Feliz Aniversário, Pierre Bouvier!

Hoje, dia 09 de Maio de 2018, o vocalista do Simple Plan, Pierre Bouvier completa 39 anos de idade!

Toda a equipe do Simple Plan Brazil gostaria de aproveitar a data para desejar ao Pierre um dia de muitas felicidades ao lado de sua esposa e filhas, e que esse novo ciclo que se inicia em sua vida venha com muito sucesso e mais sonhos realizados!

Aproveite e vá até o Instagram @pierrebouvier e deixe sua mensagem para o vocalista nos comentários de suas fotos mais recentes. 😉

Pierre fala sobre ser pai, América do Sul e próximo álbum do SP

Em uma nova entrevista para o site 13th Floor da Nova Zelândia, o vocalista do Simple Plan, Pierre Bouvier, falou sobre a dificuldade de incorporar a persona rock star nos palcos agora que ele é pai de duas filhas e vive uma vida tranquila em sua casa com sua família.

Na entrevista ele também relata os próximos passos do Simple Plan, assim como a possibilidade de passar pela América do Sul durante os próximos meses, e como a banda concluiu que devem manter o estilo pop-punk em seus próximos trabalhos.

Confira a tradução completa da entrevista abaixo e clique aqui para escutar o áudio no site da publicação:

De acordo com os meus cálculos, eu acho que vocês pararam de fazer shows no começo de Dezembro do ano passado – por volta do dia 8 de Dezembro, ou algo assim, em Niagara Falls. Então eu me pergunto que tipo de coisa você tem feito de lá até agora; alguma coisa legal?
Tenho passado um tempo com a minha família. Eu tenho duas filhas, e no ano passado foi um um ano cheio de shows – eu acabei ficando um pouco ausente, então, depois de Dezembro, nós fizemos um último show – que foi um show de caridade – no dia 10 de Dezembro, então nós voltamos para casa, e basicamente eu entrei no modo de festas de fim de ano; então, comprei os presentes, montei a árvore de Natal, coloquei os pisca-piscas, me preparei para receber meus familiares – meus pais vieram nos visitar no dia 23 e ficaram por uns dez dias – então recebi um amigo, de Vancouver, que veio me visitar, meus sogros estiveram por aqui. Passamos o Natal e Ano Novo juntos – na verdade no Ano Novo nós fizemos um show, novamente no Niagara Falls para a festa de fim de ano – então nós voltamos para cá e ficamos mais um pouco com minhas filhas – eu acampei um pouco – e basicamente fiquei vendo o tempo voar. Parece que faz uma semana que eu estava em turnê, mas já faz um mês. Quando você tem duas crianças em casa acaba passando muito rápido, e você tenta aproveitar ao máximo com elas.

Você considera ser difícil fazer a mudança de ser o ‘astro do rock and roll’ para o ‘Dono de Casa’, lidando com árvores de Natal e tudo mais? O seu corpo entra em colapso o acontece naturalmente?
Eu acho que com o tempo eu vou achando cada vez mais difícil entrar no modo ‘rock star’. A fase ‘dono de casa’ vem naturalmente. Eu gosto de ficar em casa com elas, levar elas para a escola, para o parque, para acampar, brincar, agir como criança e só me divertir – é bem fácil pra mim – mas quando eu faço isso por um tempo – se fico em casa por alguns dias, e se ás vezes passo alguns meses em casa – voltar para o ‘ego rock star’ ás vezes é um pouco difícil, especialmente se acontece em um show grande – eu lembro que no ano passado eu tive três ou quatro semanas de folga, então o primeiro show que fizemos foi no Brasil, em São Paulo, que é um dos lugares que somos mais famosos, e fizemos um show para 5.000 pessoas, totalmente esgotado, e eles estavam loucos por nós – pouco antes de eu subir no palco, eu pensei “Cara! Eu não sou assim. Eu faço café da manhã para minhas crianças. Eu não sei se consigo subir no palco e ser esse cara legal,” mas, claro que depois de algumas músicas, tudo acaba voltando, é como andar de bicicleta. É um contraste interessante, viver duas personalidade; é bem interessante.

