Entrevista com Seb para o site “May the Rock Be With You”

Em uma entrevista para divulgar os shows do Simple Plan na Austrália, Sebastien Lefebvre conversou com o site “May the Rock be With You”, onde além de falar sobre o que os fãs podem esperar dessa turnê, o guitarrista também comenta sobre o estado de saúde de David Desrosiers e sua vontade de lançar um novo material do Simple Plan até o final do ano de 2018. Confira a matéria traduzida abaixo:

As lendas canadenses multiplatina do pop-punk, Simple Plan, irão trazer sua turnê mundial de comemoração dos 15 anos de ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’ para a Austrália em Abril para uma passagem especial pela Costa Leste. Com um número enorme de prêmios e mais de 10 milhões de álbuns vendidos pelo mundo, esse é um evento obrigatório para qualquer fã de Simple Plan. [A revista] Rolling Stone recentemente nomeou ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’ na sua lista de 50 Maiores Álbuns de Pop Punk de Todos os Tempos.

Nosso velho amigo, Seb nos ligou durante o feriado de sua casa em Montreal para falar sobre o retorno do Simple Plan para a Austrália para a turnê de comemoração, lembranças do álbum de estreia, o porquê das pessoas terem se apegado à ele, o porquê de serem os caras mais legais por aí, e muito mais.

Já se passaram cerca de quatro anos desde que conversamos nos bastidores da Warped aqui em Sydney, então vamos nos atualizar. Como tem sido os últimos quatro anos para vocês?
Tem sido ótimo, acho que viemos para a Austrália uma outra vez desde então, na turnê de ‘Taking One For The Team’ quando o último álbum foi lançado em 2016, e estivemos ocupados desde então. Durante todo o ano de 2016 fizemos a turnê do ‘Taking One For The Team’ e então em 2017 nós, basicamente, fizemos a turnê de comemoração o ano todo, então estamos muito felizes de trazê-la para vocês.

Vocês estão voltando para nos ver na comemoração de 15 anos de ‘No Pads, No Helmets, Just Balls’. Nos conte como vão ser esses shows?
Vai ser, basicamente, da maneira que rola o álbum. Nós entramos no palco, tocamos todas as músicas, nos divertimos muito, tem alguns momentos no set onde todo mundo fica completamente louco, é ótimo, e então voltamos e tocamos mais alguns hits e todos se enchem de muitas emoções incríveis, mas a mais proeminente seria, provavelmente, a nostalgia – o que é ótimo, é uma sensação ótima de ser tem um show. Se você for fã de Simple Plan e já nos viu antes, sabe que ainda tocamos duas ou três músicas do primeiro álbum, mas agora você vai poder ouvir todas elas, então é diversão para todo mundo.

Quando você tem que voltar e revisitar o álbum por completo, como é tocar músicas que podem não ter sido tocadas há muito tempo?
Surpreendentemente, foi bem fácil porque é a questão desse álbum é que quando nós costumávamos fazer shows, naquela época, tínhamos que tocar todas as músicas então só levou um minuto para lembrarmos, só pela memória muscular pois já tínhamos tocado-as antes, então foi bem rápido lembrar. Acho que agendamos uma semana de ensaios e dois dias depois, estávamos “certo, estamos prontos” (risos). O que fazemos com o resto da semana? Então, começamos a tocar ao vivo e foi muito divertido. Foi bom, mas, ao mesmo tempo, realmente te faz voltar no tempo, enquanto você toca as músicas consegue lembrar algo que aconteceu em um show quinze anos atrás, quando você estava tocando aquela mesma música, então tem muita emoção enquanto estamos nessa turnê.

Vamos voltar; qual a sua lembrança preferida do lançamento desse álbum de estreia em 2002?
Acho que era que toda vez que fazíamos algo, era a primeira vez que estávamos fazendo aquilo, aquele álbum marca nossa primeira turnê, nossa primeira viagem internacional, nossa primeira vez abrindo shows, nossos primeiros shows esgotados, primeiros álbuns de ouro, os primeiros programas de entrevista que tocamos. Tudo era tão novo que eu lembro que nós tínhamos pequenas reuniões porque não sabíamos [de nada], então sentávamos com nosso empresário ou com o Chuck, porque o Chuck é basicamente o empresário da banda, e ele dizia “Ok, então vai rolar isso aqui na Austrália, e isso aqui na Ásia” e então ele diria “Vocês deveriam estar felizes, tipo vocês iriam nos dizer se isso é ótimo, vocês deveriam estar felizes agora” (risos). Então é tipo “Ok então, estou feliz, muito obrigada.”

O que você acha que tem nessas músicas e nesse álbum que fez as pessoas se apegarem tanto a ele?
Essa é uma boa pergunta. Eu acho que o fato de serem boas músicas tem a ver com isso, além disso algo que nós notamos ao longo dos anos é que sempre que somos muito, muito pessoais em uma música, é quando as pessoas mais conseguem se relacionar com ela. Por exemplo, ‘Perfect’ é totalmente sobre caras em uma banda falando para os seus pais que querem estar em uma banda e sair da escola, e essa se tornou a música que as pessoas mais se identificaram e uma das nossas maiores músicas, porque todo mundo consegue se ver nessa situação onde estão discordando ou nem discordando, mas presumindo incorretamente que seus pais estão decepcionados, sabe, e isso mexe com aquele tipo de sentimentos, “bom, e agora o que eu faço?”, e “sinto muito estar te decepcionando” bla bla bla, e isso gerou uma conexão com as pessoas, então sinto que a honestidade ali, e as melodias pegajosas também, e diria que o começo dos anos 2000 tinha um forte para esse tipo de música também.

