Seis meses depois dos shows do Simple Plan no Brasil, relembramos o fim da turnê.

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Em maio de 2018, o Simple Plan desembarcou no Brasil para encerrar a turnê comemorativa de aniversário do primeiro album de estúdio da banda: No Pads, No Helmets… Just Balls, lançado em 2002. Apesar da ausência de David Desrosiers (substituído ora por Chady, o fotógrafo, ora por Chris, o técnico de som), que nunca deixará de ser sentida pelos fãs enquanto ele estiver afastado dos palcos, os outros quatro integrantes da banda entregaram um espetáculo completo por onde passaram: cheio de nostalgia, piadas e interação com o público. Enquanto tocavam as músicas do primeiro CD, até reviver o estilo de roupas que eles mesmos usavam dezesseis anos atrás, os músicos reviveram.

“Quando esse álbum foi lançado, vocês ainda eram crianças. Provavelmente tinham muitos pôsteres de nós pregados nas paredes e pediam: ‘por favor, mãe, me deixa ir ao show, eu amo eles!’ Mas ela não deixava. Agora vocês tem idade suficiente pra fazer o que quiserem. Foda-se você, mãe! Tô brincando, não mandem a mãe de vocês se foder”, Pierre Bouvier, o vocalista, brincava entre uma música e outra, arriscando expressões em português. De alguma maneira, essas palavras foram um relato surpreendentemente fiel à vida de muitos dos fãs naquela época. Todo adolescente passa pela trágica situação de não ter permissão para assistir a banda favorita ao vivo, não é? Mas ouvir o próprio ídolo falando sobre isso tem um peso especial e uma graça a mais, o que arrancou risadas e aplausos da plateia.

À medida que o espetáculo avançava, a tematização do palco e das roupas dos integrantes também mudava, acompanhando as diferentes fases vividas pelo Simple Plan, totalizando quase duas horas de apresentação. Nesse meio tempo, o vocalista troca de lugar com o baterista, eles reclamam de dores nas costas, nos joelhos e do quanto estão velhos, chove papel picado e colorido, há explosão de gelo seco, bolas infláveis gigantes passeiam pelo público, o baterista mergulha do palco na plateia e o vocalista vai até o meio da pista para cantar uma das músicas de lá. Mais para o final do show, os hits mais recentes entram na setlist, agradando tantos os fãs antigos quanto os mais recentes.

Apesar dos shows serem igualmente enérgicos, uma das grandes diferenças entre essa última turnê e as anteriores foram as novas experiências pagas oferecidas pela banda, que já abria espaço há vários anos para alguns dos seus fãs assistirem às passagens de som que antecediam os shows. Além dessa possibilidade, agora o Simple Plan oferece também a Pizza Party e o Main Event, consideravelmente mais caros que os simbólicos 15 dólares anuais pagos por quem se candidata à assistir as passagens de som dos shows para os quais tem ingresso garantido. Por um lado, com a queda massiva na venda de CDs (em um cenário mundial) graças às plataformas de streaming e a sobreposição da popularidade da internet em relação às grandes mídias, meet and greets e shows são, hoje, as principais fontes de rendas para artistas musicais, de maneira que expandir o investimento nesses dois setores é perfeitamente compreensível para qualquer banda. Por outro lado, quanto mais opções de experiências pagas oferecidas, menor é o tempo que os membros da banda se dispõe a gastar em cada uma delas – e, em relação a isso, muitas reclamações tem surgido. A passagem de som (apesar de sempre sempre um momento mágico, onde os fãs escutam a banda tocar músicas que, por muitas vezes, não estão no repertório oficial – como, em maio, Perfect World, Vacation, The Rest of Us, etc), atualmente, é muito mais compacta do que costumava ser, já que, logo depois dela, os músicos precisam se preparar para receber os pagantes da Pizza Party. Nesse evento, a interação dos fãs com Pierre, Jeff, Chuck e Sebastien é consideravelmente mais tranquila e cuidadosa, além de mais seleta, rendendo aos participantes pôsteres autografados, fotos e conversas mais longas com os integrantes. O Main Event, que segue também o mesmo estilo de encontro nos bastidores, acrescenta ainda uma setlist autografada, palhetas de todos os integrantes e a oportunidade de assitir ao show diretamente de cima do palco, o que rende a experiência única de aproveitarem não só o espetáculo feito pela banda, mas também aquele feito pela plateia, lá embaixo, nas pistas e camarotes, durante as músicas. Além disso, há também a vantagem de não enfrentar filas, multidões ou obstruções visuais.