Sim, é o tipo de coisa que você não pensa muito ou não se prepara quando você está com 18 anos e está começando uma banda. Você não pensa que 20 anos depois você vai se preocupar “Como eu faço isso e ao mesmo tempo continuo sendo uma pessoa normal?” Talvez devêssemos ser treinados para isso durante o percurso.
Sim, talvez! Eu acho que, naquele tempo, nós nem nos projetávamos para mais cinco anos. Definitivamente, vinte anos depois, que dizer, eu estou nessa banda com o Chuck… desde 1999 – então quase vinte anos – e antes disso, nós tivemos uma banda em 1994; então, nós estamos tocando juntos por 25 anos. Definitivamente eu não conseguiria me projetar nessa situação; e agora que eu moro em um país diferente, em outra Costa, e eu tenho minha esposa e filhas, e uma vida totalmente diferente do que eu imaginaria. Tem sido divertido, e eu mal posso esperar para onde isso irá me levar.

Quando vocês vierem para cá ainda estarão com a turnê de 15 anos ou será uma nova?
Nós vamos continuar com ela. O que aconteceu é que começamos os planos como uma turnê de Natal. Deveria ser só na América, pois particularmente o nosso primeiro disco foi bem sucedido na América, e… Acabou se tornando um clássico, e realmente foi um disco importante para nós na América; então, nós queríamos arriscar, “Ei, vamos fazer tipo umas duas ou três semanas de shows nos lugares mais importantes da América, sabe, tentar isso; ver como acontece,” e a resposta foi tão boa, que acabamos expandindo a turnê, e acabou se tornando seis ou sete semanas de shows na América, e praticamente todos os shows foram esgotados – a turnê foi muito bem – e então começamos a receber cartas de fãs do mundo inteiro – obviamente, quando eu digo que recebemos ‘cartas dos fãs’ eu digo pela internet; ninguém mais manda cartas – vindas da América do Sul, ou Austrália, ou Nova Zelândia, ou México, ou de toda a Europa, todos os nossos fãs ficaram falando, “Ei, nós queremos a turnê de 15 anos! Tragam ela para a Argentina. Tragam para o Reino Unido. Tragam para a França,” então, fomos para a Europa, e foi muito bem também; então de lá, nós continuamos adicionando shows.

Nós fizemos mais uma etapa na América. Nós fizemos uma segunda parte na Europa. Nós fomos até o México, que foi ótimo. Nós fomos para o Canadá. então percebemos, “quer saber? Todos querem essa turnê; nós vamos para todos os lugares.” Agora, infelizmente quando chegarmos na Austrália e Nova Zelândia, já vão ser dezesseis anos desde que o disco foi lançado, mas ainda vamos chamar a turnê de 15 anos, e vamos completar o ciclo de shows na Austrália e Nova Zelândia, e, acho que talvez iremos para a América do Sul depois disso, e então vamos finalizar e voltar para a rotina do Simple Plan.

O que significa voltar para a rotina do Simple Plan? Vocês já tem algumas músicas preparadas? Bom, estamos no começo do ano; então vocês já tem algo planejado para esse ano?
Sim. Nós vamos começar a escrever para o próximo disco. Nosso último disco foi lançado em 2016, e obviamente a turnê de 15 anos atrasou o processo criativo de um material novo, mas eu acho que nas próximas semanas, nós vamos nos reunir e começar a escrever e, esperamos que até o final de 2018 nós tenhamos material o suficiente para entrarmos em estúdio e lançarmos um disco novo.

Você olha para o processo e… musicalmente falando, o que vocês vão fazer, ou só vão ‘se reunir e ver o que acontece’? O quanto isso é planejado previamente pra vocês?
Lá pelo terceiro disco, nós realmente entramos nessa ideia de que, “Nós precisamos evoluir! Nós precisamos levar o Simple Plan para um outro nível que nunca esteve,” etc; e nós tentamos, e fizemos, e acabou sendo um pouco estranho. Eu acho que o nosso terceiro disco é um disco que muitos de nossos fãs gostam, mas eu acho que foi um pouco experimental demais, e saiu um pouco da linha do que as pessoas esperavam e queriam do Simple Plan.