Você falou sobre trazer de volta uma lembrança de uma música, mas você é bom com rostos? Vocês verão pessoas que já viram há 15 anos que estão voltando agora?
Às vezes sim, às vezes não. Acontece sim, às vezes você vê alguém no público, e é como se eu achasse que te conheço, mas na maioria das vezes eu me engano e digo “Hey, já nos conhecemos antes” e eles dizem “Não”, “Bom ok, essa é a primeira vez que nos conhecemos então” (risos).

Ao longo do tempo é fácil dizer o que mudou em uma banda, mas o que você diria que é algo que continuou o mesmo durante o tempo que estão juntos?
Muita coisa continuou a mesma; acho que a maneira como somos uns com os outros e o jeito que somos no palco, acho que isso continuou o mesmo. Obviamente, acho que tocamos melhor agora, temos quinze anos juntos no palco então essa parte acho que estamos melhor. Mas só o jeito que somos e o jeito que brincamos uns com os outros, e damos “aquele” olhar e sabemos como estamos quando estamos juntos viajando em um avião, ou em uma van ou só relaxando antes do show. Sinto que nessa altura, passados 15 anos, não acho que isso irá mudar, então é essa a maneira que nós somos.

Eu acho também que vocês são uns dos caras mais legais com quem já falei, e a banda mais legal por aí, então isso é algo a manter também.
Oh muito obrigado, obviamente temos nossos pais para agradecer por isso, e outras pessoas dizem sobre outras bandas, “Ah, aquele cara virou um babaca quando entrou na banda”, provavelmente não, talvez ele sempre tenha sido um babaca e agora você só vê isso com mais frequência. Sinto que nós nos damos uns toques também, assim que alguém tem um pedido um pouco “rockstar”, todo mundo cai em cima e ele não se desvia da mentalidade simples da primeira turnê, acho que isso sempre vai se manter conosco, aquele negócio de “faça você mesmo” onde meio que estamos no comando, fazemos nossas próprias coisas, não exageramos nada, somos bem moderados e tentamos ser o mais tranquilo possível, e obviamente tentamos ser legais com nossos fãs, eles são basicamente o motivo de ainda estarmos aqui e o porquê de podermos fazer essa turnê quinze anos depois. Então, nós sempre tentamos ser acessíveis, sempre queremos conhecê-los, ouvir suas histórias e tudo mais.

Então, tivemos um álbum novo em 2016, há planos para músicas novas em breve?
Esse é o plano, sim. Nesse momento nós, obviamente, ainda temos mais alguns lugares para ir em turnê, mas nós acabamos de ter uma folga, não temos nenhuma turnê grande até a Austrália, então nós estamos descansando um pouco, eu já comecei a trabalhar no meu estúdio e tenho certeza que os outros caras também, e estamos só tentando pensar em algumas ideias, ver o que dá certo, o que não dá e vamos nos dedicar mais oficialmente nas próximas semanas ou no próximo mês, ou algo assim.

O que vocês esperam para o restante do ano?
Espero que seja esse o plano, assim que começamos a escrever as coisas ficam incríveis, cada música que compomos é ótima então vamos pro estúdio bem rápido, porque adoraríamos levar menos tempo entre os álbuns. Entretanto, todo mundo quer ver essa turnê de comemoração, então temos que dar uma pequena pausa na composição para viajar e ver vocês, e outros shows aqui e ali esse ano, o que é divertido porque sempre tem shows aqui e ali, mas esse é o plano, vamos tentar focar na composição e gravação do álbum, acho que esse é o tema deste ano.

Então, o que você ainda gosta em estar no Simple Plan?
Não sei, tô meio cansado já, não, não, brincadeira. Amamos subir no palco, ainda somos todos amigos, amamos subir no palco juntos e fazer shows juntos, e obviamente, algumas coisas foram ficando mais difíceis já que todos temos famílias, mas acho que de maneira nenhuma alguém conseguiria fazer esse trabalho se não fosse divertido. Acho que pode exigir muito de você, fisicamente, sabe, você não tem mais 18 anos então o jet lag é mais pesado pra gente (risos). Vou estar na minha melhor forma física quando formos para os shows na Austrália. Pra mim, é sobre se divertir fazendo algo que amo e nesse momento, esse é o meu trabalho, essa é a minha carreira, mas é também uma maneira legal de eu me divertir, então estou só viajando com meus amigos, e basicamente indo para cidades legais e não acho que ninguém ia achar isso um saco (risos).

Tenho que perguntar, como está o David?
Ele tem lidado com um ano difícil, então está precisando de muito tempo para descansar e ficar em casa, ele está passando por uma depressão bem difícil então está saindo dessa bem devagar, e ele ainda está na banda, obviamente, então não comece nenhum boato, mas ele e nós sentimos que era melhor que ele ficasse em casa e descansasse ao invés de entrar em um calendário agitado de turnê o ano todo, que seria extremamente cheio. No momento, ele está só garantindo que se sinta bem.