No Brasil, o preço desses meet and greets são sempre muito altos, já que a conversão dos valores é feita seguindo simplesmente a cotação do dólar americano, sem analisar quaisquer outros fatores sociais, como desenvolvimento do país em que o show está sendo realizado, a média de salário ou cenário econômico – para a maioria das pessoas, quase R$800,00 para viver esses momentos com os ídolos simplesmente não é acessível, apesar de tentador. Em contrapartida, o Simple Plan garantiu muito bem que apenas a experiência de assistir ao show valesse à pena para quem estava presente nas apresentações dessa turnê e, além disso, eles abrem espaço também em qualquer aeroporto e porta de hotel para quem quiser ir até eles tirar uma foto.

Ao desembarcar em Porto Alegre, vindos de Buenos Aires, o Simple Plan enfrentou o frio sulista em sua primeira apresentação em solos brasileiros em maio. Pierre Bouvier até comparou o clima com o do Canadá, enquanto sua respiração virava vapor em cima do palco. Muitos fãs viajaram para acompanhar um ou mais shows da banda por aqui e, em um país com dimensões continentais como o Brasil, essa foi uma oportunidade imperdível para rever os amigos que moram longe. Muitas pessoas são diariamente unidos pelo amor em comum aos ídolos e, quando se trata de Simple Plan, isso não é diferente: desde o começo dos anos 2000, em redes sociais, existem laços fortíssimos de amizade entre pessoas de todos os cantos – nós, integrantes do Simple Plan Brazil, estivemos todos presentes no show de São Paulo, por exemplo, um raro momento em que estivemos juntos no mesma cidade (e até estado). Mas é claro que, com a agitação, a expectativa para o show e os famosos imprevistos, não conseguimos reunir todos ao mesmo tempo! Tudo bem! Fica pra próxima turnê!

Foi em São Paulo também que entrevistamos a banda em nome do próprio Simple Plan Brazil e em nome da Highlight Sounds – empresa responsável pela produção e venda do merchandising oficial do Simple Plan no Brasil. Enquanto escolhíamos as perguntas a serem feitas e tentávamos não optar por nada que pudesse soar clichê, surgiu a ideia de lermos para Chuck e Jeff tweets nossos falando não-tão-bem-assim do Simple Plan. “Eu não acredito que o Simple Plan se reuniu e decidiu que Saturday era uma música boa” e “O Chuck tem um monólogo pra tudo?” foram frases recebidas por risadas pelo guitarrista e pelo baterista da banda, que concordaram com ambas as constatações. Para compensar, depois fizemos o inverso e lemos para eles todo o nosso amor expressado online. Além disso, também propusemos brincadeiras com um quiz e um jogo de “quem é mais provável de fazer tal coisa?”, tratando de assuntos divertidos como caipirinhas, quantos shows o Simple Plan já fez no Brasil ao todo, quais são as famas das capitais brasileiras, quem da banda mais provavelmente cuidaria de alguém doente (Chuck), quem aprenderia a falar português com mais facilidade (Sebastien), quem se mudaria para o Brasil (Pierre) e quem choraria em algum local público (Jeff). Conversamos também sobre a vida pessoal dos integrantes, se as músicas do Simple Plan são populares entre os filhos deles e como é a relação deles com os fãs.

Caso você não tenha assistido à nossas entrevistas, você pode acessá-las por aqui:

Ao ler a versão final da entrevista a ser feita com Chuck e Jeff, nossa equipe teve a sensação de que as perguntas fluíam muito mais como uma conversa entre amigos do que como uma entrevista propriamente dita, e isso se dava não só ao formato de perguntas e respostas que escolhemos, mas principalmente à abertura que o Simple Plan sempre deu aos fãs – eles sempre permitiram a eles mesmos divertirem-se conosco nos shows, nos encontros e nos Meet&Greets. Eles estão sempre fazendo piadas por aí, coisa que parece se intensificar, de alguma forma, quando chegam ao Brasil. Durante a passagem da banda por aqui, por exemplo, Jeff Stinco publicou muitas fotos no Instagram com legendas hilariamente traduzidas em português. A foto publicada depois do show de Uberlândia traz os seguintes dizeres: “E aí, meninos e meninas, turubão? Genteee! Aqui está minha última foto modelany pra vocês, meus brasileirinhos que tanto amo! Sério, gente, essa foi a melhor turnê que fizemos no Brasil até então. Estou muito feliz de ter conhecido vários fãs em todas as cidades que fomos. Obrigado por todos os mimoooos, pelas palavras, e obrigado por serem tão leais! Somos uma família agora! Uberlândia, darei o meu melhor hoje à noite! Vamos arrebentar a boca do balão!” Caso você queira conferir a legenda em primeira mão, aqui está o link para a imagem no Instagram do Jeff.

