Chuck Comeau se posiciona contra Jair Bolsonaro

No dia 28 de outubro de 2018, Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil. Acompanhando a onda de conservadorismo que tem percorrido os dias atuais em escala global, Bolsonaro foi eleito propagando um discurso segregador racista, machista, homofóbico e violento. Apesar de ter recebido apoio massivo da direita brasileira, muitos artistas nacionais e internacionais se posicionaram contra a eleição do candidato, aderindo ao movimento #EleNão. Chuck Comeau, baterista do Simple Plan, foi um deles. Abaixo, você confere as imagens publicadas por Chuck em seu Instagram pessoal:

Algumas das frases mais famosas de Bolsonaro, todas gravadas em vídeo, são:

“Eu não estupro você porque você não merece.”
“Eu tenho cinco filhos. Quatro homens. Na quinta, dei uma fraquejada e nasceu uma mulher.”
“Meus filhos não se apaixonariam por uma mulher negra porque eles foram bem educados. Eles não viveram em um ambiente promíscuo como o teu.” (em resposta a cantora Preta Gil, mulher negra)
“Se eu ver dois gays se beijando na rua, eu vou bater.”
“Vamos metralhar a petralhada (oposição).”
“A faxina agora será muito mais ampla. Essa turma, se quiser ficar aqui, vai ter que se colocar sob a nossa lei. Ou vão pra fora [do país] ou vão para a cadeia. Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria.”
“Sou incapaz de amar um filho homossexual. Prefiro um filho morto em um acidente de carro a um filho homossexual.”
“Eu sou favorável à tortura, tu sabe disso!”
“Se depender de mim, todo cidadão brasileiro vai ter uma arma em casa.” (a legislação brasileira, até o momento, não permite porte de armas para civis.)
“Através do voto, você não vai mudar nada neste país. Nada, absolutamente nada. Você só vai mudar, infelizmente, quando nós partirmos para uma guerra civil aqui dentro. E fazendo um trabalho que o regime militar não fez. Matando 30 mil pessoas! Começando por FHC [Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil]!”
“Sou preconceituoso, sim, com muito orgulho!”
“Unidade familiar é homem e mulher.”
“A sociedade brasileira não gosta de homossexuais.”
“Eles [indígenas] deveriam comer capim ali fora para manter as suas origens!”
“Eu não pagaria homens e mulheres com o mesmo saláio! Mas até que existem algumas mulheres competentes…”

Nós, do Simple Plan Brazil, não compactuamos com nenhum dos posicionamentos segregadores e violentos de Bolsonaro e acreditamos que toda arte é política, portanto, como fãs de música e empáticos à causa de minorias políticas, nos manifestamos, assim como Chuck. Oferecemos todo nosso acolhimento a quem acompanha nosso site e que porventura esteja se sentindo ameaçado ou vulnerável neste momento. Parafraseando Fernando Haddad, adversário de Jair Bolsonaro no segundo turno dessas eleições: “Não tenham medo! Nós estaremos aqui. Nós estaremos juntos. Nós estaremos de mãos dadas com vocês, nós abraçaremos as causas de vocês! Contem conosco. Tenham coragem! A vida é feita de coragem.”

Caso você esteja se sentindo sozinho ou amedrontado neste momento, você pode encontrar todos os membros da nossa equipe no Twitter, através dos usuários @brunonow, @mariaclara_b, @annaclaramd, @paahfontes e @messycolors. Mande uma mensagem para qualquer um de nós, se quiserem! Resistiremos juntos. Como diz o Simple Plan: together we stand up tall. We are one!

 

Chuck Comeau fala sobre estado de saúde de David Desrosiers

Dando continuidade a série de entrevistas para divulgar a vinda do Simple Plan ao Brasil que acontece na próxima semana, Chuck Comeau realizou uma entrevista ao site Tenho Mais Discos Que Amigos, onde falou sobre a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” e a possibilidade de David Desrosiers estar presente nas apresentações da banda no país. Confira a entrevista completa abaixo:

Essa será a oitava vez do Simple Plan no Brasil desde 2005, e vocês desenvolveram uma base de fãs muito sólida por aqui ao longo desses anos. Qual é a primeira coisa que passa pela sua cabeça quando você pensa em tocar aqui de novo?
Cara, é sempre uma ocasião especial quando tocamos aí. É um lugar bem especial pra gente. Eu lembro uma vez que tocamos em um festival de uma rádio devrock e tinham muitas bandas incríveis no lineup, uma plateia gigantesca e eu lembro do quanto os fãs eram apaixonados e empolgados quando chegamos aí. Acho que foi a nossa primeira vez se me lembro bem. Sempre tivemos a oportunidade de tocar para plateias muito grandes aí e sempre nos empolgamos pelo quanto as pessoas gostam de música no Brasil. E o engraçado é que parece que o interesse pela nossa banda sempre se renova, porque a cada lançamento de disco os fãs continuam nos mandando comentários e mensagens online, e vemos perguntas de “quando é que vocês vem para o Brasil?”, “venham para o Brasil” e vocês sempre querem mais, mais e mais. Nunca é suficiente (risos).