O que ainda falta fazer, que vocês ainda não tiveram a chance de realizar?
Acho que o principal é continuar por aqui, continuar sendo relevante, continuar a banda e acho que esse é um desafio que vem conosco em todo álbum, mas felizmente pudermos continuar como banda e se esse ano prova alguma coisa, é que ainda conseguimos isso, ainda podemos ser uma banda e isso é demais e acho que isso é o que todos temos em comum, contanto que consigamos continuar e contanto que as pessoas se importem de nos ver, vamos continuar vindo vê-los e vamos continuar fazendo álbuns e fazendo shows. Além disso, tem alguns lugares que nunca fomos tocar que gostaria de ir, adoraria ir para Islândia apesar que, talvez, só gostaria de ir lá nas férias e não para tocar (risos). Mas adoraria voltar para África do Sul, só fomos lá uma vez e nos divertimos muito, adoraria voltar lá. Então um pouquinho de viagem, mas sobretudo se continuarmos compondo músicas, tendo um hit mundial, isso seria algo incrível de conquistar, mas para nós só continuar por aí já é uma maneira muito satisfatória de estar nessa banda.

Então, o que faço com todo mundo é fazer com que olhem para o futuro, então termine a frase pra mim. Ao fim de 2018, o Simple Plan estará…
Andando em carros voadores, acho que é isso que ‘De Volta pro Futuro” previu, certo? (risos). Não! Ao final de 2018, o Simple Plan irá lançar música nova, é isso que espero, talvez não um álbum completo, talvez alguma coisa, mas espero que no final do ano algo tenha sido lançado, é isso que estou torcendo, não coloque isso no calendário, não coloque uma data, não surtem nos sites de fãs, é apenas o que estou esperando.

Entrevista: Hunderttausend conversa com Jeff sobre novo álbum e fãs

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O guitarrista do Simple Plan, Jeff Stinco, realizou uma entrevista com o portal Hunderttausend, onde fala sobre o novo disco, “Opinion Overload”, fãs e o tempo em turnê. Confira a tradução completa abaixo:

Oi Jeff, já se passaram 5 anos desde o ultimo álbum. O que estava acontecendo?
(risos) Somos perfeccionistas e queríamos ter certeza de que nós trazemos um álbum que atinja as nossas expectativas. Infelizmente, temos provavelmente tornado o processo um pouco a sério demais, e temos passado tempo demais no estúdio. No entanto, é interessante. Estávamos muito em turnê ao redor do país com o nosso último álbum “Get Your Heart On”. Porque, então, também tinha uma música de sucesso com “Summer Paradise”, a turnê também ampliou novamente. Por isso, também tem a ver com isso, com muita composição e tempo demais no estúdio. Isso acontece apenas quando você tem alguns caras que realmente são adultos, mas que se comportam como meninos no estúdio (risos).

Seu álbum se chama “Taking One For The Team”. Em que situações você se sacrificou pelo bem da equipe?
Oh Deus, sim, definitivamente. Eu poderia te contar muitas histórias!

Então nos conte a mais engraçada!
Por exemplo, tem as fotos para o último álbum “Get Your Heart On”, onde usamos roupas muito apertadas. Isso era para o “tributo Wham” que fizemos. Essa foi totalmente horrível. Ou no vídeo de “Perfect”, relativamente cedo em nossas carreiras, a água da chuva em cima da gente. Era frio. Você não pode imaginar. Era tarde da noite e congelou nossos traseiros. Então houve algumas ocasiões em que nos sacrificamos pela equipe.

O título e a arte do disco são baseados no tema de esportes. Vocês são grandes fãs de esportes?
Sim, somos totais fãs de esportes. O hóquei é uma grande coisa no Canadá, é mais algo como uma religião aqui. Eu mesmo gosto de jogar futebol e esqui. Mas eu não assisto tanto esportes na TV. Quando eu penso sobre isso, a sensação de estar em uma banda é totalmente comparável com ser um membro de um clube esportivo. É muito mais ao longo do caminho, você sempre tem que dar o seu melhor para o bem maior, para servir à equipe. Há pouco sobre a individualidade. Algo semelhante é também, se você é um membro de uma banda.

Na música “Opinon Overload”, diz “Estou fazendo as coisas como quero, que parte disso não entendeu?”. É uma mensagem para os críticos de música?
(Risos). Estranhamente, eu tenho que dizer não aqui. Claro, se encaixa, mas na verdade se trata de interação com os fãs, por exemplo, através da mídia social. Porque essa é, por vezes, muito estranho. Alguém só alcança tanto por causa dos fãs e, portanto, deve-lhes muito. Ao mesmo tempo, tornou-se comum hoje em dia que você em mídias sociais simplesmente diz tudo, sem realmente pensar sobre isso. Os fãs criticam músicas que eles simplesmente só ouviram uma vez. Sem dar nenhuma chance. Como um artista precisamos dizer, porque às vezes: é o suficiente. Estas canções, foi assim. E nós queremos permanecer fiel a nós como uma banda. É sobre isso que realmente é a música.

Você acabou de dizer que trabalharam muito nas músicas por um longo tempo. Há canções do álbum, que mudaram completamente desde a idéia até a música final?
A maior mudança foi em “I Don’t Wanna Go To Bed”. Deve-se, é claro, dizer que, se você gravar as primeiras demos, será muitas vezes sua primeira inspiração, seu instinto como músico. Como resultado, por exemplo, cria-se um som que não se encaixa com o resto da banda. Mas há, em seguida, canções que queremos que soem mais como Simple Plan, sabe? A demo inicialmente tinha um ar muito eletrônico e, em seguida, fizemos um som mais orgânico. Claro que ainda é bastante funky, mas totalmente diferente da demo que inicialmente fizemos.