Eu acho que a lição que aprendemos com isso é que somos totalmente de acordo com experimetos e integridade artística, mas em um certo ponto, percebemos que as pessoas que são fãs do Simple Plan, querem ouvir o Simple Plan; assim como se eu ouvir um álbum novo do Green Day, eu quero que pareça com que eu espero que seja o som do Green Day mas em um material novo. Eu não quero que eles façam um disco country, ou um disco de metal, pois isso seria estranho. Eu não quero que eles comecem a colocar vários elementos que eles nunca usaram. Você pode fazer isso em algumas músicas, mas você precisa se manter , assim como quando o novo disco do Tom Petty saiu, ainda soava como seu material antigo, e eu fiquei tipo “Oh, isso é legal! Parece as músicas das antigas;” então chegamos a conclusão de que, eu acho que, como uma banda, é normal dizer “Nós não vamos re-escrever as mesmas músicas, mas vamos manter o pop-punk.”

Nós gostamos disso. Eu ainda amo esse estilo de música. Nossos fãs amam. Não precisamos exigir demais de nós mesmos, pois as pessoas não querem ouvir um Simple Plan country. eles querem ouvir o Simple Plan. Por um tempo era difícil ter essa mentalidade, mas agora eu apóio isso, e eu acho que isso me da a direção pela qual eu quero seguir, pois eu sei do que as pessoas gostam em nós, eu sei o que eu gosto, e eu sei o que é bom; e isso nos traz foco. Se tivessemos que refazer o Simple Plan seria muito difícil, pois para onde iríamos? Minha voz tem um jeito de soar, e acaba não caindo bem em alguns estilos. Para onde iríamos? Então, nós chegamos me um acordo em relação a isso, e eu realmente gosto disso, e eu acho que é engraçado dizer, “Quer saber? Nós vamos continuar no pop-punk.”

Não importa se as rádios acham que é um gênero que está morto, ou se as pessoas acham isso ou aquilo. Se você escreve uma música boa, e é pop-punk, elas irão gostar; pois o pop-punk não significa muita coisa: apenas que tem uma pegada pop, mas que traz a energia e velocidade do punk, e e acaba querendo fazer você pular ou dirigir em alta velocidade; e isso é algo que nunca irá morrer. Então, eu amo poder tomar essa direção e poder dizer, “vamos nos focar em escrever músicas boas”, e nós produzimos ela da forma que o Simple Plan deveria e faria, esse é o nosso objetivo.

Com relação ao pop-punk: você acha que os fãs continuam seguindo vocês, ou mais fãs novos estão vindo?
Eu acho que é um pouco dos dois. É bem interessante. Se você for em um show nosso você vai ver pessoas que estão com 30, 35 anos – ou até mais velhos- e então você vai ver pessoas que não tem nem 20 – quando o nosso primeiro disco saiu eles eram bebês… Alguns deles mesmo sendo fãs agora, dizem que seus pais que apresentaram o Simple Plan para eles; então é bem interessante. Eu diria que a maioria está entre os 20, 25 anos, e aí varia para 10 anos a menos até 40, 45 anos. Nós perdemos alguns e ganhamos outros. Alguns acabam mudando de gosto. Alguns acabaram descobrindo recentemente. O que é legal hoje em dia, é como você acaba descobrindo as músicas, você não precisa depender de rádio… e eles não dependem. Agora você tem o Spotify, Apple Music, todos esses serviços de streaming; você pode ouvir milhares de músicas com a sua assinatura mensal. As pessoas descobrem coisas novas o tempo todo, e nós não dependemos mais das rádios, ou até mesmo de gravadoras para nos divulgar. As pessoas por si só darão um retorno, e se você lançar algo, irá crescer, e as pessoas falarão nisso. Eles irão comentar com seus amigos, e eles acabarão descobrindo, e eles levarão isso para outros lugares; então é algo bastante inspirador.

