir e ser financeiramente estável. Agora para os grandões como Taylor Swifts e Coldplays, que conseguem milhões de streams, todos farão de tudo por você; agora se você for pequeno, esqueça: você não vai ganhar nada. Eu acho que existe um lado ruim, mas é bom saber que criar um disco – criar música – se tornou algo bem mais acessível. Eu posso fazer um disco no meu quintal – há 15 anos atrás eu não poderia fazer isso; agora eu posso fazer isso com o meu notebook. Qualquer um com algumas ideias legais pode criar algo. Existem pontos positivos e negativos, mas definitivamente é um negócio diferente do que era há 15 anos atrás.

Acredito que de certa forma é meio neutro.
Exatamente. De certa forma é uma pena, mas o lado bom é que com o tempo, quando todo mundo usar streams… e a escala desses números crescerem, os números que pareciam ser negligenciados também irá crescer, e se tornará algo valioso assim que todos estiverem usando…

Muito obrigado pelo seu tempo. Estou ansioso para ver vocês aqui. Boa sorte com tudo até lá.
Faz um bom tempo que não vamos para a Nova Zelândia. Nós estamos ansiosos e obrigado pelo seu tempo. Nos veremos em alguns meses.

Simple Plan no Brasil em 2018: o que sabemos até agora

Esta semana completa um ano desde a última visita do Simple Plan no Brasil. Ano passado, a banda percorreu diversas cidades brasileiras como parte da turnê do quinto e último álbum da banda, Taking One For The Team. Este ano, mais uma vez, os fãs brasileiros foram agraciados com uma nova perspectiva de turnê, entretanto, dessa vez, a banda voltaria à solo tupiniquim para a turnê comemorativa de 15 anos de lançamento do primeiro álbum, No Pads, No Helmets… Just Balls, que já percorreu boa parte do mundo. Deste modo, nossa equipe preparou um post conciso que tenta agregar o maior número de informações concretas que temos até agora, para colocarmos as coisas de modo claro.

A primeira informação concreta a respeito da possibilidade de retorno do Simple Plan no Brasil em 2018 veio do Instagram oficial da banda, em novembro. Em resposta a um comentário de fã, a banda comentou que “em breve teremos boas notícias para vocês. Por favor, sejam pacientes”. No dia seguinte, questionado, José Norberto Flesch, empresário que é reconhecido por trazer e confirmar a presença de bandas por aqui, confirmou, pelo tweet abaixo, que a banda estava, na época, concretamente tentando negociar sua vinda.

Algumas semanas depois, a banda complementou a informação, declarando que estão trabalhando em uma turnê brasileira, prevista para início de 2018.

Em uma recente entrevista para o site Niagara This Week, Sebastien Lefebvre, guitarrista, confirmou categoricamente que a banda irá retornar à América do Sul.

Créditos: Simple Plan CZ

Vídeo: Cenas do documentário do Simple Plan no Brasil

Durante a turnê do Simple Plan pelo Brasil no final do ano passado a banda esteve acompanhada de uma equipe de filmagens de um canal de televisão canadense para gravar um documentário.

Já fazia algum tempo que os fãs estavam aguardando por mais informações sobre essas filmagens e, ao que tudo indica, o filme ainda está em fase de edição. A informação veio através de um vídeo publicado pelo jornalista Herby Moreau que publicou em seu Instagram um vídeo enquanto editava cenas da banda em uma das praias do Rio de Janeiro. Assista abaixo:

Entrevista rara com o Simple Plan no Brasil em 2008

Durante o ano de 2008 o Simple Plan esteve no Brasil para divulgar o terceiro disco de estúdio da banda e realizar entrevistas com a imprensa. Uma das entrevistas para o Nickelodeon não havia sido publicada na internet até então.

Durante a entrevista podemos ver imagens de Pierre Bouvier e David Desrosiers no terraço do hotel onde a banda estava hospedada além de um trecho de Bouvier cantando uma versão A capella de “Perfect”. Assista abaixo:

Simple Plan pode retornar ao Brasil ainda esse ano

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Ao que parece o Simple Plan pode estar negociando o retorno ao Brasil com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” para o final do ano de 2017.

O jornalista José Noberto Flesch, que é conhecido pelo público brasileiro por adiantar em seu Twitter shows e negociações que ocorrem para o território nacional, publicou em sua conta na rede social um tweet dizendo que uma banda estaria em negociações para se apresentar em nosso país no final deste ano. Depois de diversas respostas de seus seguidores tentando adivinhar qual seria essa banda, o tweet abaixo ganhou atenção e recebeu um retweet de Flesch:

Até o momento não temos nenhuma informação oficial de que realmente se trata do Simple Plan, entretanto a banda já demonstrou vontade em trazer a turnê que comemora os 15 anos do lançamento do “No Pads” para a América do Sul.