Será que a alteração resultou, em parte, a partir da colaboração com Nelly?
Quando Nelly está em uma canção aqui, então já eleva a musica novamente para um novo nível. A canção se tornou mais interessante. Ele estava no princípio, mas um pouco repetitivo. Nelly superou isso e fez a música muito mais animada.

Simple Plan está agora há mais de 15 anos em turnê. E sem dissolução e turnê de reunião e outras coisas. Qual é o seu segredo?
O segredo é: discutir. Discutir como um louco (risos). Ok isso é um pouco verdade. Já brigamos entre nós. Mas, falando sério, somos amigos do ensino médio. Nós crescemos juntos e respeitamos muito um ao outro. Falamos muito uns com os outros, o que é importante para nós como um povo de língua francesa bem no sangue. Então, nós falamos. Falamos o tempo todo (risos). Assim, uma parte disso é a comunicação. E se você quebrar a marca de 5 anos como uma banda e alcançou algo que é grande. Se você fizer os 10 anos e continua a ter um nome, então, que é também particular. Depois de 15 anos, ele também carrega uma certa responsabilidade para com a banda e os fãs e a história que você tem. Somos soldados em conjunto.

Você ainda faz punk pop / rock mas em seus álbuns, sempre há influências de diferentes gêneros. Vocês não estão agora em uma idade em que vocês tem que fazer smooth jazz ou Folk?
(Risos). Agora que você mencionou. Já existe tal coisa como “música que não é apropriada pra idade.” Eu entendo isso. Mas nós somos conhecidos como uma banda pela nossa energia e nosso conteúdo melódico. E nós estamos em grande forma e nossa performance no palco é boa demais para Smooth Jazz. Enquanto nossos fãs ainda quiserem nos ver, nós faremos apenas punk rock enérgico. Mas você também abordou os diferentes gêneros que integramos. Isso também pode ser visto no nosso atual álbum muito bem. Há uma boa mistura de nosso som e novas velhas influências que temos. Eu acho que isso é ótimo. Acho que isso faz músicos e sua música interessantes.

Vamos falar sobre o seu relacionamento com seus fãs. Após o show há para os fãs a possibilidade de pizza e um meet and greet com vocês. De onde vocês tiram sua motivação depois do show?
(Risos). Quantos anos acha que temos? Eu tenho apenas 35…. Ok, 37. É tão bom estar na forma que podemos fazer essas coisas em nossa responsabilidade. E o truque é: Nós já não festejamos tanto como antes (risos). Eu costumava ser, por exemplo, não tão em forma como somos hoje, porque temos sempre festejado muito. E agora eu saio também, mas eu me poupo para momentos especiais. Embora, em seguida, também muito épico, mas apenas não como frequentemente. E em turnê, nós também não saímos tão cedo, de modo que é já evidente. Vamos direto do palco, rapidamente e, em seguida, temos um momento legal com os nossos fãs. Podemos entreter o resto da noite com relativamente muitas meninas, isso é muito legal para ser honesto (risos).

Você falou de responsabilidade para com os fãs. Isso é algo como uma obrigação ou é mais sobre a diversão para vocês?
É um pouco de ambos, eu acho. Naturalmente, tem que ser divertido. Se não fosse assim, as pessoas iam se lembrar e, então, estariam justamente chateadas. Mas também é importante que a banda começou muito pequena. Nós, então, eventualmente, podemos dar autógrafos e sempre fizemos no caminho para o ônibus. As pessoas gostaram, que demos tempo para eles e outras coisas. Essa proximidade foi, então, em algum momento uma das nossas marcas. Membros do clube de fãs, por exemplo, tem acesso ao soundcheck. Depois, há ainda o acesso direcionado às nossas festas pós-show. Queremos passar tempo com as pessoas. Então vamos para o ônibus e os fãs ainda estão esperando e querem autógrafos. Às 2 horas da madrugada. E, claramente, estamos preocupados. Essa é a responsabilidade que carregamos. E, claramente, há também as noites em que não é muito divertido. Como as pessoas são, então, que são estressantes ou assim. Mas fazemos isso para a noite, que são grandes. Encontramos pessoas de todo o mundo. E às vezes de festas direito dessas reuniões VIP. Cada noite é diferente e é isso que torna especial.

Você está atualmente em turnê. O que vai ter realmente passado pela sua cabeça quando você lembrar que visitou em três meses tantos países e conheceu um monte de gente. Vocês ficam a noite toda pensando nisso, ou agora é rotina?
Não há rotina. Em primeiro lugar, isso também é tudo um grande esforço organizacional. Por exemplo, eu tenho filhos agora, porque isso é uma coisa grosseira de sair em turnê. Mas uma vez que você começa, então, no caminho, você já está totalmente animado e ansioso para os muitos países e as pessoas diferentes, com suas diferentes perspectivas. Isso é totalmente grande e um privilégio que podemos fazer isso. A única restrição é que nós preferimos ir para o verão em turnê. Como o clima é melhor (risos).

Entrevista: Nos Gusta La Música conversa sobre a história do Simple Plan com Jeff Stinco

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O Simple Plan lançou no último 19 de fevereiro seu quinto álbum de estúdio, “Taking One For The Team”, que eles irão apresentar esta semana na Espanha. Esta é a entrevista que foi concedida ao Nos Gusta La Música por Jeff Stinco, guitarrista, na ocasião do lançamento do álbum e visita do grupo ao país.

Durante a entrevista, Jeff relembra os pontos altos da carreira do Simple Plan desde os tempos do Reset até os dias de hoje e descreve as músicas do TOFTT faixa-a-faixa.

Vamos falar sobre suas origens. Em 1993, Pierre e Chuck eram parte de uma banda chamada Reset. Como você descreveria o som da banda até então?
Eu toquei com Chuck e Pierre em uma banda antes de começar Reset. Meu pai me obrigou a tomar aulas de violão clássico para melhorar o meu instrumento. Eu não estava muito feliz com isso, mas eu acabei amando a parte de desafio que significava. É uma grande parte da minha vida agora.
Reset foi uma banda rápida, muito enérgica e politicamente carregada. Com Simple Plan, acabamos tendo estes conceitos e nos adaptamos ao que os cinco queriam como uma unidade. Por exemplo, podemos expressar nossas idéias políticas através de envolvimento social com a fundação e não liricamente. Temos músicas rápidas, mas eles são mais melódicas do que as do Reset … Um pouco mais lento também.

Você ouvia bandas de skate e punk na época, ou você preferia ouvir outros tipos de música?
Na década de 1990, eu estava realmente na música grunge. Eu amei Pearl Jam, Alice in Chains, Soundgarden, mas Chuck tinha me apresentado à Face To Face, Blink 182 e Green Day. Eu estava integrando estas influências em todo esse tempo.

Em 1999, Sébastien Lefebvre e você se juntaram à eles, e o Simple Plan nasceu. Qual foi sua motivação para unir forças?
Quando soube que Chuck não estava em Reset mais, eu o chamei imediatamente. Levou-me algumas semanas para convencê-lo a tocar comigo. No casting participaram muitos cantores, mas nenhum deles foi tão motivado como nós. Quando Chuck conseguiu convencer Pierre a trabalhar com ele novamente, parecia uma banda novamente. No processo, Sebastien, que era o irmão mais novo do meu melhor amigo, também se juntou. Tocamos como uma banda de quatro peças por um tempo até que David se juntou a nós.

No final de 1999, Chuck encontrou Pierre no palco em um show do Sugar Ray. Qual é a sua memória daquele show?
A minha única memória é o telefonema que Chuck fez pra minha casa na noite do show. Eu não podia acreditar que ele tinha pisado em seu ego falando com Pierre se juntar a nós!
Abrimos para o Sugar Ray alguns anos mais tarde e foi incrível, além de ser bastante simbólico. Mark McGrath foi gentil e atencioso conosco. Ele nos ensinou muito e festejou com a gente um pouco.

Em 2002, o Simple Plan lançou seu álbum de apresentação (No Pads, No Helmets … Just Balls). Mark Hoppus (Blink-182) e Joel Madden (Good Charlotte) contribuíram com vocais. Por que vocês escolheram estes dois colaboradores para o seu primeiro álbum? O que você sente quando você ouvir o disco hoje?
Nós apenas queremos ter um amigo nosso em nosso álbum e por que Joel Madden pediu para dar uma mão. E no que se refere ao Mark Hoppus, ele foi uma grande influência. Assim, tivemos de ter as ‘bolas’ necessárias para perguntar. E ele disse que sim! Foi muito importante para nós, como foi muito bom para nós. Somos eternamente gratos.
Eu ainda gosto de ouvir este album. É ingênuo e bonito. As músicas são ótimas. Estou orgulhoso do que fizemos em uma idade precoce e com muito pouca experiência.

Após o lançamento do álbum, em 2003, a banda tocou como atração principal na Warped Tour e abriu para Avril Lavigne, Green Day e Good Charlotte. Foi este um bom momento para a banda?
Foi um momento incrível para a banda. Nós aprendemos um monte com Green Day e Blink 182 naqueles anos. Nos deu mais força como uma banda. Também expôs nossa música para muitas pessoas que não tinham ideia que existíamos.jeff-stinco-02

O álbum vendeu milhões de cópias, tornando-se o álbum mais vendido da banda até à data. Será que o sucesso de No Pads, No Helmets … Just Balls foi uma responsabilidade quando gravaram o segundo álbum?
Na verdade, nós estávamos prontos para fazer um novo álbum. Nós tínhamos sido uma banda de turnê por quase quatro anos sem música nova. Precisávamos estar animados por material novo e foi um bom momento. Foi estressante, mas emocionante. Esse album foi feito rapidamente e foi magistralmente produzido pelo grande Bob Rock.

No terceiro álbum, Simple Plan também incluiu a produção de dois grandes produtores. O que lhes atraiu à Dave Fortman e Max Martin para trabalhar com eles?
Dave Fortman é um cara incrível que fez albuns com Evanescence, o que realmente nos impressionou. Max Martin é um gênio, um gênio da composição de canções pop. Nós aproveitamos a chance para confraternizar com um “grande” do nosso tempo.

Em 1º de julho de 2008, a banda faz um show gratuito nas planícies de Abraham em Quebec com a participação de 150.000 pessoas. O que você lembra deste show?
Ele ainda é muito presente na minha memória. Foi ótimo, poderoso, um sonho tornado realidade. Foi como voltar para casa e, finalmente, ser reconhecido. A experiência musical mais poderosa da minha carreira.

Vamos falar sobre as músicas do novo álbum. Você poderia descrever o significado e som de cada música começando com “Opinion Overload”.
Em poucas palavras, fala sobre não deixar ninguém te colocar para baixo.

“Boom!”
Nosso retorno simples. Nós tivemos muita ajuda de nossos amigos em nosso vídeo. O gancho é um toque original em uma canção de amor.

“Kiss Me Like Nobody’s Watching”
Uma divertida faixa retro-ish com um sabor Simple Plan.

“Farewell”
Uma das minhas canções favoritas neste álbum. É rápida e nova para o Simple Plan.

“Singing in the Rain”
Eu acho que é a música mais bem escrita neste disco. Fala sobre como manter uma atitude positiva perante à adversidade.

“Everything Sucks”
Uma música divertida de conduzir com um solo de guitarra.

“I Refuse”
Um retorno ao som do segundo disco.

“I Don’t Wanna Go To Bed (feat. Nelly)”
Uma música divertida e peculiar do Simple Plan. Foi divertido ter Nelly colocando o seu toque nesta faixa. Definitivamente, nós tira da zona de conforto, mas era algo que queríamos fazer.

“Nostalgic”
Grande música com riffs que nos traz de volta aos anos de Warped Tour.

“Perfectly Perfect”
Uma canção comovente sobre um assunto muito significativo.

“I Don’t Wanna Be Sad”
Um novo toque no som do Simple Plan. Ele fala sobre ficar forte na adversidade.

“P.S. I Hate You”
A saltitante e old school. Uma faixa pop punk que eu amo.

“Problem Child”
Uma canção sobre se sentir como a ovelha negra. Pessoal e universal.

“Dream About You”
O música mais legal do álbum. É uma grande faixa de amor e uma colaboração entre Pierre e Juliet Simms. Ela elevou a música com sua interpretação.

Vamos falar sobre seus shows ao vivo. O que é diferente sobre o som da banda no palco do que os fãs podem encontrar em um álbum?
É a mesma coisa, mas um pouco mais rápido e muito mais forte. A energia está mais presente, mas eles são os mesmos cinco caras tocando suas próprias peças. Movendo-se muito e se divertindo. Há uma abundância de comédia ao vivo.

O Simple Plan Foundation, que concentra os seus esforços em questões de adolescentes, tais como a toxicodependência, a pobreza e suicídio, também contribuiu para desastres humanitários de todos os tipos. A fundação é importante para vocês. Em sua opinião, qual obrigação os músicos tem para servir como um modelo a seguir no que diz respeito às causas sociais? Pode nos contar um pouco sobre Keep A Breast?
Eu não acho que é uma obrigação profissional. É algo que queremos fazer como indivíduos. Nós aprendemos muito sobre a vida através desta fundação e temos colaborado com seres humanos incríveis. É a nossa maneira de repassar para frente.

Finalmente, você gosta da maneira que se entende a música aqui em Espanha? O que você pode nos dizer sobre seus fãs espanhóis?
Nossos fãs espanhóis são fantásticos: tão intensos e cheios de energia. Temos a sorte de ter uma base de fãs leais em um país que nós amamos. Não podemos esperar para voltar.

Entrevista: Brain To Crush conversa com Sébastien sobre turnê espanhola

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O reconhecido grupo canadense Simple Plan lançou seu quinto trabalho de estúdio. “Taking One For The Team” é o nome do seu novo álbum, disponível desde o último 19 de Fevereiro. Junto com o lançamento do novo material, a banda programou uma turnê pela Europa, e, felizmente para o público espanhol, também passarão pelo país, passando pelas cidades de Madrid (24 de fevereiro), Bilbao (26 de fevereiro) e Barcelona (27 de fevereiro).

Olá do BrainToCrush, vamos fazer algumas perguntas antes de sua turnê de Espanha. Em fevereiro estaremos ouvindo o novo Simple Plan, como você pode definir o tipo de músicas que estarão nessa gravação?
É um álbum muito bom! Há um monte de canções de rock que é o que os fãs esperam de nós e nós gostamos de tocar ao vivo, e há algumas que soam diferente, algo como “I Don’t Wanna Go To Bed” onde fizemos algo que não tinha feito antes. Eu acho que este álbum é o melhor até à data. Definitivamente ele representa o que somos e ao mesmo tempo mostrar que nós fazemos coisas diferentes.

Qual foi a parte mais difícil na gravação deste trabalho? Alguma história se destaca que tenha ocorrido na gravação?
Mais que complicada, foi muito longa. Nós levamos o nosso tempo para escrever e nos certificar que as músicas finalizadas para o álbum eram exatamente o que queríamos, e que soou o jeito que queríamos que soasse. Nós nos concentramos em cada pequeno detalhe para garantir que a nossa visão de cada música é o que queríamos para o álbum e que a primeira impressão que as pessoas levem é o que temos planejado.

Em “Taking One For The Team”, qual é a principal mensagem que você quer transmitir?
É difícil resumir as 14 letras diferentes de cada música em uma única mensagem, mas se eu tivesse que dizer alguma coisa, diria que nós falamos muito sobre tomar o controle de sua própria vida, ganhar confiança e fazer o que achamos que é a coisa certa.