Você tem alguma opinião sobre os serviços de streaming? Eu sei que muitas pessoas estão divididas, pois divulga as músicas e te expõe para mais pessoas, mas a quantidade que você recebe financeiramente é irrisória. Vocês já falaram e pensaram sobre isso?
É interessante, pois definitivamente o dinheiro e o budget que tínhamos quando começamos – e a forma que a gravadora investia para vídeos e turnês – era bem diferente do que é hoje; mas novamente, você tem artistas grandes que conseguem se conectar, que acabam ficando ainda maiores. Graças a isso as pessoas estão ficando cada vez mais com gostos parecidos. Elas estão ficando globalizadas com o fato de todas elas poderem alcançar a mesma música. Eu acho que existem alguns pontos positivos e negativos, definitivamente no lado financeiro está bem mais difícil hoje em dia para uma banda ou um artista com uma carreira mediana de existir e ser financeiramente estável. Agora para os grandões como Taylor Swifts e Coldplays, que conseguem milhões de streams, todos farão de tudo por você; agora se você for pequeno, esqueça: você não vai ganhar nada. Eu acho que existe um lado ruim, mas é bom saber que criar um disco – criar música – se tornou algo bem mais acessível. Eu posso fazer um disco no meu quintal – há 15 anos atrás eu não poderia fazer isso; agora eu posso fazer isso com o meu notebook. Qualquer um com algumas ideias legais pode criar algo. Existem pontos positivos e negativos, mas definitivamente é um negócio diferente do que era há 15 anos atrás.

Acredito que de certa forma é meio neutro.
Exatamente. De certa forma é uma pena, mas o lado bom é que com o tempo, quando todo mundo usar streams… e a escala desses números crescerem, os números que pareciam ser negligenciados também irá crescer, e se tornará algo valioso assim que todos estiverem usando…

Muito obrigado pelo seu tempo. Estou ansioso para ver vocês aqui. Boa sorte com tudo até lá.
Faz um bom tempo que não vamos para a Nova Zelândia. Nós estamos ansiosos e obrigado pelo seu tempo. Nos veremos em alguns meses.

Pierre Bouvier fala sobre processo de composição do sexto disco do SP

Em uma nova entrevista ao site australiano Hysteria, o vocalista do Simple Plan explica como está o processo de composição para o sexto disco da banda, o motivo de não conseguirem lançar um álbum surpresa como a cantora Beyoncé, e a importância em realizar a turnê de 15 anos do “No Pads”.

Confira a matéria completa abaixo:

Depois de dois anos em turnê, em 2016 divulgando o disco “Taking One for the Team” e uns turnê de 15 anos desde o lançamento do seu disco de estréia, “No Pads, No Helmets… Just Balls”, o Simple Plan está desfrutando de um momento de descanso – ao menos é assim que o vocalista Pierre Bouvier descreve, mas parece que eles não estão relaxando de jeito nenhum.

“Na verdade nós temos alguns meses para descansar, o que é muito bom,” diz Bouvier. “Nós estamos passando um tempo com as nossas famílias, um pouco de descanso, compondo aos poucos. Então depois nós iremos até vocês em Abril, então é isso que temos planejado até então.”

Passar um tempo com a família é uma coisa, mas compor enquanto isso? Não parece como um verdadeiro descanso. “Nós ainda não ativamos o modo completo do tempo de composições,” diz Bouvier. “Mas eu acho que obviamente todos estamos pensando nisso, pois já fazem pôs anos que não lançamos um disco novo. Estamos indo aos poucos. Na verdade, estamos bem devagar, mas isso acontece pois nós tiramos um tempo para compor, e nós queremos que todos os álbuns sejam incríveis.”

“Eu acho que todos queremos que o próximo seja lançado logo, mas ainda precisamos descansar um pouco e começar a juntar as ideias antes de começar.”

Para o Simple Plan, tempos entre os lançamentos dos discos e as turnês exaustivas estão totalmente ligados à como eles fazem tudo aos poucos – existe o momento de reunir as ideias, o momento frustrante, o momento de dar um tempo para si mesmo. Bouvier explica que, atualmente, é o momento divertido.