Além disso, Sebastien publicou, no Rio de Janeiro, essa imagem da piscina do hotel em Copacabana em que garante estar se divertindo tanto no Brasil que não conseguiu evitar a pose de blogueiro:

Além de blogueirar e arrebentar a boca do balão, o Simple Plan também passeou pelas cidades em que estiveram, comeram churrasco, beberam cachaça, jogaram bola na rua com algumas crianças, aprenderam o significado de “opa” e “eita” e compraram CDs da Elza Soares. Em cima do palco, no entanto, não foi música popular brasileira que tocaram, e sim funk. No Rio de Janeiro, Jeff deu uma palhinha de “Vai Malandra”, da Anitta, momento registrado pelo Bruno Calmon através desse vídeo:

Por falar em funk, a música que tocou logo após o encerramento de todos os shows da banda, enquanto estavam aqui, foi “Envolvimento”, da MC Loma. Foi ao som dessa canção que desembarcaram, também, no aeroporto de Uberlândia. Enquanto a banda atendia os fãs que esperavam por eles na sala de desembarque, a produção, que esperava ao lado da van, rebolava (ou tentava) e cantava (ou tentava) enquanto “sento, sento, sento, sento, sento e quico devagar” ecoava dos auto-falantes do celular do técnico de iluminação. Você pode conferir o vídeo (gravado por Maria Clara Lacerda) desse momento aqui:

O pré-show do Simple Plan também foi marcado por hits brasileiros. A playlist tocada antes das apresentações era feita exclusivamente de músicas que estouraram no cenário do rock e do punk no começo dos anos 2000, quando o Simple Plan também estava no auge por aqui. Graças a isso, a plateia já se animava e entrava no ritmo do show antes mesmo da banda subir ao palco (com aquela sirene saudosíssima ecoando por todo canto), ao som de Yellowcard, Blink 182, Pitty, My Chemical Romance e Raimundos. Caso você queira relembrar, separamos este vídeo:

Ao passar por Curitiba (o segundo maior show da turnê, com quase 3.000 pagantes) e subir para São Paulo e o Rio de Janeiro (ambas as casas de shows com capacidade máxima esgotadas, fazendo com que a energia dos shows fosse incomparável), o frio de Porto Alegre ficou para trás e deu lugar a temperaturas mais amenas, temperaturas com mais cara de Brasil. Em plena greve dos caminhoneiros (onde voos estavam sendo cancelados aos montes e sem aviso prévios e muitos postos de combustíveis estavam sem gasolina para abastecer os veículos por todo o país), foi uma agradável surpresa que os shows do Simple Plan ficassem tão cheios e que os relatos de problemas de locomoção fossem tão escassos entre banda, produção e fãs que se viajavam de um lado para o outro para acompanhar os shows.

Uberlândia fechou não só o trajeto da banda pelo país como também a turnê de aniversário do primeiro disco dela, que já durava mais de um ano e que, inicialmente, não pretendia ser estendida para todo o mundo. Por sorte, foi! A cidade mineira, que nunca foi parada obrigatória de grandes shows, agora desponta para essa possibilidade. Em entrevista, Pierre Bouvier comentou que é raro tocarem em lugares inéditos depois de tantos anos de carreira, mas é legal que isso tenha acontecido aqui no Brasil. No meio do show, fizeram até mesmo a famosa piadinha (que funciona tanto em inglês quanto em português) sobre Uberlândia ser a terra do Uber!

Acumulando momentos mais que especiais nos cinco shows em que fizeram aqui (como o pedido de casamento de um fã no show de São Paulo, as fotos tiradas com os fãs nos palcos, a entrevista para o The Noite, no SBT e as bolas de praia flutuando pela pista durante One Day) o Simple Plan deixou o Brasil já há meio ano, mais uma vez com a promessa de voltar (promessa, essa, que, até então, cumpriram todas as vezes). Para nós, fãs, sempre fica um apertozinho no coração por não ter a menor ideia de quando será a próxima vez, já que o Brasil não está na rota principal de shows de nenhuma banda residente do hemisfério norte. Mas a certeza de que, mais uma vez, estaremos aqui por eles quando eles estiverem prontos para voltar, supera qualquer melancolia. Se você, assim como nós, acompanha o Simple Plan desde quando sua mãe não te deixava ir aos shows e, em resposta, você enchia as paredes do seu quarto com pôsteres da banda, saiba que é um prazer estarmos no mesmo barco. Agradecemos, durante todos esses anos, a audiência ao Simple Plan Brazil e garantimos que, na próxima turnê, nos encontraremos de novo. Quem mantém a arte viva, é quem a consome. Continuem escutando e falando sobre o Simple Plan por aí!

Por fim, listamos aqui outros vídeos da última passagem do Simple Plan pelo Brasil que achamos pertinentes:

“The Worst Day Ever” ao vivo no Rio de Janeiro, publicado pela Queremos!:

Entrevista para a Queremos! no Rio de Janeiro:

Promoção: Concorra a um Meet & Greet para o Simple Plan no RJ

Atendendo aos pedidos dos fãs do Rio de Janeiro, chegou a vez de vocês concorrerem a duas vagas no Meet & Greet do Simple Plan no show da banda no Circo Voador que ocorre no dia 30 de Maio!

