Simple Plan adiciona show extra em Melbourne

Depois de ter os 2.000 ingressos vendidos em menos de 24 horas em Melbourne, na Austrália, o Simple Plan anunciou um show extra para a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”.

O novo show também irá ocorrer no Forum Theater e a apresentação será no dia 23 de Abril, um dia antes da data anunciada anteriormente.

Os ingressos para essa apresentação, assim como os pacotes VIP, estarão disponíveis para venda através do site da Ticketmaster a partir dás 10h do horário local na próxima segunda-feira (22 de Janeiro).

Revista diz que David estará na turnê do Simple Plan na Austrália

A publicação de hoje da revista australiana Play Magazine trouxe uma matéria sobre o retorno do Simple Plan ao país com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”, que acontece no mês de Abril com shows em Gold Coast, Brisbane, Melbourne, Newscastle e Sydney.

Na matéria, que foi vinculada em Gold Coast, eles aproveitam para anunciar o início das vendas dos ingressos e garantem que a produtora local espera que o show na cidade tenha todos os ingressos vendidos. Inclusive, para o show que acontece em Melbourne no Forum Theatre, todos os 2.000 ingressos disponibilizados foram vendidos em poucas horas.

Em um dos parágrafos do texto eles citam que “O show irá trazer os cinco membros oficiais da banda, Pierre Bouvier, Jeff Stinco, Sebastien Lefebvre, David Desrosiers e Chuck Comeau”. Como todos sabemos, o baixista David Desrosiers tirou boa parte do ano de 2017 para descansar enquanto batalha contra a depressão, e, até o momento, nenhum comunicado sobre quando ele irá retornar as atividades junto a banda foi oficialmente divulgado.

Mesmo que a revista tenha enfatizado que os cinco membros estarão presentes na Austrália, acreditamos que não podemos tomar isso como uma decisão oficial da banda. Provavelmente, tendo em vista o histórico das etapas mais recentes da turnê na Europa e América do Norte, a banda deverá se pronunciar da decisão dos cinco alguns dias antes de retornarem ao país para essa série de shows.

A matéria continua com um depoimento da diretora da casa de shows NightQuarter, Michelle Christoe. Ela diz que ela e sua equipe estão ansiosas em poder proporcionar a oportunidade dos moradores de Gold Coast de assistir um show da magnitude do Simple Plan.

“O NightQuarter tem trabalhado duro para fazer com que as bandas se interessem a voltar para Gold Coast depois de termos construído uma relação com os produtores e entregando eventos incríveis tanto para as bandas quanto para os fãs,” disse ela.

“É muito empolgante ver bandas como o Simple Plan incluindo o NightQuarter em sua turnê australiana, além de ser um novo marco para Gold Coast.”

TURNÊ: Simple Plan retorna à Austrália em abril

O Simple Plan fará uma nova turnê na Austrália no final de abril deste ano, de acordo com a produtora de shows Destroy All Lines. A banda dará continuidade à turnê comemorativa de 15 anos do disco “No Pads, No Helmets… Just Balls” com shows em cinco cidades australianas. Os shows ocorrerão conforme abaixo:

Sábado, 21 de abril @ Nightquarter, Gold Cost
Domingo, 22 de abril @ Eatons Hill Hotel, BRisbane
Terça-feira, 24 de abril @ Forum, Melbourne
Quinta-feira, 26 de abril @ Nex, Newcastle
Sexta-feira, 27 de abril @ Big Top, Sydney

Além do Simple Plan, também se apresentarão as bandas Real Friends e Eat Your Heart Out. As vendas dos ingressos começarão no dia 15 de janeiro em pré-venda e dia 17 de janeiro, próxima quarta-feira, às 10 horas da manhã, horário local, para o público em geral.

Simple Plan libera filmagem profissional de “I’d Do Anything” na Austrália

Para promover o retorno da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”, o Simple Plan liberou uma filmagem profissional de “I’d Do Anything” realizada pelo diretor Peter John durante os shows que a banda realizou na Austrália no ano passado. Assista abaixo:

Simple Plan confirma shows nos EUA e Austrália

O Simple Plan foi confirmado em um evento nos Estados Unidos com um show gratuito na Universidade de Iowa no dia 30 de Setembro. O evento em questão dará as boas vindas aos novos estudantes e contará com um show de abertura da banda Wavves.