Rolaram alguns pedidos pra que a gente levasse essa turnê do No Pads… até aí, e faz um tempo já desde a última vez que visitamos o país, mais do que gostaríamos, então vamos tocar dessa vez em um número maior de cidades. Vai ser legal rever os fãs, o pessoal sempre aparece para nos encontrar nos aeroportos, nos hotéis, as pessoas são gentis e fico feliz que tenhamos desenvolvido essa base de fãs e essa relação especial ao longo dos anos. Vocês definitivamente são os fãs mais hardcore que temos ao redor do mundo.

O disco No Pads, No Helmets…Just Balls colocou o Simple Plan no mapa lá por volta de 2002 junto com uma cena que envolvia outras bandas como Good Charlotte, Sum 41, Yellowcard e New Found Glory. Mas agora estamos em 2018, vocês se sentem como veteranos dessa cena do pop punk hoje em dia? Como é a sua relação com outras bandas do gênero atualmente?
É interessante, porque sempre fomos muito amigos dessas bandas e eu sinto que foi muito legal fazer parte de um movimento naquela época, fazer parte de algo grande, que importava para os outros. Nós conseguimos tocar em todos os lugares possíveis, fazer shows grandes e turnês gigantescas e foi muito mágico poder fazer parte da cultura de algum jeito. Sinto que com bandas novas existe um pouco de competição entre elas sobre quem escreveu a música que fez mais sucesso, ou quem fez o maior show — mas para os veteranos esse tipo de coisa não importa mais.

Eu acho que existe uma sensação de respeito renovada de uns pelos outros, porque tantas bandas dessa cena já não estão mais na ativa como antes entre nós. Algumas terminaram, outras não fazem tantos shows mais, não estão tão ativas. É muito difícil segurar as pontas e ter uma carreira extensa, com longevidade nesse meio, então eu sinto que as bandas que conseguem sobreviver ganham essa sensação respeito renovado. Porque você batalhou para estar ali e sobreviver, então você fica feliz por ainda estar nessa posição e poder fazer isso da vida, tocar música. Acho que as bandas também ficam muito mais abertas a trabalhar em conjunto, de forma unida. Fazer mais coisas um com o outro, e estar aí para os outros quando eles precisarem, colaborar. É o jeito que descobrimos para sobreviver, fazendo o que amamos, então temos que batalhar por isso.

Você pode dividir com a gente algumas lembranças da época em que vocês estavam gravando esse álbum?
Esse foi o disco que nos abriu portas e que fez tudo acontecer pra gente. Mas foi difícil de gravar e levou um bom tempo para ficar pronto. Estávamos trabalhando com um produtor (Arnold Lanni) que tinha uma visão meio diferente da nossa, então isso atrapalhou um pouco. Ao mesmo tempo nós também tínhamos a nossa ideia muito clara do que queríamos fazer com o disco e com a nossa banda. Fomos teimosos e tivemos cabeça-dura para insistir no que tínhamos vontade de fazer, então entramos em conflito com o nosso produtor muitas vezes, estávamos meio que sempre brigando com ele. Ao mesmo tempo foi uma época muito boa porque também estávamos sempre juntos, pensando em música o tempo inteiro, falando sobre música o tempo inteiro.

Muitas bandas hoje em dia fazem essas turnês comemorativas celebrando discos que marcaram as suas carreiras. O que vocês estão planejando fazer na de vocês, vão tocar o disco na íntegra? E qual é a importância que você dá pro No Pads na sua carreira? Muitos fãs cresceram ouvindo ele — incluindo eu mesmo — e o consideram como um álbum especial, você o vê da mesma forma?
Antes de mais nada, nós definitivamente vamos tocar o disco na íntegra durante o show. É assim que começamos o set: nós basicamente vamos tocar tudo desse álbum e assim que as músicas terminarem, nós voltamos ao palco e tocamos alguns dos nossos maiores singles dos outros discos. Mais umas 2, 3, 4, até 5 músicas dos outros álbuns. É um show bem divertido, uma chance da gente tocar músicas que não tocamos há anos. Isso é muito legal, eu estou empolgado e feliz por estarmos fazendo isso.

Obviamente o disco representa tudo pra gente, é o disco que mudou as nossas vidas e nos possibilitou viajar o mundo tocando e sendo uma banda e fazendo o que amamos da vida. É o disco que nos deu a chance de nos conectarmos com as pessoas ao redor de todo planeta e fazer elas prestarem atenção nas nossas músicas. Pudemos fazer um som que até um tempo atrás ninguém estava contratando bandas para fazer, tivemos a sorte de lançar esse disco no mesmo período em que essa sonoridade era meio que nova ainda, essa cena do pop punk estava estourando com várias bandas incríveis sendo lançadas ao mesmo tempo. Esse tipo de música teve um impacto muito grande e poder fazer parte disso foi muito empolgante e muito divertido pra gente. Foi uma época mágica e estávamos no lugar certo, na hora certa, sabe? Nós conseguimos tocar os maiores shows das nossas vidas e fazer as coisas mais legais que já tínhamos feito até o momento: estar nas TVs, nas rádios e fazer tudo que sempre sonhamos em fazer.