Para participar é muito fácil: basta acessar a foto do concurso no Instagram clicando aqui, seguir o perfil do Simple Plan Brazil, curtir a foto e marcar três amigos nos comentários. Você pode comentar quantas vezes desejar, entretanto não são permitidas marcações de perfis repetidos, de famosos ou empresas.

Serão sorteadas DUAS VAGAS no Meet & Greet da banda. Mais informações sobre o horário do evento serão divulgadas posteriormente. Vale lembrar que o prêmio NÃO INCLUI ingressos para o show e os participantes devem possuir ingressos, caso contrário não será permitida a entrada no encontro com a banda.

As participações são válidas apenas até ás 23h59 de HOJE e os dois vencedores serão divulgados na sexta-feira aqui no site e no Instagram. Para ler o regulamento completo do concurso, clique aqui.

Boa sorte a todos! 😉

Simple Plan grava mensagem sobre Merchandise Oficial da NPNHJB Tour

Antes de desembarcar para o Brasil, o Simple Plan enviou uma mensagem para a HSmerch, a empresa responsável pelo merchandise oficial da banda na turnê na América do Sul.

No vídeo a banda alerta os fãs sobre a importância da compra do material oficial vendido apenas dentro das casas de shows e na loja de seu site oficial. Além disso, a HSmerch informa que os primeiros fãs que comprarem os produtos receberão gratuitamente um adesivo exclusivo além de uma sacola biodegradável oficiais da turnê.

Não seja enganado por pirateadores e aproveitadores. Apoie a banda comprando somente o Material Oficial dentro das casas de shows ou diretamente na loja oficial do grupo.

O SIMPLE PLAN chega no Brasil esta semana! . E a banda acaba de enviar um importante recado sobre o Merchandise Oficial que será vendido durante a "No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”. . Os shows terão início no dia 25 de Maio em Porto Alegre e de lá, os canadenses seguem para Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Uberlândia, onde encerram a turnê. . O Merchandise Oficial do SIMPLE PLAN estará disponível apenas dentro das casas de shows e os primeiros que adquirem o os Produtos Oficiais em cada cidade, levam sacolas de compra biodegradáveis e adesivos oficiais da turnê. . Não seja enganado por pirateadores e aproveitadores. . Apoie a banda comprando somente o Material Oficial dentro das casas de shows ou diretamente na loja oficial do grupo. . . #SIMPLEPLAN #NPNHJBTour #MerchandiseOficial #HSmerch

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Concorra a pôsteres autografados e ingressos para o show de Uberlândia!

Faltam poucos dias para o Simple Plan desembarcar no Brasil com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”, e depois de ajudarmos os fãs de Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, chegou a vez de Uberlândia!

O SPBrazil, em parceria com a Move Concerts e a HSmerch irá sortear dois ingressos para a Pista Premium do show do Simple Plan em Uberlândia e dois pôsteres autografados pela banda!

Para participar basta curtir a foto do concurso em nosso Instagram, seguir os perfis do @simpleplanbrazil, @moveconcertsbrasil e @highlightsounds e marcar três amigos nos comentários. Vale lembrar que os amigos marcados não poderão ser perfis de marcas, empresas ou personalidades. Quanto mais vezes você comentar, mais chances você tem de ganhar, mas sempre marcando três amigos diferentes.

O concurso vai até o dia 28 de Maio e os dois vencedores serão divulgados no dia 29 de Maio. Leia o regulamento completo do concurso clicando aqui.

Boa sorte! 😉

Heineken distribuirá palhetas do Simple Plan no Rio

Os fãs que estarão presentes no show do Simple Plan que acontece no Circo Voador no dia 30 de Maio receberão uma surpresa da Heineken, a patrocinadora oficial do evento.

Além de ganharem um pôster exclusivo do show que foi divulgado recentemente pelo Queremos!, a marca de cerveja preparou palhetas personalizadas da banda. A ação faz parte da campanha #LiveYourMusic que também está distribuindo palhetas nos shows da turnê de despedida do Ozzy Osbourne no Brasil.

Vale lembrar que os ingressos para o show da banda no Rio de Janeiro ainda estão disponíveis para venda, então não perca tempo e garanta já o seu clicando aqui.

ATUALIZAÇÃO: A produtora Queremos! também divulgou mais uma novidade!

Todos os fãs que comprarem uma Heineken no show do Simple Plan no Circo Voador, receberão um copo exclusivo da banda. A arte do copo segue a linha do pôster oficial que também estará disponível para os fãs no show.