Além dessa data, o SP confirmou o terceiro show em Melbourne no dia 15 de Setembro. A princípio a banda faria 4 shows na Austrália, entretanto, duas datas foram adicionadas para a cidade devido a alta demanda pelos ingressos. Confira o pôster do anúncio abaixo:

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Simple Pla anuncia segundo show em Melbourne

Ontem iniciaram as vendas dos ingressos da “Taking One for the Team Tour” na Austrália e, em poucos minutos, o show que encerraria a turnê, na cidade de Melbourne, teve todos os seus ingressos esgotados.

Devido a grande demanda, o Simple Plan resolveu adicionar mais uma data na cidade. O show acontece no dia seguinte, 14 de Setembro e os ingressos já estão disponíveis para compra aqui. A expectativa é que todos os shows no país tenham capacidade lotada. Confira o pôster da turnê atualizado abaixo:

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Entrevista: Chuck Comeau fala sobre conexão com fãs

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O baterista do Simple Plan, Chuck Comeau, está passando uns dias de férias no Havaí, entretanto, isso não o impediu de continuar trabalhando.

Em mais uma entrevista para a imprensa australiana, Chuck conta qual o segredo por estarem juntos por tanto tempo, a conexão entre eles e os fãs, como se sente em tocar em casas de shows pequenas e muito mais. Confira abaixo a tradução completa da entrevista realizada com o Music Feeds:

Então, você está se dando um descanso merecido, ou é uma viagem de negócios ao Havaí?
Na verdade, é meio que uma mini-férias! Nós estivemos viajando sem parar, e agora temos cinco dias de folga. É o aniversário de 1 ano do meu filho, então viemos para o Havaí. É um prazer estar aqui.

O Simple Plan iniciou o ano lançando um novo disco, e parece que vocês não pararam desde então. Seria justo dizer que vocês estão dando duro em 2016?
O disco saiu em Fevereiro, e estamos muito animados por termos a chance de termos lançado cinco discos. Eu acho que nós todos sabemos o quanto somos sortudos e privilegiados. Nós queremos ver todos os nossos fãs. Queremos tocar em todos os lugares. Já estivemos na Europa, Japão, Canadá, fizemos várias turnês e agora anunciamos os shows no Sudeste Asiático e na Austrália. São muitos shows e estou realmente animado em estar aqui.

As bandas de pop punk que saíram entre 2001 e 2005 deram um tempo. Muitos que não fizeram, realmente deveriam. Mas o Simple Plan ainda está lançando discos e turnês aclamadas pela crítica. Qual é o segredo?
Eu acho que temos uma conexão muito especial com os nossos fãs. Desde o primeiro dia, sempre tivemos muito orgulho em sermos tão próximos a eles, e por nos divertirmos o máximo possível com eles. Eu acho que isso faz toda a diferença.

Nós sabemos como é difícil chegar até aqui, e sabemos como é difícil estar em uma banda; você precisa manter as pessoas interessadas. Sabe, quando começamos a escrever um novo disco, nós não queremos lançar algo com as primeiras músicas que escrevemos, então passamos um ano e meio fazendo um disco especial. Nos certificamos que estamos nos esforçando. Eu acho que você precisa entender que isso não é algo que está ganho; é algo que você precisa conquistar. Nós também nunca tivemos nenhuma mudança em nossos integrantes; nenhum de nós nunca deixou a banda. Nós somos os mesmos caras de 17 anos atrás e eu acho que os fãs gostam disso.

Nós nunca esquecemos como é estar do outro lado. Nós crescemos sendo fãs e indo para vários shows… Você vê pessoas que esperam por horas, ás vezes até três horas depois do show só para te cumprimentar. Eu acho que o mínimo que podemos fazer é agradecer e dar um pouco do nosso tempo. Nós não sentimos que é uma obrigação, nós só achamos que devemos… Eu acho que é legal retribuir.