“Agora é a hora que qualquer coisa pode acontecer. Você pode começar a tentar algumas coisas, sabe? Reunir as músicas. Na verdade, bem no começo, tudo faz sentido. De vez em quando é meio que como, ‘Bom, essa é boa’, sabe? Ainda não estamos nessa etapa. Ainda é muito cedo.”

“Eu acho que não chega a ser frustrante, mas cansativo, e quando vai chegando no final nós nos perguntamos, ‘já temos um álbum? Ele é bom o suficiente? Já podemos entrar em estúdio?’ E então olhamos para a nossa agenda e ficamos tipo, ‘Caramba, seria legal se conseguíssemos lançar em três ou quatro meses. Será que conseguimos?’ É aí que fica cansativo.”

O Simple Plan poderia meio que fazer como a Beyoncé e lançar um disco em alguns meses. Eles poderiam, mas não irão. Eles são bem metódicos em alguns pontos que andam junto com o fato de estarem em uma banda por tanto tempo, entre eles o fato de sempre estarem conectados com seus fãs. A dedicação do Simple Plan com as mídias sociais é tanta que eles não conseguiriam lançar um álbum do nada. “Isso é uma coisa que não sabemos sobre a Beyoncé,” explica Bouvier.

“O lance desses álbuns relacionado ao fato de sermos tão presentes nas mídias sociais que não poderíamos fingir que não estamos trabalhando em um disco por seis meses, eu não acho que conseguiríamos fazer isso, sabe? É assim que ela surpreende as pessoas, entende? Ela divulga uma foto dela em um evento, uma foto aleatória, mas ao mesmo tempo, ela passa dias em estúdio, escrevendo e gravando coisas, e ela nunca conta isso para ninguém. Isso é algo que ela pode fazer. Eu não entendo como ela consegue fazer isso.”

“Nós sempre estamos nas mídias sociais. Sempre estamos juntos. Quando chegasse a hora de gravarmos um disco ou fazer algo e ficássemos em silêncio por uns meses, as pessoas começariam a se preocupar.”

Se o Simple Plan desaparecesse, é aí que os fãs deveriam começar a se preocupar. Especialmente depois de eles terem tido uma trajetória épica com sua turnê de 15 anos do “No Pads, No Helmets… Just Balls”. “Nosso ano foi incrível, tivemos momentos lindos, shows ótimos, nos divertimos muito,” diz Bouvier. “Não sei explicar como é tocar um disco completo, mas tem sido bom. Nós estamos nos divertindo. Os fãs estão adorando. As pessoas acabam indo aos shows várias vezes. Isso nos leva de volta ao tempo, sabe?”

“Eu acho que isso acaba trazendo o tempo de volta para todos. Muitos dos nossos fãs agora tem 30 ou 27 anos. Talvez naquele tempo, aos 7, 8 ou 12 anos eles não pudessem ir aos shows do No Pads. Naquele tempo, quando eles finalmente conseguíamos nos ver, já em 2010 ou 2011 eles falavam, ‘Cara, eu queria ter tido a chance de ouvir as músicas antigas.’ Agora eles voltam e posso dizer que todos estão amando. Tem sido muito divertido, e estou muito feliz de podermos ir até a Austrália com esse show. Esse álbum é especial tanto para os fãs quanto para nós.”

Pierre Bouvier figura entre indivíduos que “fizeram Montreal brilhar”

A La Presse, um dos maiores veículos de informação em francês nas Américas, divulgou seu dossiê especial do ano contendo uma lista de artistas que “fizeram Montreal brilhar” que inclui Pierre Bouvier, além de outros artistas como Leonard Cohen, Michel Rivard e Ginette Reno. Em um post do Instagram, Jeff Stinco diz estar orgulhoso de figurar junto de Pierre na seleção. Segundo o próprio guitarrista, o artigo menciona que o Simple Plan “cravou sua história na história da cidade”.