Fazer essa turnê hoje em dia é uma forma de trazer tudo isso de volta, trazer os nossos fãs de volta e o que é mais incrível e especial pra gente é ver como essas músicas persistiram a todos esses anos e sobreviveram à passagem do tempo e que ainda significam muita coisa para muita gente. Quando tocamos essas músicas percebemos que as pessoas ainda estão ouvindo e reagindo à elas e o fato de que elas foram lançadas há quinze anos e que elas ainda são importantes para as pessoas hoje em dia é a melhor coisa que você pode conquistar como uma banda. Significa que temos um legado, o que é ótimo.

Muitos consideram o No Pads, No Helmets…Just Balls como um disco marcante do pop punk e o Simple Plan em si como uma banda de pop Punk. Temos visto muitas bandas da mesma época que vocês voltando agora e tentando lançar discos do gênero de novo, o que parece ter sido o caso com o último álbum de vocês (Taking One For The Team). Voltar para essa sonoridade do início da carreira foi uma escolha consciente?
Bom, é claro que nós temos consciência da forma com que a banda é percebida, do que os fãs amam a respeito dos nossos discos e do que nós mesmos gostamos sobre eles. Eu acho que ao longo da nossa carreira nós sempre colocamos intensidade no que fizemos e tentamos coisas novas, tentamos nos divertir com a nossa forma de compor e sempre pensamos em tentar sair um pouco da caixa e testar coisas novas. Às vezes funciona, em outras talvez não tenha funcionado tão bem quanto esperávamos. Mas uma coisa que sabemos com certeza é que ainda temos muito amor por esse tipo de música — pop punk ou seja lá o que for — as músicas com muita energia, as letras sinceras, as melodias que ficam na cabeça, é isso que nós crescemos amando ouvir e é nisso que a nossa banda foi baseada. É isso que nos tornou quem somos hoje.

Definitivamente existem horas em que, olhando pra trás, lembramos de momentos em que tentamos fugir de quem somos, e eu acho que quando você fica mais maduro, adquire uma perspectiva maior. Então começamos a perceber tudo o que esse tipo de música nos deu e pensamos “por que não abraçar isso? por que não retornar um pouco às raízes e fazer esse som mais old school?” até porque não existem mais tantas bandas fazendo esse tipo de música e acho que grupos como o blink-182, Good Charlotte, Sum 41, nós, e mais alguns ainda estão carregando a bandeira desse tipo de música.

Nós sempre gostamos de experimentar um pouco e testar novas sonoridades, mas no fim do dia, se você quer ouvir uma grande música de pop punk, nós sabemos que você pode ouvir uma dessas bandas. Tem dias em que a gente pensa, “sabe, vamos escrever uma música mais raiz, vamos compor algo que faça nossos fãs se sentirem como se sentiram durante o nosso primeiro ou segundo disco”. Até para nós mesmos nos inspirarmos, “vamos voltar e ter aquela energia que nós tínhamos quando estávamos apenas começando”. Eu acho que é legal fazer uma versão moderna disso. Eu não acho que conseguimos escrever uma música exatamente da forma com que escrevíamos em 2002 porque somos pessoas diferentes, temos influências diferentes e a cena musical mudou, mas definitivamente podemos nos inspirar nisso e escrever algo que tem os mesmos ingredientes de antes. Algo que tenha a mesma vibe, a mesma energia e eu acho que o fato de que se essas músicas foram gravadas em 2018, isso vai fazer elas parecerem um pouco diferentes, mas elas vão ter a mesma energia e esse é o ingrediente principal.

Recentemente veio a público a informação de que o David Desrosiers (baixista) está enfrentando uma depressão e tirou uma licença da banda. Antes de mais nada: ele está se sentindo melhor? E ele fará parte da turnê brasileira esse mês? Em uma era onde a ansiedade e a depressão se tornaram quadros epidêmicos ao redor do mundo, como vocês lidam com esse tópico entre vocês e com os seus fãs?
Tem sido uma situação interessante e obviamente triste pra gente, nunca tivemos que lidar com isso antes, com um membro da banda passando por problemas de saúde mental. Ele está passando por um momento difícil, então como amigos e colegas de banda nós nos sentimos tristes que ele tenha que passar por isso. Não é algo que imaginávamos ter que enfrentar e quando ele nos contou sobre o que estava acontecendo definitivamente ficamos em choque e surpresos, e muito chateados ao mesmo tempo que nosso amigo esteja passando por isso.

Ao mesmo tempo, pensamos que a coisa certa a fazer é garantir que ele fique bem e melhore. Então, se ele acha que não pode viajar o mundo em turnê agora e prefere ficar em casa, está tudo bem. Fique em casa, descanse, trabalhe os pontos que você tem que trabalhar consigo mesmo e saiba que essa é a prioridade número 1 pra gente. Todos os fãs ainda querem ver a gente, e não queríamos colocar mais pressão no David. Senão seria “hey cara, nós vamos parar de tocar até você melhorar,” e isso pressionaria muito ele. Então falamos, “tire o tempo que você precisar e achar necessário, nós conseguimos fazer bons shows ainda com 4 pessoas, nós vamos ter a faixa de baixo rolando lá mesmo que você não esteja com a gente”.

Nós paramos para explicar o que rolou para os nossos fãs, que ele está focado na sua recuperação e acho que eles entenderam. Acho que os fãs foram incrivelmente compreensíveis com a situação e a respeitaram. Acho que eles também estão felizes que ainda estamos tocando, apesar de que muitos gostariam que o David estivesse lá, mas agora ele não pode fazer isso.

Não sabemos ainda para o Brasil se ele estará com a gente ou não. Ele não faz esse show conosco desde a turnê pelos Estados Unidos no ano passado, mas nós tocamos muito desde então e ainda sentimos que o show é um grande espetáculo. Obviamente é um pouco diferente porque o David não está lá, mas ainda será muito divertido para os fãs. Vamos conversar com ele nos próximos dias e ver como ele se sente. Esperamos que ele possa ir conosco e estar aí, mas se ele não estiver vamos respeitar isso, ir do mesmo jeito e tocar o melhor show que pudermos para os nossos fãs brasileiros. Esperamos que vocês entendam.

Bom, acho que o nosso tempo está acabando. Obrigado pela conversa e boa turnê pra vocês, Chuck.
Eu que agradeço! Vemos vocês em breve!

Chuck Comeau fala sobre músicas do início da carreira

Em uma das entrevistas realizadas para divulgar a vinda do Simple Plan ao Brasil no próximo mês, Chuck Comeau conversou com o portal Vírgula, onde teve a chance de contar um pouco sobre como foram os primeiros anos da carreira da banda durante o processo criativo do “No Pads”. Confira abaixo:

Se você nasceu nos anos 90, provavelmente escreveu “sorry, I can’t be perfect” em algum lugar durante a sua adolescência. No seu caderno ou no seu perfil do orkut, tanto faz. Não adianta tentar negar. Agora, quer se sentir velho? O álbum deste hino do adolescente incompreendido, “No Pads, No Helmets… Just Balls”, do Simple Plan, completou 15 anos em 2017. E em maio, a banda canadense chega ao Brasil com a turnê para comemorar a data — serão cinco shows no país, que mantém uma das bases de fãs mais fiéis do grupo.

Há quinze anos, os cinco integrantes da banda estavam com seus vinte e poucos anos e completamente imersos na gravação do álbum, conforme relembra Chuck Comeau, baterista da banda, em entrevista exclusiva ao Virgula: “Não tinha mais nada acontecendo na nossa vida. Não tínhamos esposas, namoradas sérias, filhos. Estávamos totalmente focados na música. Nós dormíamos no estúdio, acordávamos no estúdio”, ele contou.

A sonoridade da banda nunca foi, propriamente, o emocore, embora eles tenham acabado sendo eleitos como um dos ícones do movimento, provavelmente graças ao cabelo ostentado pelo baixista David Desrosiers durante o período do segundo álbum do grupo, “Still Not Getting Any”. Nada dos gritos típicos de músicas emos por parte do vocalista Pierre Bouvier. O som do primeiro álbum é o típico pop punk, herdeiro direto de bandas como MxPx, Green Day e blink-182 — que, aliás, estava presente em No Pads: Mark Hoppus participa da faixa “I’d Do Anything”, um dos singles do disco.

“Eu fiquei honrado”, diz Chuck sobre a participação do americano. O baterista contou que tinha conhecido Hoppus por conta de shows em festivais do qual ele havia participado no fim dos anos 1990, ainda com o Reset, banda que ele e Pierre Bouvier fundaram na época do colégio. “Ele ajudou muito a nossa banda”, disse Chuck sobre Mark Hoppus. “Ele nos expôs pra um monte de gente. Até hoje eu sou grato a ele por isso”.

A relação conturbada de um filho adolescente com seus pais, história contada em “Perfect” em tom melancólico, se repete por todo o álbum: “não espere me encontrar dormindo na minha cama, porque quando você acordar eu não estarei lá”, em I Won’t Be There; “às vezes essa casa parece uma prisão que eu não consigo deixar pra trás”, em One Day; ou “talvez eu não seja bom o suficiente pra você, ou talvez eu apenas não queira ser como você”, em You Don’t Mean Anything. Mas agora, quinze anos depois, eles estão casados e se encontram na posição inversa. Em 2018, os caras dos Simple Plan são os pais. “É interessante que, quando você tem filhos, você vê que não é fácil”, admite Chuck. “Todas as coisas incríveis e o amor que recebemos dos nossos pais, a gente percebe o trabalho que eles tiveram”.

“Mas a gente tinha 20 e poucos anos e aquela era a nossa perspectiva”, ele explica. “Aquilo era exatamente o que nós estávamos passando. Eu queria largar a faculdade de direito e fazer música. E muitas pessoas, no mundo inteiro, se conectaram e se relacionaram com a nossa experiência. E isso vai acontecer de novo com uma nova próxima geração. Quando eu toco aquelas músicas agora, eu tenho uma nova perspectiva, mas sou grato que as pessoas ainda curtem. Aquilo ainda significa muito para elas e para mim”.

Chuck Comeau convida fãs para shows no Brasil

Assim como foi feito para o show que a banda realizará na Argentina, a Move Concerts Brasil divulgou na noite de ontem a chamada feita por Chuck Comeau onde o baterista do Simple Plan convida os fãs brasileiros para os shows da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” no país. Assista abaixo:

Chuck Comeau fala sobre turnê do “No Pads” e planos para o 6º disco

A ida do Simple Plan com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” para a Austrália está se aproximando e, com isso, o baterista Chuck Comeau bateu um papo com o site Music Feeds para divulgar os próximos shows da banda.

Durante a entrevista Comeau fala sobre a dificuldade que o Simple Plan teve para ser introduzido no mercado fonográfico australiano, como ele e seus companheiros de banda encaram o fato de estarem fazendo tanto sucesso com uma turnê de comemoração, a possibilidade de repetirem a fórmula para os aniversários de lançamento dos outros álbuns e os planos para o sexto disco de estúdio.

Confira a entrevista completa abaixo:

Vocês estão vindo para cá para comemorar os 15 anos do seu disco de estréia ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’. É muito louco pensar que esse disco teve (e ainda tem) tanto impacto na vida de seus fãs?
É incrível. Essas músicas e esse disco mudaram as nossas vidas e foi assim que tudo começou para a banda. Então poder voltar olhas para trás e ter a chance de tocar todas essas músicas e ver, como você mesmo está dizendo, o impacto que ele teve na vida de tantas pessoas e como essas músicas significam para todas elas através dessa turnê desde o ano passado tem sido muito louco.

Nós estamos fazendo só isso desde o ano passado e na verdade já se tornou a turnê de 16 anos (risos). É louco ver que a princípio nós começamos pensando, ‘Ok, vamos ver até onde isso vai’, e então todos os países levantaram a mão pedindo, ‘Ei, venham nos ver!’ Então ela acabou se tornando uma coisa que tomou vida própria e todos os fãs queriam assistir e fazer parte disso. Então tem sido legal para a banda voltar no tempo e pensar em tudo que fizemos desde então e ter a chance de reviver o quanto esses primeiros anos foram especiais. Tudo era novo e excitante e nós tínhamos nossos sonhos e praticamente todos eles se tornaram realidade.

Essa turnê vai ser bem grande e parece que o show em Melbourne esgotou em alguns minutos. Como é saber que vocês ainda contam com um fãs tão apaixonados depois de todos esses anos?
Sim, eu acho que uma das coisas mais legais para nós é que pudemos estar em uma banda que não foi uma coisa de momento e que tem longevidade. Essa é uma das coisas que temos mais orgulho. É muito bom ver como você pode criar essa conexão maravilhosa com seus fãs e ter toda essa paixão por uma banda e pela música.

A Austrália é um lugar muito especial para nós. Levou um bom tempo para fazermos sucesso aí. Eu acho que quando as primeiras músicas saíram era literalmente como ouvir grilos, não acontecia nada. Então ‘Perfect’ foi lançada e fomos direto para o primeiro lugar e se tornou nossa música mais famosa. Então nós re-lançamos todas as músicas e todas elas fizeram sucesso depois de não terem ido a lugar algum.

Foi um grande… Não vou dizer vindicação mas foi um sentimento muito bom saber que por termos trabalhado duro e por termos ido tanto e feito tantos shows aí e por não termos desistido, e agora tantos anos depois é um dos melhores países no mundo para nós. Os shows sempre ficam esgotados e é um lugar que amamos muito. Nós realmente adoramos poder visitá-los ano após ano, é muito legal. Nós temos muita sorte e somos muito privilegiados e reconhecemos isso e eu mal posso esperar para voltar. Eu sei que toda banda diz isso mas nós realmente achamos que é um dos nossos lugares favoritos do mundo de nos apresentar e nós sempre somos recebidos de forma muito especial e incrível, então nós estamos animados.

O disco de estréia de vocês foi escrito e lançado quando vocês estavam com uns 20 anos e eram jovens cheios de angústias. Como é revisitar essas músicas depois de tantos anos? Vocês acabam se vendo canalizando essas mesmas emoções?
Sim, eu acho que de certa forma você acaba fazendo isso e se torna parte do que somos e das nossas vidas. Nós tocamos essas músicas tantas vezes e eu acho que a coisa mais legal é a quantidade de vezes que ouvimos as pessoas falarem que elas ajudaram outras pessoas. São tantas as pessoas que chegam até nós e falam, ‘Cara, essa música, eu toquei ela para o meu pai pouco antes de ele morrer e nós acabamos tendo uma conversa boa e me ajudou muito.’ E você acaba reagindo com um ‘Wow, essa é uma música que era muito pessoal para nós.’

Nós escrevemos (‘Perfect’) para falar sobre sair da escola e ter que explicar para os nossos pais que queríamos tocar em uma banda rock ao invés de sermos algo como um advogado. Eu estava em um curso de direito e sai para tocar nessa banda e meus pais sempre deram muito apoio em relação a música, mas nunca acharam que seria um trabalho de verdade, então eles ficaram tipo, ‘O que você está fazendo?! Você não pode fazer isso!’

É muito louco ver que depois de tantos anos, esses sentimentos ainda são verdadeiros para tantas pessoas. É tão difícil explicar para alguém que, ‘Essa é a minha paixão e é isso que eu quero fazer. Eu quero seguir o meu coração e eu acredito nisso.’ Tantas pessoas sentem que as pessoas não entendem elas.

Então eu acho que é um sentimento que ainda existe, mesmo se você está mais velho e agora que todos nós temos filhos é muito louco pois é uma coisa muito estranha quando você para e pensa, ‘Será que meus filhos vão sentir isso comigo?’ O jogo virou. É um sentimento estranho mas eu agradeço muito por quanto a conexão com a música tem sido profunda, e é nisso que eu sempre penso. É tudo sobre a música, sobre as canções e por algum motivo nós podemos escrever coisas que realmente conectam as pessoas e eu acho que é por isso que ainda estamos aqui.

Fazer uma turnê de aniversário é um passo muito interessante, pois vocês ainda estão lançando música e fazendo shows. Enquanto isso, essas turnês de nostalgia são mais comuns para bandas que estão se debruçando nos tempos de ouro de suas carreiras.
Nós definitivamente fomos e voltamos com essa ideia e eu vou ser honesto com você, nós tínhamos um pouco de receio no começo pois parece que muitas das vezes são bandas que não estão mais em atividade e não estão fazendo nada e talvez isso traz uma mensagem errada de que os melhores anos são os que ficaram para trás e você só pode se vangloriar das suas coisas antigas. Mas então pensamos, ‘Quer saber? Esse não é o caso.’

Nós ainda lançamos coisas novas e as pessoas ainda nos amam e a última turnê que fizemos na Austrália vendeu todos os ingressos em todos os lugares e foi incrível. Nós fizemos três shows em Melbourne. Foi louco e era a turnê do quinto disco. Então estamos em um momento especial e são 15 anos de banda e não é algo que acontece sempre, o fato de o nosso primeiro disco completar 15 anos é um grande marco. Então nós sentimos que valia a pena tirar um tempo e tentar comemorar e aproveitar com os nossos fãs que estavam pedindo por isso.

Nós sentimos que era algo bacana de se fazer e estamos muito felizes que fizemos e assim que essa turnê terminar em alguns meses, nós iremos começar a fazer o nosso sexto disco e nós voltaremos para a estrada para tocarmos músicas novas outra vez. Com esses shows, nós tocamos o disco mas voltamos para o palco e tocamos todos os hits de todos os outros álbuns então não é como se só tocássemos as músicas velhas. Eu acho que de certa forma as pessoas acabam tendo o melhor dos dois mundos, então é uma noite perfeita para um fã do Simple Plan.

Então nós não devemos esperar que vocês façam uma turnê de comemoração para cada disco, certo?
Bom, veremos o que pode acontecer. Uma coisa que aprendemos é nunca dizer que nunca faremos algo. Nós definitivamente ainda temos álbuns que achamos que nossos fãs adorariam se fizéssemos isso, mas ao mesmo tempo nós não achamos que precisamos fazer isso. Não é como se precisássemos desse chamariz, como se fosse o único motivo de as pessoas irem nos ver.

Então eu acho que quando você tem essa auto-confiança e você está seguro que seus fãs estarão lá independente de qualquer coisa, você pode fazer coisas que você gosta, ser criativo e se divertir e você não vai sentir que está dependendo de algo desse tipo. Então eu acho que de certa forma nós temos muita sorte de não sermos uma banda que precisa ficar fazendo uma turnê do primeiro disco, entende? (risos)

Claro. E agora que vocês estão fazendo a turnê do “No Pads, No Helmets… Just Balls” por um ano, o que os fãs australianos podem esperar para a nossa vez?
Esses tem sido alguns dos melhores shows que fizemos em anos. Nos Estados Unidos foi muito louco. Fomos de shows para 1.000 ou 2.000 pessoas para duas, três noites em várias cidades tocando para 4.000 ou 5.000 pessoas. Foi fenomenal e honestamente não esperávamos esse tipo de reação. Nós acabamos fazendo três etapas da turnê nos EUA e nós tocamos em lugares que não tocávamos em anos e as pessoas foram até lá, então ficamos bem felizes. Honestamente de certa forma foi a melhor coisa dos últimos tempos, nos fez querer fazer muito mais shows nos EUA do que queríamos antes.

Durante os últimos 10 anos nossas turnês eram mais focadas nos outros continentes e isso fez com que quiséssemos fazer uma turnê nos EUA pois nós nos divertimos muito e foi muito legal. Então agora nós vamos dar continuidade. E na verdade agora vamos fazer a última Warped Tour de todos os tempos que passará por todo os EUA, então esse vai ser um jeito muito legal de dar continuidade a isso. Tem sido muito legal, a reação das pessoas tem sido ótima e você pode ver isso na própria platéia, você apresenta músicas que fazem as pessoas ficarem loucas pulando e então você toca músicas onde as pessoas só escutam e aproveitam a música.

Você percebe os verdadeiros fãs quando você toca uma música que não tocávamos há muito tempo ficando emocionados em estar lá naquele momento. Então tem sido muito bom, nós temos sorte de ainda termos os fãs conosco aproveitando a música.

Isso é ótimo! E você citou que vocês tem planos de um sexto disco. Você pode nos falar mais sobre isso?
Nós estamos discutindo sobre isso e falando sobre quando queremos lançar e que tipo de som nós queremos. Nós não somos os melhores em escrever enquanto estamos em turnê, é algo muito difícil para nós. Então eu acho que estamos planejando fazer isso logo depois da Warped Tour e começaremos a escrever por volta de Agosto ou Setembro.

Na verdade talvez nós iremos tentar escrever um pouco durante a Warped Tour dessa vez e tentaremos conseguir algumas músicas para nos inspirarmos em todas as bandas que estarão lá e nos reconectarmos com as nossas raízes durante essa turnê. Nós queremos tentar lançar logo pois nós sempre tiramos um tempão para produzir os discos e eu acho que em 2018 não é assim que funciona. Você precisa acelerar as coisas e fazer as coisas de outra forma e ter mais músicas sendo lançadas com mais frequência.

Então eu acho que esse é o plano para o nosso jogo, ter certeza que temos um disco muito bom e especial mas ao mesmo tempo, nos certificarmos de que ele será lançado logo pois os nossos fãs estão nos pedindo e queremos voltar para a estrada. Nós não queremos sumir por três anos, isso é o que o Metallica fazia nos anos 90 (risos). Nós temos que agir mais como os artistas de hip hop e lançar mais coisas.

No último disco vocês tiveram mais experimentos com o som e colaboraram com alguns artistas bem interessantes como o Nelly e o Jordan Pundik do New Found Glory. Você acha que irão fazer a mesma coisa dessa vez?
Eu acho que sempre fizemos isso nos últimos cinco ou 10 anos. Nós sempre tentamos algo que está um pouco fora do que as pessoas esperam de nós. Mas todos esses shows e turnês nos inspiraram e revitalizaram a banda e nos fez querer escrever novamente e vir com mais músicas que tenham impacto em nossos fãs. Então é bem motivador quando você tem um público que se anima e vai até você, você acaba querendo dar o que eles querem.

Então eu acho que no próximo disco nós queremos trazer um pouco do legado da influência do pop punk e nos divertir, algo que tenha impacto e seja contagiante e no estilo rápido das músicas do Simple Plan, mas também queremos mudar algumas coisas aqui e ali. Mas sim, eu acho que vocês terão muito da vibe raiz e old school, então será muito legal.

Chuck Comeau participa da 11ª edição do Luc Robitaille Celebrity Shootout

No Domingo, 11 de Março ocorreu em Los Angeles no Toyota Sports Center a partida anual beneficente de hockey no gelo Luc Robitaille Celebrity Shootout, que tem como principal objetivo arrecadar fundos para a fundação Echoes of Hope do jogador Luc Robitaille.

A partida contou com diversas celebridades como Ross Lynch, Isaiah Mustafa, Billy Flynn, Jay Harrington e o baterista do Simple Plan, Chuck Comeau. Os convidados formaram dois times, o Echoes e o Hope, ao qual Comeau fazia parte, que foi justamente o vencedor da partida.

Nossa Galeria foi atualizada com algumas fotos de Chuck Comeau durante a partida e em sua chegada ao evento sendo entrevistado pelo repórter Patrick Perrett. Confira clicando nas miniaturas abaixo:

Chuck Comeau fala sobre seu primeiro carro e mais curiosidades

Na edição de segunda-feira do jornal canadense La Presse foi publicada uma matéria com o baterista Chuck Comeau onde ele fala pela primeira vez sobre sua paixão por carros.

Ao longo do artigo, Comeau fala sobre qual carro marcou sua infância, o primeiro carro que comprou, o pior carro que já teve, e qual o seu carro dos sonhos. Confira a tradução completa abaixo:

O Carro que Marcou Minha Infância

“DeLorean DMC-12 do Doc Brown e Marty McFly da trilogia De Volta para o Futuro. Assim como muitas crianças daquele tempo, eu amava esse filme e era apaixonado por esse carro, que não só era muito bonito, mas também podia voltar no tempo e voar. Eu assisti todos os filmes no cinema com meus pais, depois em casa em VHS e todas as vezes que eles foram exibidos na TV. A parte em que Doc dizia, “Para onde vamos nós não precisamos de estradas…” me impressionou de tal forma que eu realmente queria ser como o Marty McFly, dirigindo esse carro e tendo meu próprio skate voador.”

Meu Primeiro Carro

“É um pouco vergonhoso dizer, mas eu não tirei minha carteira de motorista antes dos 30 anos. Eu comecei a ter aulas de direção quando tinha 16, mas desisti quando comecei a fazer shows no Canadá aos 17 anos de idade com a minha primeira banda, Reset. O primeiro grupo que comprei, ou que acabei comprando em nome da banda, foi um carro velho motorizado em péssimas condições que pagamos cerca de $3.000 dólares para aquela época. Era bem perigoso, mas para nós era como um ônibus de turnê luxuoso onde poderíamos dormir, cozinhar e parecermos uma banda profissional. Nós conseguimos fazer uma viagem entre Montreal e Vancover antes de ele morrer de vez durante nossa segunda turnê, em um banco de neve entre Winnipeg e Thuder Bay. Então, quando o Simple Plan começou o pai do Pierre nos emprestou uma ambulância velha renendada, com as sirenes e tanques de oxigênio ainda instalados na traseira, o que nos permitiu fazer os primeiros shows e diversas viagens entre Montreal e Toronto, em que gravamos o nosso primeiro disco, ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’!”

Meu Pior Carro

“Eu nunca vou me esquecer de quando a banda alugou um carro durante as sessões de gravação do nosso primeiro disco em Toronto. Nós sabíamos que todo o dinheiro que a gravadora nos emprestou de adiantamento seria devolvido, então tivemos muito cuidado com nossas despesas, para não dizer que fomos bem mão de vaca, e foi assim que acabamos alugando um… Ford Taurus de 1995 na Rent-A-Wreck Rental! Pelo telefone parecia ser um ótimo negócio: somente $50 dólares por mês! Mas rapidamente entendemos o motivo quando começamos a dirigir. Ele era literalmente o pior carro da cidade! O freio não funcionava, o para-choque era remendado com silver tape e a cor era uma mistura de amarelo com um marrom esquisito. Mas o pior de tudo isso, era o cheiro que vinha de dentro do carro. Era como se tivesse um animal morto no porta-luvas. Isso nos causava tanto sofrimento que precisávamos respirar fundo antes de entrar no carro e mantermos nossos narizes tampados durante todo o caminho. Nós ficávamos tão envergonhados quando chegávamos nos lugares que tínhamos certeza de que nossas roupas também estavam fedendo… era horrível!”

Meu Carro dos Sonhos

“Eu sou muito fã do Tesla e me considero muito sortudo por ter dois dos meus carros dos sonhos, o Tesla Model S (sedan) e o Tesla Model X (SUV)! Ele é uma ótima construtora que, acredito eu, irá reverter com rapidez a rejeição da população pela dependência do combustível fóssil e a adoção de formas mais limpas e renováveis de energia, e eu tenho orgulho de fazer essa pequena contribuição sendo um dos proprietários desses veículos. Eu dirijo um Telsa por mais de quatro anos e ainda sinto o mesmo prazer toda vez que estou no volante. Nós acabados de comprar o Model X e as portas traseiras que abrem para cima são tão práticas para o nosso filho de dois anos e meio. E o melhor de tudo, eu nunca preciso abastecer em um posto de gasolina! É uma evolução! É um carro revolucionário com um design maravilhoso e uma performance alucinante e, honestamente, mesmo se eu ganhar na loteria amanhã de manha, eu não acho que iria querer dirigir outro carro.”

VÍDEO: Simple Plan deve terminar a turnê mundial em março

Sebastien Lefebvre e Chuck Comeau deram uma entrevista ao Patrick do Rock The Walls, um programa filiado à idobi Network. Na entrevista, eles comentam sobre a experiência de terem participado de um cruzeiro ao participar da Warped Rewind at Sea, falam sobre como se sentem a respeito do aniversário do álbum de estreia, No Pads, No Helmets… Just Balls. Neste momento, Chuck menciona que a turnê deste álbum deve ser finalizada em março. Isso significa, conforme outras pistas que a banda já deu, que podemos esperar o retorno do Simple Plan ao Brasil em menos de três meses e meio. Além disso, Chuck reforça que, com a finalização da turnê, eles devem iniciar o processo de fazer o novo álbum. Você pode assistir a entrevista completa abaixo:

Obrigada Simple Plan CZ pelo achado.