Chuck Comeau fala sobre estado de saúde de David Desrosiers

Dando continuidade a série de entrevistas para divulgar a vinda do Simple Plan ao Brasil que acontece na próxima semana, Chuck Comeau realizou uma entrevista ao site Tenho Mais Discos Que Amigos, onde falou sobre a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” e a possibilidade de David Desrosiers estar presente nas apresentações da banda no país. Confira a entrevista completa abaixo:

Essa será a oitava vez do Simple Plan no Brasil desde 2005, e vocês desenvolveram uma base de fãs muito sólida por aqui ao longo desses anos. Qual é a primeira coisa que passa pela sua cabeça quando você pensa em tocar aqui de novo?
Cara, é sempre uma ocasião especial quando tocamos aí. É um lugar bem especial pra gente. Eu lembro uma vez que tocamos em um festival de uma rádio devrock e tinham muitas bandas incríveis no lineup, uma plateia gigantesca e eu lembro do quanto os fãs eram apaixonados e empolgados quando chegamos aí. Acho que foi a nossa primeira vez se me lembro bem. Sempre tivemos a oportunidade de tocar para plateias muito grandes aí e sempre nos empolgamos pelo quanto as pessoas gostam de música no Brasil. E o engraçado é que parece que o interesse pela nossa banda sempre se renova, porque a cada lançamento de disco os fãs continuam nos mandando comentários e mensagens online, e vemos perguntas de “quando é que vocês vem para o Brasil?”, “venham para o Brasil” e vocês sempre querem mais, mais e mais. Nunca é suficiente (risos).

Rolaram alguns pedidos pra que a gente levasse essa turnê do No Pads… até aí, e faz um tempo já desde a última vez que visitamos o país, mais do que gostaríamos, então vamos tocar dessa vez em um número maior de cidades. Vai ser legal rever os fãs, o pessoal sempre aparece para nos encontrar nos aeroportos, nos hotéis, as pessoas são gentis e fico feliz que tenhamos desenvolvido essa base de fãs e essa relação especial ao longo dos anos. Vocês definitivamente são os fãs mais hardcore que temos ao redor do mundo.

O disco No Pads, No Helmets…Just Balls colocou o Simple Plan no mapa lá por volta de 2002 junto com uma cena que envolvia outras bandas como Good Charlotte, Sum 41, Yellowcard e New Found Glory. Mas agora estamos em 2018, vocês se sentem como veteranos dessa cena do pop punk hoje em dia? Como é a sua relação com outras bandas do gênero atualmente?
É interessante, porque sempre fomos muito amigos dessas bandas e eu sinto que foi muito legal fazer parte de um movimento naquela época, fazer parte de algo grande, que importava para os outros. Nós conseguimos tocar em todos os lugares possíveis, fazer shows grandes e turnês gigantescas e foi muito mágico poder fazer parte da cultura de algum jeito. Sinto que com bandas novas existe um pouco de competição entre elas sobre quem escreveu a música que fez mais sucesso, ou quem fez o maior show — mas para os veteranos esse tipo de coisa não importa mais.

Eu acho que existe uma sensação de respeito renovada de uns pelos outros, porque tantas bandas dessa cena já não estão mais na ativa como antes entre nós. Algumas terminaram, outras não fazem tantos shows mais, não estão tão ativas. É muito difícil segurar as pontas e ter uma carreira extensa, com longevidade nesse meio, então eu sinto que as bandas que conseguem sobreviver ganham essa sensação respeito renovado. Porque você batalhou para estar ali e sobreviver, então você fica feliz por ainda estar nessa posição e poder fazer isso da vida, tocar música. Acho que as bandas também ficam muito mais abertas a trabalhar em conjunto, de forma unida. Fazer mais coisas um com o outro, e estar aí para os outros quando eles precisarem, colaborar. É o jeito que descobrimos para sobreviver, fazendo o que amamos, então temos que batalhar por isso.

Você pode dividir com a gente algumas lembranças da época em que vocês estavam gravando esse álbum?
Esse foi o disco que nos abriu portas e que fez tudo acontecer pra gente. Mas foi difícil de gravar e levou um bom tempo para ficar pronto. Estávamos trabalhando com um produtor (Arnold Lanni) que tinha uma visão meio diferente da nossa, então isso atrapalhou um pouco. Ao mesmo tempo nós também tínhamos a nossa ideia muito clara do que queríamos fazer com o disco e com a nossa banda. Fomos teimosos e tivemos cabeça-dura para insistir no que tínhamos vontade de fazer, então entramos em conflito com o nosso produtor muitas vezes, estávamos meio que sempre brigando com ele. Ao mesmo tempo foi uma época muito boa porque também estávamos sempre juntos, pensando em música o tempo inteiro, falando sobre música o tempo inteiro.

Muitas bandas hoje em dia fazem essas turnês comemorativas celebrando discos que marcaram as suas carreiras. O que vocês estão planejando fazer na de vocês, vão tocar o disco na íntegra? E qual é a importância que você dá pro No Pads na sua carreira? Muitos fãs cresceram ouvindo ele — incluindo eu mesmo — e o consideram como um álbum especial, você o vê da mesma forma?
Antes de mais nada, nós definitivamente vamos tocar o disco na íntegra durante o show. É assim que começamos o set: nós basicamente vamos tocar tudo desse álbum e assim que as músicas terminarem, nós voltamos ao palco e tocamos alguns dos nossos maiores singles dos outros discos. Mais umas 2, 3, 4, até 5 músicas dos outros álbuns. É um show bem divertido, uma chance da gente tocar músicas que não tocamos há anos. Isso é muito legal, eu estou empolgado e feliz por estarmos fazendo isso.

Obviamente o disco representa tudo pra gente, é o disco que mudou as nossas vidas e nos possibilitou viajar o mundo tocando e sendo uma banda e fazendo o que amamos da vida. É o disco que nos deu a chance de nos conectarmos com as pessoas ao redor de todo planeta e fazer elas prestarem atenção nas nossas músicas. Pudemos fazer um som que até um tempo atrás ninguém estava contratando bandas para fazer, tivemos a sorte de lançar esse disco no mesmo período em que essa sonoridade era meio que nova ainda, essa cena do pop punk estava estourando com várias bandas incríveis sendo lançadas ao mesmo tempo. Esse tipo de música teve um impacto muito grande e poder fazer parte disso foi muito empolgante e muito divertido pra gente. Foi uma época mágica e estávamos no lugar certo, na hora certa, sabe? Nós conseguimos tocar os maiores shows das nossas vidas e fazer as coisas mais legais que já tínhamos feito até o momento: estar nas TVs, nas rádios e fazer tudo que sempre sonhamos em fazer.

Fazer essa turnê hoje em dia é uma forma de trazer tudo isso de volta, trazer os nossos fãs de volta e o que é mais incrível e especial pra gente é ver como essas músicas persistiram a todos esses anos e sobreviveram à passagem do tempo e que ainda significam muita coisa para muita gente. Quando tocamos essas músicas percebemos que as pessoas ainda estão ouvindo e reagindo à elas e o fato de que elas foram lançadas há quinze anos e que elas ainda são importantes para as pessoas hoje em dia é a melhor coisa que você pode conquistar como uma banda. Significa que temos um legado, o que é ótimo.

Muitos consideram o No Pads, No Helmets…Just Balls como um disco marcante do pop punk e o Simple Plan em si como uma banda de pop Punk. Temos visto muitas bandas da mesma época que vocês voltando agora e tentando lançar discos do gênero de novo, o que parece ter sido o caso com o último álbum de vocês (Taking One For The Team). Voltar para essa sonoridade do início da carreira foi uma escolha consciente?
Bom, é claro que nós temos consciência da forma com que a banda é percebida, do que os fãs amam a respeito dos nossos discos e do que nós mesmos gostamos sobre eles. Eu acho que ao longo da nossa carreira nós sempre colocamos intensidade no que fizemos e tentamos coisas novas, tentamos nos divertir com a nossa forma de compor e sempre pensamos em tentar sair um pouco da caixa e testar coisas novas. Às vezes funciona, em outras talvez não tenha funcionado tão bem quanto esperávamos. Mas uma coisa que sabemos com certeza é que ainda temos muito amor por esse tipo de música — pop punk ou seja lá o que for — as músicas com muita energia, as letras sinceras, as melodias que ficam na cabeça, é isso que nós crescemos amando ouvir e é nisso que a nossa banda foi baseada. É isso que nos tornou quem somos hoje.

Definitivamente existem horas em que, olhando pra trás, lembramos de momentos em que tentamos fugir de quem somos, e eu acho que quando você fica mais maduro, adquire uma perspectiva maior. Então começamos a perceber tudo o que esse tipo de música nos deu e pensamos “por que não abraçar isso? por que não retornar um pouco às raízes e fazer esse som mais old school?” até porque não existem mais tantas bandas fazendo esse tipo de música e acho que grupos como o blink-182, Good Charlotte, Sum 41, nós, e mais alguns ainda estão carregando a bandeira desse tipo de música.

Nós sempre gostamos de experimentar um pouco e testar novas sonoridades, mas no fim do dia, se você quer ouvir uma grande música de pop punk, nós sabemos que você pode ouvir uma dessas bandas. Tem dias em que a gente pensa, “sabe, vamos escrever uma música mais raiz, vamos compor algo que faça nossos fãs se sentirem como se sentiram durante o nosso primeiro ou segundo disco”. Até para nós mesmos nos inspirarmos, “vamos voltar e ter aquela energia que nós tínhamos quando estávamos apenas começando”. Eu acho que é legal fazer uma versão moderna disso. Eu não acho que conseguimos escrever uma música exatamente da forma com que escrevíamos em 2002 porque somos pessoas diferentes, temos influências diferentes e a cena musical mudou, mas definitivamente podemos nos inspirar nisso e escrever algo que tem os mesmos ingredientes de antes. Algo que tenha a mesma vibe, a mesma energia e eu acho que o fato de que se essas músicas foram gravadas em 2018, isso vai fazer elas parecerem um pouco diferentes, mas elas vão ter a mesma energia e esse é o ingrediente principal.

Recentemente veio a público a informação de que o David Desrosiers (baixista) está enfrentando uma depressão e tirou uma licença da banda. Antes de mais nada: ele está se sentindo melhor? E ele fará parte da turnê brasileira esse mês? Em uma era onde a ansiedade e a depressão se tornaram quadros epidêmicos ao redor do mundo, como vocês lidam com esse tópico entre vocês e com os seus fãs?
Tem sido uma situação interessante e obviamente triste pra gente, nunca tivemos que lidar com isso antes, com um membro da banda passando por problemas de saúde mental. Ele está passando por um momento difícil, então como amigos e colegas de banda nós nos sentimos tristes que ele tenha que passar por isso. Não é algo que imaginávamos ter que enfrentar e quando ele nos contou sobre o que estava acontecendo definitivamente ficamos em choque e surpresos, e muito chateados ao mesmo tempo que nosso amigo esteja passando por isso.

Ao mesmo tempo, pensamos que a coisa certa a fazer é garantir que ele fique bem e melhore. Então, se ele acha que não pode viajar o mundo em turnê agora e prefere ficar em casa, está tudo bem. Fique em casa, descanse, trabalhe os pontos que você tem que trabalhar consigo mesmo e saiba que essa é a prioridade número 1 pra gente. Todos os fãs ainda querem ver a gente, e não queríamos colocar mais pressão no David. Senão seria “hey cara, nós vamos parar de tocar até você melhorar,” e isso pressionaria muito ele. Então falamos, “tire o tempo que você precisar e achar necessário, nós conseguimos fazer bons shows ainda com 4 pessoas, nós vamos ter a faixa de baixo rolando lá mesmo que você não esteja com a gente”.

Nós paramos para explicar o que rolou para os nossos fãs, que ele está focado na sua recuperação e acho que eles entenderam. Acho que os fãs foram incrivelmente compreensíveis com a situação e a respeitaram. Acho que eles também estão felizes que ainda estamos tocando, apesar de que muitos gostariam que o David estivesse lá, mas agora ele não pode fazer isso.

Não sabemos ainda para o Brasil se ele estará com a gente ou não. Ele não faz esse show conosco desde a turnê pelos Estados Unidos no ano passado, mas nós tocamos muito desde então e ainda sentimos que o show é um grande espetáculo. Obviamente é um pouco diferente porque o David não está lá, mas ainda será muito divertido para os fãs. Vamos conversar com ele nos próximos dias e ver como ele se sente. Esperamos que ele possa ir conosco e estar aí, mas se ele não estiver vamos respeitar isso, ir do mesmo jeito e tocar o melhor show que pudermos para os nossos fãs brasileiros. Esperamos que vocês entendam.

Bom, acho que o nosso tempo está acabando. Obrigado pela conversa e boa turnê pra vocês, Chuck.
Eu que agradeço! Vemos vocês em breve!

Ingressos para o Simple Plan em São Paulo estão esgotados

Faltando pouco mais de uma semana para o retorno do Simple Plan a São Paulo com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”todos os ingressos para a apresentação da banda na cidade estão oficialmente esgotados.

A banda se apresentará no dia 27 de Maio no Audio, que tem capacidade de aproximadamente 3.000 pessoas. Esse será o terceiro show da turnê do Simple Plan pelo país, que ainda contará com apresentações em Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro e Uberlândia.

Os ingressos para as outras cidades ainda estão disponíveis. Clique aqui para acessar a página de vendas do Rio de Janeiro e aqui para as vendas das demais cidades.

Concurso: Simple Plan no Rio de Janeiro!

Quer ir ao show do Simple Plan no Rio de Janeiro e está sem ingresso? Nós iremos te ajudar!

Em parceria com o Queremos! o Simple Plan Brazil dará 01 ingresso para o show que a banda realizará no Circo Voador no dia 30 de Maio. O fã sortudo ainda levará para casa um pôster oficial autografado pela banda oferecido pela Highlight Sounds!

Para participar basta curtir o post do concurso no Facebook, compartilhar em modo público, marcar três amigos nos comentários da foto e curtir a página da Highlight Sounds no Facebook.

E caso você já queira garantir o seu ingresso, não perca tempo e acesse http://bit.ly/simpleplan18.

As participações são válidas até o dia 15 de Maio, e o resultado será divulgado no dia seguinte em nossa página. Leia o regulamento completo clicando aqui.

Boa sorte a todos!

Main Event: o mais novo meet and great estará a venda no Brasil amanhã

A banda anunciou pelos seus perfis oficiais que o Main Event VIP Upgrade, um novo tipo de meet and great, originalmente lançado na Austrália, será também disponibilizado por aqui! Os fãs poderão comprar os ingressos para este encontro com a banda a partir das 16:00hrs de amanhã, 1º de maio, terça-feira. Confira abaixo o que pode ser adquirido na compra desse pacote:

  • Ir ao backstage para um encontro intimista com a banda minutos antes do show e caminhar com eles enquanto eles se preparam para entrar no palco
  • Ficar na lateral do palco (ou em área designada) durante a apresentação do Simple Plan e aproveitar o show dessa perspectiva única.
  • Uma camisa da turnê do Simple Plan
  • Um setlist autografado do show, mais paletas
  • Foto em grupo que será tirada no palco com a banda

ATUALIZAÇÃO: O pacote agora está disponível para compra e custa 215 dólares (U$ 195,00 + U$ 20,00 de taxas) o que corresponde a um total de aproximadamente R$ 750,00. Adquira o seu clicando neste link.

Jeff Stinco fala sobre música brasileira e influências em entrevista

Em uma nova entrevista, Jeff Stinco conversou com o site Conexão Pop, onde ele falou sobre os fãs brasileiros, o que conhece sobre a música do nosso país, suas influências e o que os fãs podem esperar do Simple Plan no ano de 2018. Confira abaixo:

Vamos começar falando do Brasil. Já faz um tempo desde a última vez que estiveram aqui. Vocês estão animados para os shows? Qual é a melhor parte de tocar aqui?!
Sem dúvidas, os fãs. Os fãs são incríveis. Eles possuem muita energia, são bem presentes e, também, apaixonados. Já estivemos aí algumas vezes e apreciamos isso. Eu amo as bebidas, a comida, eu amo as pessoas. A música brasileira é algo que gosto muito, também. E eu a toco! Sei tocar a tradicional música brasileira, a clássica.

Vocês conhecem algum artista brasileiro? Há algum que considerariam para algum tipo de parceria?!
Sabe, recentemente ouvi falar sobre o cantor Catto (Filipe Catto), mas não o conheço. Sabe me dizer se ele é bom?

Sim, sim. E sobre Anitta e Pabllo Vittar, você já ouviu falar?!
Não, não. Mas eu deveria, né? Vou dar uma olhada.

Ainda sobre música, qual não pode faltar na setlist dos shows?
Ah, algumas do nosso primeiro álbum. ‘’I’d Do Anything’’ é um exemplo, ’Perfect’’ não tem como não tocarmos essa. E provavelmente ‘’I’m Just a Kid’’, também, essas são as clássicas. As pessoas querem escutar, então, não tem como pararmos de tocá-las.

Simple Plan marcou toda uma geração – e, bom, continua marcando. Como é ver essa nova geração indo aos shows e curtindo os shows de vocês?!
A melhor parte de fazer o que fazemos é ter fãs crescendo conosco. Temos fãs da nossa idade e fãs que, quando começamos, eram bem jovens e agora já possuem emprego e família. Pessoas que continuam nos descobrindo através da internet… É uma ótima posição para se estar. É muito, muito incrível e também é ótimo conhecer os diferentes grupos de diferentes idades. Simplesmente espetacular.

Quando vocês começaram, quem acompanhavam e quais eram suas maiores influências?!
Acho que de tudo um pouco. De ‘N Sync á The Beach Boys, The Beatles, Green Day, Blink 182, The Offspring… esse tipo de banda, sabe?!

Os fãs brasileiros estão muito animados para os shows no país e acredito que você sabe disso…
Eu estou, também!

Então, o que eles [os fãs] podem esperar dos shows aqui no Brasil?!
Será a mais divertida de todas, por que é uma comemoração do álbum que mudou nossas vidas. E, acredito, que foi a trilha sonora de muitas vidas. Muitas pessoas iniciaram um relacionamento ao som dessas músicas, dirigiram pela primeira vez, terminaram um relacionamento e sem dúvidas isso possui muitos significados para muitas pessoas. É um ótimo álbum e será muito divertido tocá-lo. Vamos tocar as músicas desse CD, dar uma pausa, voltar e cantar todos os hits que as pessoas gostam de ouvir. Tocamos nos Estados Unidos e foi incrível, então, não consigo nem imaginar como será no Brasil.

Para finalizar, temos a pergunta de um fã: O que podemos esperar do Simple Plan em 2018?
Estaremos escrevendo e escrevendo bastante. Escrevendo para o novo álbum e, com fé, entraremos em estúdio antes do fim do ano. E também estaremos em turnê e focados em fazer música nova.