Confira o screenshot da revista online abaixo:

 

Pierre Bouvier compartilha programa de exercícios

Em um novo vlog publicado em seu Instagram, Pierre Bouvier fez uma paródia de vídeos de aulas de exercícios, onde ele garante que, para obter sucesso, todos exercícios devem ser feitos com expressões como se você estivesse fazendo sexo. O vídeo ainda conta com a participação de seus companheiros de banda. Assista abaixo:

Novo photoshoot de Pierre Bouvier por Elisabeth Cloutier

Confira agora um novo ensaio fotográfico do vocalista do Simple Plan, Pierre Bouvier realizado pela fotógrafa Elisabeth Cloutier no dia 22 de Fevereiro em Montreal.

As fotos foram feitas durante os bastidores do programa En Mode Salvail, onde Pierre participou de uma entrevista. Aproveite e clique aqui para visualizar o álbum que conta com mais imagens profissionais do talk show.

Pierre Bouvier participa do En Mode Salvail

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Na noite de quarta-feira Pierre Bouvier fez parte do talk-show canadense, En Mode Salvail, apresentado por Eric Salvail e o SPCZ preparou um resumo sobre o que foi dito durante a entrevista:

» Eric perguntou ao Pierre como ele se sentia sem a presença de Chuck durante a entrevista e ele disse que Chuck ficou enviando mensagens para ele durante todo o dia para confirmar que ele havia chegado e estava bem.

» Pierre comentou sobre seus problemas nas cordas vocais dizendo que ele tentou aquecer sua voz uma semana antes da turnê que eles fariam no Canadá em Novembro mas não conseguiu. Ele foi até seu médico em Los Angeles, que sugeriu que ele descansasse a voz por um mês. Ele já está se sentindo melhor e seu médico o liberou para voltar a cantar.

» Pierre falou que em seu primeiro emprego no restaurante St-Hubert ele se tornou gerente do estabelecimento, mas precisou sair para uma turnê e nunca mais voltou. Além disso, Pierre contou que ele era motorista de caminhão na empresa de seu pai, e que ele compôs algumas músicas durante as viagens.

» Eles mostraram uma foto do álbum da graduação de Pierre com um depoimento de Chuck:

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Apelidos: John Doe, Pierrot, Porcupine, Pete.
Bordão: Okééé!
Lema: Não pense!
Ele gosta de: J-B, neve, skate, festas, músicas, St-Hubert, Reset, seu lince, JB.
Ele não gosta de: Rave, Chuck.
Características: Legal, muito legal, estilo maneiro, JB.

Hey! Novo cantor da escola, sem dúvidas você é meu amigo mais besta, que também me traz mais benefícios (Bateria!) Apesar de tudo, você continua sendo meu melhor amigo de todos. E é por isso que o Reset chegou tão longe.

– Chuck

» Sobre ter tirado proveito de Chuck, ele explicou que desde o começo do Reset, Chuck sempre agiu como o empresário da banda, então ele acabava se beneficiando disso, mas na verdade foi Chuck que se aproveitou de seu talento.

» Pierre disse que ele não pensa em voltar para Montreal, em grande parte pelo inverno, que pode ser bem chato ás vezes. Mas eles costumam ir para lá com frequência – suas filhas amam visitar seus avós e brincar na neve.

» Sobre já terem quebrado guitarras no palco: Sim, ás vezes. Pierre nunca quebrou uma, mas os outros membros já. As pessoas não fazem mais isso mas você ainda é visto como um cara legal se faz isso.

» Se Pierre possui entrada VIP nos lugares: Ele gostaria, mas nem em todos os lugares.

» A festa mais badalada que Pierre já foi: Na África do Sul, Leonardo DiCaprio estava lá também e eles encontraram com ele algumas vezes ao ponto de que Leo começou a reconhecê-los.

» Se as fãs costumam jogar sutiãs no palco: Sim, acontece várias vezes.

» Se ele se sente incomodado com as pessoas gravando os shows com celular: Um pouco por ficarem olhando para o celular ao invés de assistir ao show, mas os flashs são ótimos, faz com que a platéia pareça um céu estrelado.