Vale lembrar que os fãs podem dar uma força e fazer com que as produtoras se interessem ainda mais em fazer essa turnê acontecer. Basta acessar a página especial da campanha que o SPBrazil criou e seguir alguns passos que ajudam a divulgar o nosso interesse em vermos os caras por aqui.

Foto rara do Simple Plan no Brasil em 2005

A primeira vinda do Simple Plan ao Brasil recebeu uma grande cobertura pela imprensa e, uma delas, foi o canal Multishow, que esteve junto com a banda no Rio de Janeiro quando os caras foram conhecer alguns pontos turísticos da cidade.

Confira abaixo uma foto rara onde podemos ver Sebastien Lefebvre, Chuck Comeau e Jeff Stinco com a a repórter Isabella Saes nos bastidores de uma entrevista durante a cobertura:

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Chuck confirma interesse em levar turnê do “No Pads” para o Brasil

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Mesmo depois de ter confirmado em sua conta no Instagram que a turnê de comemoração dos 15 anos do disco “No Pads, No Helmets… Just Balls” seria levada para outros países além dos Estados Unidos, o baterista Chuck Comeau voltou a falar sobre os próximos planos da banda em sua conta no Twitter.

Além disso, durante o dia de ontem, a tag da campanha que lançamos para chamar a atenção das produtoras ficou entre as mais comentadas no Trending Topics do Twitter, fazendo com que ela não passasse desapercebida.

“Nós ouvimos vocês, Brasil! #NPNHJBTourinBR Nós queremos fazer com que isso aconteça, manteremos vocês informados!

Nós queremos levar a #NPNHJBTour para todo o mundo, no máximo de países possíveis. Isso inclui Austrália, México, América do Sul, Japão, Europa, Canadá… Então estamos trabalhando para organizar mais turnês para 2017. Os Estados Unidos é só o começo.

Queremos comemorar os 15 anos com todos os nossos fãs. Por favor, sejam pacientes enquanto agendamos mais shows. Nós iremos anunciar mais datas assim que possível.”

– Chuck Comeau

Vale lembrar que a campanha para a turnê continua! Precisamos continuar chamando a atenção das produtoras brasileiras e mostrar que existe uma grande demanda de fãs para os shows dessa turnê. Para saber como participar, acesse a nossa página especial clicando aqui.

Campanha: Traga a turnê do “No Pads” para o Brasil

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No dia 10 de Janeiro o Simple Plan anunciou uma turnê especial para comemorar os 15 anos do lançamento do disco de estréia da banda, “No Pads, No Helmets… Just Balls”.

Até o momento a turnê conta com 19 shows nos Estados Unidos, iniciando no dia 19 de Março, entretanto, através de sua conta oficial no Instagram, o baterista Chuck Comeau confirmou o interesse dos canadenses de estender as datas para o mundo inteiro!

Participe da campanha do Simple Plan Brazil e faça com que as produtoras tenham conhecimento do interesse do público brasileiro em prestigiar esse show especial do Simple Plan dedicado aos fãs mais devotos da banda! Para saber como colaborar, clique aqui.

Simple Plan Brazil entrevista Jeff Stinco e Chuck Comeau

Durante a passagem da “Taking One for the Team Tour” pelo Brasil o Simple Plan Brazil teve a honra de entrevistar Jeff Stinco e Chuck Comeau no Rio de Janeiro.

Durante a conversa falamos sobre a troca da capa do disco “Simple Plan”, a criação do conceito da arte dos álbuns da banda, inseguranças, a volta do Simple Plan aos Estados Unidos, vida pessoal além de descobrirmos para quais desenhos eles gostariam de gravar uma nova música de abertura e em qual casa de Hogwarts eles gostariam de pertencer entre outros. Assista no player abaixo:

Chuck e Seb falam sobre Brasil e planos para 2017

Chuck Comeau e Sebastien Lefebvre foram entrevistados pelo blog Toca Fita durante a turnê no Brasil onde falaram sobre o show da banda em São Paulo, a loucura dos fãs brasileiros e as colaborações que a banda realizou nos últimos discos.

Ao final da entrevista eles também comentaram sobre os planos de 2017 para o Simple Plan, já que a banda irá comemorar 15 anos desde o lançamento do “No Pads, No Helmets… Just Balls”. Assista abaixo: