Sebastien fala sobre rótulo pop-punk e ataques terroristas

O guitarrista do Simple Plan, Sebastien Lefebvre, realizou uma entrevista com o site alemão Stage Load para divulgar a etapa européia da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”.

Entre os tópicos abordados ele fala sobre como lida com o rótulo de banda pop-punk, como eles encaram os ataques terroristas na Europa e a falta de bandas de rock nas rádios norte-americanas. Leia a entrevista traduzida abaixo:

Recentemente o seu disco de estréia “No Pads, No Helmets… Just Balls” completou 15 anos. Você conseguiu perceber que tanto tempo passou desde o lançamento?
Realmente faz muito tempo, mas de forma alguma parece que tenha sido tudo isso. Nós amamos o que fazemos. Ficamos muito felizes quando estamos em turnê e ainda precisamos lançar muitos outros discos – só temos cinco. Se não estivéssemos nessa turnê de comemoração agora, eu não teria percebido que o disco era tão antigo. Não parece que são 15 anos.

Vocês começaram em 1999, mas desde então não houve nenhuma mudança na formação da banda. Nos últimos 18 anos, em algum momento vocês pensaram em parar?
Provavelmente todos nós já pensamos, mas nós também sabemos que essa banda é mais importante que nós mesmos. Nós sempre colocamos a banda na frente de tudo e tentamos manter nossa vida privada – inclusive em respeito aos fãs. Nos mantermos juntos não é tão difícil. Na verdade, o que é realmente difícil é se manter relevante e continuar escrevendo músicas boas. Nós temos sorte de termos um sucesso moderado durante todo o tempo, então sempre estivemos motivados e ninguém saiu da banda e voltou para a escola.

Você acabou de mencionar que o que é mais difícil é se manter relevante. Deve ter sido ainda mais difícil para vocês pois vocês sempre foram perseguidos por fazerem músicas para adolescentes, apesar de todos estarem na casa dos 30. Você leva isso pelo lado pessoal?
É engraçado você falar sobre isso. Você não é a primeira pessoa da Alemanha a falar isso. Parece que é um grande problema por aí (risos). Eu acredito que quando começamos éramos comparados com o Blink-182 e o Good Charlotte – e nós temos orgulho disso! No começo dos anos 2000 todas essas bandas legais de rock com músicas ótimas e cheias de energia eram a resposta para as bandas de pop, boy bands e giril bands e foi ótimo fazer parte disso.

Com nosso primeiro disco nós nos dedicamos a temas bem conhecidos, o que naquele tempo claro que tinha ligação com a adolescência. Eu tinha acabado de fazer 18 anos quando começamos a banda! A música permaneceu a mesma, mas ao mesmo tempo as coisas que falamos foram evoluindo. Antes falávamos sobre como é estar em um relacionamento, então falamos sobre como é se apaixonar. Mas é incrível que muito de nossos fãs nos acompanham há tantos anos. Que eles cresceram conosco e ainda nos ouvem. Isso é algo que poucas bandas podem experienciar.

Se fossemos falar sobre o seu estilo musical: você descreveria sua música como rock ou punk rock? Como você se sente com o rótulo “pop-punk”?
Eu não tenho problema nenhum com isso. Quando começamos com o punk rock, nós já tínhamos uma atitude meio pop, o que meio que fortaleceu isso. Nós também fomos influenciados por bandas que já estavam na estrada, especialmente essas bandas de punk rock dos anos 90 como NOFX, The Offspring e Bad Religion. Eu acho que é mais sobre ter a atitude do que um rótulo. Eu não acho que temos uma mensagem propriamente dita pois temos uma influência cada vez maior pela música do que por outras coisas. “Pop-punk” também é relacionado pela melodia e música, o que é legal, o que é importante para nós. Nós queremos escrever músicas que façam com que as pessoas cantem conosco!

Então você não é como o Billy Joe Armstrong do Green Day que disse uns meses atrás que ele gostaria de acabar de uma vez por todas com o rótulo “pop-punk” em 2017?
Não, de forma alguma! Nós não queremos depredar nada, nem destruir nada ou odiar alguma coisa. Se você gosta da nossa música ou do pop-punk no geral, isso é bom, mas se você não gostar de nós, também não tem problema. Nós acreditamos no que somos – não importa o que os outros pensem sobre isso!

No final de Maio vocês voltaram para a Europa com a turnê de comemoração do “No Pads, No Helmets… Just Balls”. Vocês param pra pensar nos últimos acontecimentos como os ataques terrorista em Paris, Bruxelas e Berlin? Vocês realmente querem tocar nessas cidades?
Sim, e logo, pois todos nós queremos. Nunca foi mais importante mostrar que apoiamos algo ao nos reunirmos, ter um bom momento e esquecer os problemas por algumas horas. Nós somos quem nós somos e nós fazemos o que queremos fazer. E essa declaração de amor da música é extremamente importante nos dias de hoje!

Falando em momentos difíceis: Alguns membros do Simple Plan moram nos EUA. Desde a posse de Trumps como presidente, voltar para o Canadá foi levado em consideração?
Honestamente eu acho que não. Para muitas pessoas isso é um problema realmente grave, mas nós tentamos nos manter fora da política. Eu moro no Canadá e eu estou bem assim. Entretanto, os que moram nos EUA parecem estar igualmente felizes. Eu acho que nem sempre você precisa querer mudar o mundo inteiro, mas talvez começar a se tornar uma melhor pessoa. Educar seus filhos de forma consciente, ficar cercado de amigos que devem ser apreciados, e sempre fazer o seu melhor.

Além do Simple Plan você também está envolvido em outros projetos, como um programa de rádio semanal. Uma vez você disse que as rádios mal tocam rock – você pensa em parar com o seu programa?
Isso é verdade, não tocam mais rock. Mas não é que as pessoas não queiram ouvir, mas hoje em dia não estão tocando nas rádios. Nos anos 90 não era tanto assim, já que tocavam muitas bandas de rock, no começo dos anos 2000 houve um crescimento e substituição por bandas de pop como os Backstreet Boys ou Spice Girls. Isso sempre está mudando, e com o meu programa eu gostaria de fazer com que os ouvintes escutassem bandas não tão conhecidas pois elas não são muito tocadas. É claro que a cena pop-punk não tem tanto destaque como tinha antes, mas ainda está lá – não tem nada haver com o mainstream. Você tem sorte de estar na Alemanha onde vocês não somente tem bandas de rock, mas eles também tocam esse estilo nas rádios. Na América do Norte existem bandas o suficiente, mas geralmente elas não atingem essa plataforma. Eu fico feliz quando consigo atingir as pessoas com músicas que eu gosto de ouvir.

Nova foto do photoshoot da OGATA para a Rolling Stone

No ano passado o fotógrafo Saito OGATA publicou uma foto inédita de Pierre Bouvier para um photoshoot realizado para a revista Rolling Stone, mas ao que tudo indica, o photoshoot foi realizado há mais tempo que imaginávamos, mais precisamente próximo ao lançamento do “Get Your Heart On!”

Em Janeiro, mais uma foto desse ensaio foi liberada, dessa vez trazendo apenas Sebastien Lefebvre no mesmo estúdio e, ao julgar pelo penteado, o ensaio deve ter sido clicado entre os anos de 2011 e 2012. Confira a foto abaixo:

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Créditos: Saito OGATA

Sebastien mostra seu violão customizado da Framus & Warwick

Em um novo vídeo publicado em sua conta no Instagram, o guitarrista Sebastien Lefebvre mostra o violão que ele recebeu da Framus & Warwick e customizou por conta própria.

No vídeo ele diz que recebeu o violão e resolveu reunir sua paixão pelo violão e por histórias em quadrinhos para fazer algo diferente para ele.

Esse foi o violão usado por Seb durante os shows acústicos que a banda realizou na América do Sul durante o final do ano passado. Assista abaixo:

Download Festival entrevista Sebastien Lefebvre

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O Simple Plan será uma das bandas de destaque da edição de 2017 do Download Festival na Inglaterra no mês de Junho e, para falar um pouco sobre o que os fãs podem esperar e como a banda se prepara para um festival desse porte, Sebastien Lefebvre conversou com o portal do evento. Confira a entrevista completa abaixo:

O seu quinto disco, “Taking One for the Team”, foi lançado no começo do ano passado. Qual é a música desse disco que você mais se identifica?
Eu me identifico muito com “Singing In the Rain”. Ela fala sobre como o mundo nem sempre é um lugar incrível mas que temos que continuar e ver pelo lado positivo. Ela pode ser vista pelo ângulo social dos dias de hoje com tudo que está acontecendo no planeta.

Como vocês decidem o que irão incluir em seu setlist?
Com cinco discos, nós tentamos fazer com que o set seja formado com os grandes hits do Simple Plan. Nós escolhemos músicas de todos os discos e nós queremos que os fãs cantem do começo ao fim. Muitas das favoritas do público, algumas novas, algumas antigas. Nós tocamos muitas músicas uptempo. Tudo para que todos pulem e dancem conosco.

O disco também conta com a participação de membros do All Time Low, Pierce the Veil e outras bandas, como essas parcerias aconteceram?
Isso aconteceu no clipe de “Boom”. Nós estávamos tocando na Warped Tour e nós estávamos em turnê com todos esses nossos amigos, alguns antigos e outros novos. Nós queríamos lançar uma música que fosse mostrar o som do disco. Quando nós estávamos filmando o clipe, nós convidamos algumas bandas para fazerem parte dele.

No disco vocês contam com algumas músicas sobre fim de relacionamentos. O que inspira vocês a escreverem sobre isso agora que vocês estão felizes nesse aspecto?
Corações partidos podem vir tanto através de relações como de amizades. Algumas das músicas mais profundas do último disco podem ter significados mais profundos como esse. Parece que é sempre fácil reviver esses sentimentos quando estamos escrevendo. A música pode ser vista como uma terapia. Conforme você cresce, você pode ver relações mais antigas de formas diferentes e é normal revisitá-las. Há 5 anos atrás nós teríamos dito “Quero você de volta”, mas agora falamos “foi bom me libertar”.

Vocês trabalharam com David Hasselhoff para o vídeo de “I Don’t Wanna Go to Bed” inspirado no Baywatch. Você pode nos falar um pouco sobre isso?
Acabou que ele entrou na piada! Nós tivemos essa ideia para um vídeo onde nós estaríamos caracterizados como no programa de TV “Baywatch”, mas quando você faz isso, você precisa ter os direitos. Então nós fomos até ele e explicamos para o pessoal de sua equipe e eles gostaram tanto da ideia como da banda! Nós tentamos a sorte e perguntamos se ele queria fazer parte do vídeo e ele concordou. Nós gravamos na casa dele… Aquela casa do clipe é realmente a dele. Louco!

O seu disco de estréia, “No Pads, No Helmets… Just Balls”, vai comemorar quinze anos! Como vocês se sentem tocando essas músicas para um público novo?
É incrível. Muitos fãs com seus 20 anos estão nos vendo pela primeira vez, pois eles eram muito novos para irem a shows antes. Esse disco realmente marcou uma era para nós, é muito bom ainda tocar as músicas e reviver esses momentos mais uma vez.

Vocês serão a banda principal do novo palco Avalanche no Download 2017, como vocês se preparam para performances em festivais grandiosos como esse?
Nós damos o melhor de nós! Eu acho que o Download requer muitas das nossas músicas mais pesadas e cheias de energia, então vocês podem esperar um pouco disso na setlist. Por outro lado nós amamos festivais, claro que vocês atraem muitos amantes de músicas lá.

O quanto é diferente tocar em festivais do que em shows menores?
Quando você está fazendo o seu próprio show, você sabe que os fãs mais devotos estarão lá para te ver. Quando você toca em um festival, os fãs aparecem mas existem muitos curiosos também. Nós temos a missão de convencer a esse público que eles devem ir nos assistir na próxima vez que estivermos em sua cidade.

Se você pudesse escolher outras 3 bandas do line up do Download 2017 pra colaborar com vocês, quais seriam e por quê?
Biffy Clyro, Sum 41, AFI, Sleeping with Sirens, Pierce the Veil… Todos são ótimos, seria incrível realizarmos uma turnê juntos.

O que podemos esperar de vocês em 2017?
Muito mais shows! Fiquem ligados.

Sebastien lista os maiores equívocos em relação ao Simple Plan

O guitarrista Sebastien Lefebvre realizou uma nova lista em seu perfil no site li.st onde ele relatou, em conjunto com os outros membros do Simple Plan, os maiores equívocos que as pessoas têm por eles estarem em uma banda. Confira:

seb-news-05Os Maiores Equívocos Sobre Tocar em uma Banda

Hmmmm… Eu tive que ter uma conversa com os meus companheiros de banda para criar essa. Eu iriei listar o que as pessoas acham, e em seguida como realmente nos sentimos.

» Nossa música favorita é Simple Plan
Ás vezes, quando entramos em um restaurante ou um hotel e eles começam a tocar nossos discos. Por um bom tempo… e eles aumentam o volume. Eu não amo isso. Eu já escuto SP no palco todos os dias!

» Temos um avião do Simple Plan
Não temos! Wow, não temos mesmo. Nós voamos na classe econômica. E eu fico muito feliz quando voamos o suficiente para termos um upgrade para a primeira classe de graça! Mas só se a nossa equipe não acaba conseguindo o upgrade primeiro… 😤

» No backstage é onde as coisas acontecem
O backstage é a parte mais relaxante e silenciosa das casas de shows. Alguns lanches, os caras se alongando e um pouco de aquecimento. Entediante!

» O ônibus de turnê é o lugar mais legal de todos
Nós tentamos. Claro, temos TVs, bebidas e tudo mais. Mas também temos beliches e dormimos nelas enquanto o ônibus se move… Quando acordamos cedo, precisamos procurar por um 🚽 pois não podemos 💩 no ônibus…

» Nossos seguranças tomam conta de nós
Nós não temos nenhum! Aí está.

» Nós amamos música
Claro que amamos! Mas, quando alguém nos busca para nos levarem para algum lugar, por favor, desliguem os rádios.

Sebastien Lefebvre grava mensagem para o aniversário de Montreal

No ano que vem a cidade de Montreal comemora 375 anos e, como parte das celebrações, o guitarrista do Simple Plan, Sebastien Lefebvre, gravou uma mensagem especial que foi transmitida recentemente em um canal de televisão local.

“Eu gosto de Montreal pois é uma cidade incrível para a arte e a música. Foi aqui que eu vi o primeiro show da minha vida.” – Sebastien Lefebvre

Assista ao vídeo da declaração abaixo:

Créditos: SPCZ

Sebastien faz compras durante a Black Friday

Na última sexta-feira, 25 de Novembro, o guitarrista do Simple Plan, Sebastien Lefebvre, fez uma visita à loja Kiehl’s, em Montreal, para realizar algumas compras de Natal durante a Black Friday.

A loja publicou uma foto de Seb com suas compras dizendo que tiveram o grande prazer de recebê-lo no local na manhã de ontem. Confira abaixo e clique para acessar em nossa Galeria.

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Entrevista: Sebastien Lefebvre fala sobre o “Man of the Hour”

O blog Golden Mixtape realizou uma entrevista com Sebastien Lefebvre falando sobre o programa “Man of the Hour”. Confira abaixo a tradução completa:

O que fez você querer fazer o programa “Man Of the Hour”?
Na realidade isso é um mistério. Eu lembro quando Tom da idobi, que eu conheci em um dos shows do Simple Plan, disse para mim e ao Patrick que nós deveríamos fazer um programa especial na rádio tocando músicas e falando sobre algumas coisas… Eu achei que seria algo divertido de se fazer. Nós estávamos em um intervalo de discos do Simple Plan e o Pat estava em turnê conosco naquela época então não havia nada melhor para ser feito. Ha! Nós nos divertimos muito gravando o episódio e o Tom nos disse que muitas pessoas sintonizaram para ouvi-lo.