Tem sido muitos anos desde a formação do Simple Plan e ainda seguem sendo os mesmos adolescentes, como continuam transmitindo e fazendo esse lance juvenil nas músicas?
Eu não vejo isso dessa forma. Eu sinto que nós falamos sobre as coisas importantes para nós e para aqueles ao nosso redor, nossos fãs. Nossa música tem um monte de energia e isso nos mantém jovem em nossos corações. Poderia comentar diferentes canções como “I’m Just A Kid” de antes de quando escrevemos, no entanto poderia relacionar-me mesmo sendo um pouco mais velho.

Ao vivo encontraremos um setlist cheio de novas questões ou uma mistura de grandes sucessos?
Nossos shows são sempre cheio de grandes sucessos. Nós adoramos ir para ver bandas tocando nossas novas músicas favoritas, novas e antigas. Embora tenhamos um monte de músicas novas de TOFTT que se tornarão grandes canções. Vamos tocá-las também.

Vocês tem 15 anos de formação e são uma das poucas bandas na cena de música que mantém a linha original. Qual é o segredo?
Comunicação. Nós nunca tivemos um problema que não podia ser resolvido falando. Além disso, nós amamos o que fazemos e nada vai acontecer entre os cinco de nós, a coisa mais importante é continuar como uma banda. Somos amigos desde que a banda começou e nós permanecemos.

Muitos anos juntos, você pensou há 15 anos que estaria onde está? O que você tinha em mente há 15 anos como seria o seu futuro?
É difícil olhar para frente, por enquanto este álbum acabou de sair e estamos muito focados nele. Nós nunca pensamos que estaríamos onde estamos hoje, e eu estou esperançoso de que possamos ficar juntos no futuro.

Algo um pouco mais pessoal, o que você acha que é a maior desvantagem em serem músicos famosos?
Eu realmente não me considero famoso! Acho que a banda está indo muito bem, mas nós não vemos “carregados” com as desvantagens que vêm com ser uma estrela reconhecida. Nós nos sentimos sortudos por isso. Em muitos lugares, não precisamos de segurança, ninguém nos assedia. Em torno dos shows, nossos fãs enlouquecem. Quando não estamos no palco, são respeitosos e educados. Nós temos o melhor de tudo.

Por último, que palavras dedicaria ao público espanhol que espera por você?
Estamos ansiosos para vê-los novamente. Eu sei que vocês vão adorar o novo álbum, e não podemos esperar para tocar essas novas músicas ao vivo e desfrutar com vocês.

Vídeo: Pierre e Jeff entrevistados pelo The Kelly Alexander Show

Nessa entrevista com o The Kelly Alexander Show, Pierre e Jeff falam sobre o processo de composição de “Taking One For The Team” e fazem um jogo rápido de perguntas e respostas sobre os companheiros de banda. Confira o vídeo:

» Pierre diz que não imaginavam que demorariam tanto para lançar TOFTT, o plano era que fosse lançado em 2014. Como a banda gosta de experimentar novos estilos e sons, e querem sempre se superar, o tempo para compor tem aumentado.

» Durante a composição, algumas partes foram mudadas completamente, adicionaram mais guitarras em algumas músicas, arranjos foram refeitos. Devido a isso demoraram mais para gravar o álbum, pois gostam de fazer tudo muito certo.

» Jeff disse que o desafio nesse álbum era como fazer as músicas melhores, todos queriam muito contribuir no processo. Eles precisaram repensar em como organizar o álbum para que “Opinion Overload” pudesse co-existir com “I Don’t Wanna Go To Bed”, por exemplo.

» Eles precisaram se dividir entre a Califórnia, onde moram Pierre e Chuck, e Montreal, onde mora o restante da banda. Pra eles, era importante que a banda estivesse reunida para compor o álbum.

» Jeff diz que em álbuns anteriores, eles queriam ter 12 singles em potenciais. Neste, eles sabiam quais seriam as músicas a serem lançadas como single, e músicas mais fortes e profundas que não tem potencial para single, mas que tem um propósito no disco.

» Pierre diz que gostaria de poder conhecer Tom Petty pois o considera um ótimo compositor , enquanto Jeff gostaria de conhecer AC/DC, para perguntar como conseguiram ficar juntos por tantos anos.

» Durante o jogo “Do You Know Your Bro?”, eles dizem que Chuck é o mais atrasado, que diz estar sempre trabalhando pela banda;  Jeff não sabe o sorvete preferido de Pierre; o guitarrista preferido de Jeff é David Howell Evans; Chuck não consegue ficar sem o celular; o esporte preferido de Pierre é futebol;  Se Jeff pudesse voltar no tempo, iria para os anos 80.

Video: MyiPop Entrevista Pierre Sobre Novo Álbum

O Simple Plan está de volta, com as baterias mais carregadas do que nunca e para marcar o início de sua “Taking One For The Team Tour”, o MyiPop teve a oportunidade de conversar com Pierre Bouvier. O cantor foi à Madrid para começar o que será sua nova turnê, durante o qual apresentará o seu novo álbum.

“Taking One For The Team” é o quinto álbum da banda e que foi colocado à venda na semana passada. “I Don’t Wanna Go To Bed”, com Nelly foi a primeira prévia de um disco tão completo. Nele, eles têm muitas colaborações, mas também obtiveram o equilíbrio certo entre o que tem nos apresentado desde que começou a sua carreira e da nova era.