O seu disco de estréia, “No Pads, No Helmets… Just Balls” está completando 20 anos o que é um marco incrível. Como é se apresentar com essas músicas que vocês escreveram anos atrás? É meio que como uma viagem a adolescência?
Para ser bem honesto, não. O mais difícil é escolher a setlist. Agora que temos cinco discos é bem difícil saber o que tocar. Nós tentamos satisfazer os nossos fãs mas para nós, sempre fomos uma banda que fica animada em tocar o que os fãs querem ouvir. Nós vivemos tocando os hits; nós amamos tocar músicas que as pessoas gostam.

Nós tocamos muitas músicas antigas, assim como as novas. O que é divertido pois muitos de nossos fãs estão nos pedindo mais músicas novas. Eles amaram os últimos dois discos! Então o mais difícil é encontrar esse balanço.

Esse deve ser um dos melhores elogios vindo dos fãs!
É ótimo cara, isso mostra que a banda ainda é relevante. Nossas maiores vendas devem ter sido com os dois primeiros discos, o que é bom, eu tenho muito orgulho disso, mas também é legal e lisonjeante quando as pessoas pedem as músicas novas.

Em breve vocês estarão na Austrália para uma série de shows, e vocês escolheram alguns lugares bem intimistas, lugares grandes mas que os fãs poderão ter um contato com vocês. É nesse tipo de lugar que o Simple Plan se sente em casa?
O que eu amo na banda é que nós podemos tocar em vários lugares. Nós podemos fazer festivais grandes, e então voltar e tocar em casas menores, e isso que é divertido. Eu acho que é legal oferecer vibes diferentes para os fãs. Nós sempre amamos voltar para onde começamos e tocar em lugares menores. Eu gosto daqueles onde conseguimos ouvir nossos fãs e vê-los sorrindo.

Entrevista: Chuck Comeau conversa com o The AU Review

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Com a turnê do Simple Plan pela Austrália confirmada, Chuck Comeau concedeu uma entrevista para o site The AU Review, onde ele fala sobre os pontos altos e baixos da carreira do Simple Plan, o significado de “I Don’t Wanna Be Sad”, o que costuma ouvir fora dos palcos e muito mais. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Vamos começar por aqui. Eu era viciado no No Pads, No Helmets… Just Balls. Naquela época eu estava na fúria do pop punk. Já se passaram 14 anos desde então. Quais foram os pontos mais altos e baixos da banda nesses 14 anos?
Quer saber, houveram vários pontos altos. Tem sido uma loucura. Quero dizer, quando éramos adolescentes tínhamos o sonho de lançar um disco e viajar o mundo e fazer tudo o que uma banda faz. Hoje em dia, acho que podemos riscar várias coisas da nossa lista. Depois do lançamento do nosso primeiro disco, fomos muito bem nos EUA e Canadá e no mundo inteiro. O único lugar que não estávamos indo realmente bem era na Austrália, e estávamos meio desapontados com isso. Então “Perfect” foi lançada e fomos direto para o topo das paradas na Austrália. Então isso ajudou nas vendas do disco, e aí lançamos “Addicted” e então o disco meio que virou uma sensação na Austrália. Então para mim, foi incrível, pois eu sempre quis viajar e fazer shows na Austrália. Então depois disso nós viemos fazer alguns shows com o Green Day, abrindo os shows da turnê do American Idiot. Para mim esse foi um dos momentos mais especiais para a banda, pois as coisas não estavam indo para lugar algum na Austrália e do nada, boom! Tudo explodiu.

Quanto aos momentos mais difíceis, eu me lembro de alguns. Quando veio o momento do terceiro disco, nós estávamos bem unidos por oito ou nove anos sem parar. Sem pausas, sem férias e eu acho que nós não sabíamos ao certo que direção criativa tomar. A reação de alguns fãs com esse disco foi ótima, mas não tão boa com muitos outros fãs. Foi um disco difícil de entrar em turnê, sabe? Então nos sentamos e meio que perguntamos, “Nós ainda queremos fazer isso?”. E a resposta foi “Sim, mas vamos voltar para as nossas raízes e vamos voltar a nos divertir”. Nós tínhamos esquecido que era pra ser divertido. “Get Your Heart On!” foi um grande sucesso e nós vimos os fãs se reconectando com a banda. Todo esse período foi um ponto baixo, mas eu acho que se tornou em algo positivo e nós aprendemos com isso.

O “Taking One for the Team” é bem pra cima. Na verdade você até re-tweetou minha review dele uns meses atrás. Acredito que você estava procurando por algo realmente positivo e animador?
Oh, 100%. Na verdade eu me lembro muito bem da sua review. A premissa do disco é tudo aquilo do que se trata o Simple Plan. Tentando encontrar o balanço de todos os nossos sons e nossas influências e o que os fãs amam nessa banda. Nós tentamos fazer um disco que contenha tudo isso. Isso nos faria feliz, faria os nossos fãs felizes, mas também nos desafia e desafia eles ao mesmo tempo. Eu acho que a chave para nós é escrever músicas divertidas e contagiantes que venha do coração e libere muita emoção, que signifique alguma coisa. Pode não ser a melhor poesia que você irá ouvir em sua vida, mas para nós é verdadeiro, profundo e significante. Eu acho que também seja significante para os nossos fãs.

Eu acho que os fãs entenderam. Então o legal é que agora quando fazemos shows, frequentemente os fãs nos pedem para que toquemos as músicas novas, o que é raro e divertido. É muito comum que nessa altura da nossa carreira as pessoas só queiram ouvir os hits mais antigos.

Com tantas músicas ótimas, eu acho que “Singing In The Rain” é a minha favorita. Existe alguma história por trás de “I Don’t Wanna Be Sad”? Pois ela da uma sensação de que exista…
A ideia por trás dessa música é que temos muitos fãs que nos escrevem e que vão aos nossos shows e nos falam o quanto a nossa música os ajudou. É louco ver como tantas pessoas parecem viver momentos difíceis. Ás vezes a música pode ser o porto seguro para essas pessoas. Se torna a fé delas, algo que eles usam para continuar e eu acho que isso nos inspira como banda.

Nós ficamos tão tristes em ver tantas crianças sofrendo com depressão e escrevemos muitas músicas sobre esse tema, mas dessa vez nós queríamos escrever uma música de uma perspectiva diferente. Então agora é mais tipo “Estou cansado de me sentir assim, eu quero ficar mais feliz.” Existe uma inspiração vinda da música “I Wanna Get Better” do Bleachers. Acredito que seja sobre fortalecimento. Ao invés de reclamar, a música encoraja as pessoas a acabar com a tristeza.

Vocês estão vindo para cá em Setembro. E como você mencionou anteriormente, vocês possuem um bom relacionamento com a Austrália. Podemos considerar que dessa vez os shows terão a energia característica de vocês…
Claro cara, é isso que fazemos. É disso que se trata o SP. Nós queremos nos certificar que todos irão se divertir. Depois de sair do palco, nós gostamos de nos sentir como se ainda estivéssemos nas nossas primeiras bandas pop punk. Nós vamos até os nossos limites. Sim, queremos que as pessoas vejam como tocamos e levamos nossas músicas a sério, mas também como rir de nós mesmos também é algo importante para nós. É uma verdadeira festa.

Eu estou em Adelaide. Então gostaria de pedir educadamente por explicações…
Peço desculpas cara. Uma parte disso é fora de controle. Nós fomos convidados para alguns lugares e etc… Nós realmente queríamos fazer mais shows. Mas iremos voltar. Esperamos poder fazer uma turnê um pouco maior no futuro. Tenham paciência conosco, iremos voltar e fazer mais shows!

Eu também sou baterista. Então eu costumo perguntar aos bateristas o que eles costumam ouvir quando não estão nos palcos?
Cara, essa é uma boa pergunta. Por incrível que pareça, muito pop punk! Eu ainda vou atrás desse tipo de música e eu fico bem ansiosos quando novas bandas são lançadas ou quando bandas antigas lançam um novo material. Isso sempre fará parte do que eu amo. Eu amo voltar a ouvir os discos que eu ouvia quando era mais novo. Mas eu também escuto todos os outros estilos, como hip hop e reggae. Eu realmente tenho uma mente aberta para música. Normalmente eu estou sempre explorando músicas de outras pessoas para entender o por que eles fizeram o que fizeram, então eu tento curtir músicas sempre que possível.