O “Man of the Hour” é meio que um clube masculino?
Eu não diria isso. Eu gostaria que fosse algo desse tipo… Mas acabou se tornando algo cheio de conversas e com um pouco de música; provavelmente seja mais legal desse jeito.

Vocês não são muito tímidos sobre o que compartilham no ar. Qual foi a coisa mais reveladora que vocês já falaram sobre?
Acho que nada muito controverso… O mais revelador provavelmente seja quando falamos sobre nossas esposas ou filhos. Eu não costumo falar ou mostrá-los em outras plataformas.

Você ouvia muita rádio quando era mais novo? Eu não tenho ideia o que vocês tem no Canadá… (risos), brincadeira.
Eu só tinha algumas estações no meu igloo. O meu pai montou uma antena maior com troncos de uma represa construída por castores que era próximo de onde morávamos. Eu até conseguia escutar a Resultados da pesquisa
99.9 The Buzz, uma estação de Vermont que você só conseguia ouvir no carro, ou no meu caso, no trenó de cães, e se a antena estivesse bem apontada.

Muitos comediantes e músicos como você estão se direcionando para podcasts e programas de rádio. Ao que você atribui isso?
Provavelmente pelo fato de terem virado fãs do nosso programa e quererem nos imitar! Na verdade eu acho que é uma ótima forma de fazer com que as pessoas te conheçam. No palco e em entrevistas, você meio que incorpora uma persona da banda, e nós todos sabemos que as mídias sociais não são a vida real. Eu sinto como se as pessoas realmente sintam que te conhecem quando elas escutam você falando sobre coisas com seus amigos. Uma vez, como uma tentativa de conseguir mais músicas, eu liguei para as grandes águias do norte para que elas batessem as asas em uníssono, assim as ondas das rádios chegariam nas antenas da forma apropriada.

Quando se trata do Simple Plan, não vemos muito vocês querendo realizar projetos e shows paralelos. Os outros caras da banda te deram apoio quando você falou para eles sobre o programa?
Oh sim. Nós fazemos outras coisas quando não estamos trabalhando com a banda, mas a verdade é que o Simple Plan vem em primeiro lugar, e isso nunca irá mudar. Esse é um dos motivos de ás vezes termos longas pausas entre as temporadas do Man of the Hour.

Quais eram seus objetivos iniciais quando começou o programa? Quero dizer, os objetivos de uma banda são óbvios, mas o quanto isso se difere ou se relaciona quando você tem algo como o Man of the Hour?
O objetivo inicial era de se divertir. Parecia que o quanto mais nos divertíamos, mais as pessoas ouviam. Agora, eu acho que o novo objetivo é tentar quebrar a internet e tocar músicas novas. Existem muitas bandas começando, e nós sempre teremos coisas para falar sobre mim e o Patrick. Esse programa nunca irá morrer!

Já que o seu programa se chama Man of the Hour, vamos continuar falando sobre o mundo masculino. Se você tivesse que fazer uma mixtape somente com músicas feitas por homens que moldaram a sua carreira, estilo e vida – quais seriam as cinco músicas que estariam no topo?
Lagwagon: “Know it All” – Eu amo a voz e o que o Joey Cape entrega. Eles não sabiam, mas essa música é pop punk.
Jimmy Eat World: “Lucky Denver Mint” – Provavelmente eu já ouvi esse disco mais do que qualquer coisa.
Jack Johnson: “Gone” – Ele meio que abriu um novo caminho de tipo de música que eu amo.
Bon Iver – “re: Stacks” – Como a voz de Justin Vernon não poderia mexer com você?
Incubus – “Wish You Were Here” – Tinha uma época que eu estava ouvindo muita música pesada e a voz de Brandon Boyd é a minha favorita.