Seu novo álbum foi produzido por Howard Benson (My Chemical Romance, All-American Rejects) e Pierre e Chuck vieram a investir até 12 meses para compor as músicas em seu pequeno estúdio no sul da Califórnia. Neste novo álbum, houve uma clara intenção de conciliar como nunca tinham feito antes, as raízes do punk rock da banda, com a bagagem pop alcançada ao longo dos anos.

» Pierre fala sobre a relação do Simple Plan com os fãs da Espanha e o que os fãs podem esperar dos shows.

» Sobre a música que ele está mais ansioso em tocar ao vivo, ele cita “Farewell”.

» Pierre explica o motivo de terem levado tanto tempo para lançar o disco e explica que a banda demora mais tempo do que as outras pois eles não querem se arrepender de terem lançado algo que não gostaram e precisam desse tempo para fazer a coisa certa.

» O tema do álbum também foi comentado como de costume. Pierre explica que quando você está em um time você precisa fazer sacrifícios por ele, assim como ocorre estando em uma banda.

» O vocalista diz que a proposta desse disco era agradar os fãs e também ter a oportunidade de criar coisas novas e diferentes, e essa é a diferença de todos os álbuns do Simple Plan, pois sempre conseguem balancear músicas pop-punk e outros estilos.

» “Perfectly Perfect” é citada por ele como a faixa mais especial do disco para ele, pois ele passa pelo que a letra fala com a sua esposa, pois ele a enxerga apenas da forma que ele gosta dela, e não dos pontos negativos que ela vê nela mesma.

» Pierre diz que se pudesse, ele teria sido o responsável pela música “Wouldn’t It Be Nice” do The Beach Boys.

» Ele também comenta sobre a diferença entre lançar um disco com a presença das mídias sociais comparado com o lançamento do “No Pads”, onde não havia tanto contato com os fãs. Para ele é interessante ter passado. Ele diz que não percebiam o quanto eram grandes naquele tempo, e que agora é mais fácil perceber. Ter acesso a isso é muito bom, mas ao mesmo tempo é legal o mistério que havia antigamente por diferentes motivos.

» Sobre a música favorita de toda a história do Simple Plan, Pierre cita “Welcome to my Life” e relembra quando compôs e gravou a versão demo da música, em que seu empresário e a gravadora acharam que a música era boa, mas ele acreditava que ela era genial, até que ela se tornou um dos maiores hits da banda.

» Para finalizar, ele diz que o maior sonho e desafio é continuar a fazer discos e continuar a turnê, onde ele confirma que, após a passagem, pelo Japão, retornarão para mais 01 mês na Europa e então estarão na América do Sul, Austrália, e etc.

Vídeo: Entrevista com Pierre e Jeff para o The Canadian Press

Nessa entrevista para o The Canadian Press, Pierre e Jeff falam sobre as colaborações que fizeram nos álbuns da banda, entre eles Nelly, Sean Paul e Mark Hoppus, do Blink-182. Confira o vídeo da entrevista abaixo:

» Pierre diz que sempre buscam algo excitante, algumas colaborações foram gravadas e não ficaram legais, mas não se sentiram confortáveis em dizer com qual artista isso aconteceu. O objetivo é fazer algo excitante e que faça as pessoas falarem, gerar comoção sobre as músicas e o novo álbum. Ele diz que gostam de fazer coisas diferentes do que se espera de uma banda como o Simple Plan, como “I Don’t Wanna Go To Bed”.

» Jeff diz que a colaboração com Mark Hoppus do Blink-182, no primeiro álbum em I’d Do Anything”, foi como um selo de aprovação dentro da cena pop-punk, e que ele foi a primeira pessoa a responder à banda.

» As colaborações com Natasha Bedingfield e Marie Mai proporcionaram que um novo público ouvisse a banda, que normalmente não os ouviria.

» Quando foram lançar Summer Paradise” como single, a gravadora de K’naan não quis que fosse lançada pois não casava com o momento de divulgação em que ele estava, então convidaram Sean Paul e o single se tornou um sucesso mundial.

Vídeo: Entrevista com Chuck e Seb para o Best Fan TV

Chuck e Seb deram uma entrevista ao canal Best Fan TV, e falam sobre a ansiedade em lançar o novo álbum, o qual foi uma longa jornada de composição, o quão animados estão com o feedback dos fãs. Confira o vídeo abaixo:

» Para Seb, suas músicax preferidas são “Opinion Overload”, que é bem pesada; e “Singing In The Rain”, que tem uma vibe bem positiva e divertida.

» Já Chuck gosta muito de “Nostalgic”, que tem um estilo que todos eles cresceram ouvindo, e é um retorno ao som dos dois primeiros álbuns da banda; e “Perfectly Perfect”, que eles escreveram para suas namoradas e esposas, uma música bem honesta e sincera sobre como se sentem.

» Depois da colaboração com Sean Paul em “Summer Paradise”, eles gostaram da vibe positiva que o reggae acrescentou na música. Apesar de não ser algo que existiu antes na carreira deles, eles agora gostam de tocar esse tipo de som também. No Doubt sendo um exemplo de banda que os introduziu à essa sonoridade.

» Seb diz ser fã de séries, como Walking Dead e DragonBall; Chuck adora Homeland e assistir filmes, além de ser fã de hockey.

Veja uma foto da entrevista em nossa Galeria clicando aqui.