Simple Plan retorna aos palcos da Nova Zelândia

Na última quinta-feira o Simple Plan retornou aos palcos com mais uma etapa da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” se apresentando na Nova Zelândia pela primeira vez em 13 anos.

Durante o show o vocalista Pierre Bouvier fez algumas brincadeiras, além de ter contado que quase perdeu o voo que o levaria para o país, pois percebeu que havia esquecido seu passaporte ao chegar no aeroporto, que fica há duas horas de distância de sua casa.

Como a primeira ida da banda ao país foi em 2005, muito se comentou sobre o fato de que agora finalmente os fãs poderiam ir aos shows sem pedir permissão para seus pais. Bouvier brincou dizendo que agora todos poderiam dizer “Você que se foda, mãe, eu vou ao show do Simple Plan!”, antes de rir e dizer para nunca falarem assim com seus pais.

Em nossa Galeria você já pode ver uma série de fotos profissionais da apresentação. Clique nas miniaturas abaixo para acessar:

Chuck Comeau fala sobre músicas do início da carreira

Em uma das entrevistas realizadas para divulgar a vinda do Simple Plan ao Brasil no próximo mês, Chuck Comeau conversou com o portal Vírgula, onde teve a chance de contar um pouco sobre como foram os primeiros anos da carreira da banda durante o processo criativo do “No Pads”. Confira abaixo:

Se você nasceu nos anos 90, provavelmente escreveu “sorry, I can’t be perfect” em algum lugar durante a sua adolescência. No seu caderno ou no seu perfil do orkut, tanto faz. Não adianta tentar negar. Agora, quer se sentir velho? O álbum deste hino do adolescente incompreendido, “No Pads, No Helmets… Just Balls”, do Simple Plan, completou 15 anos em 2017. E em maio, a banda canadense chega ao Brasil com a turnê para comemorar a data — serão cinco shows no país, que mantém uma das bases de fãs mais fiéis do grupo.

Há quinze anos, os cinco integrantes da banda estavam com seus vinte e poucos anos e completamente imersos na gravação do álbum, conforme relembra Chuck Comeau, baterista da banda, em entrevista exclusiva ao Virgula: “Não tinha mais nada acontecendo na nossa vida. Não tínhamos esposas, namoradas sérias, filhos. Estávamos totalmente focados na música. Nós dormíamos no estúdio, acordávamos no estúdio”, ele contou.

A sonoridade da banda nunca foi, propriamente, o emocore, embora eles tenham acabado sendo eleitos como um dos ícones do movimento, provavelmente graças ao cabelo ostentado pelo baixista David Desrosiers durante o período do segundo álbum do grupo, “Still Not Getting Any”. Nada dos gritos típicos de músicas emos por parte do vocalista Pierre Bouvier. O som do primeiro álbum é o típico pop punk, herdeiro direto de bandas como MxPx, Green Day e blink-182 — que, aliás, estava presente em No Pads: Mark Hoppus participa da faixa “I’d Do Anything”, um dos singles do disco.

“Eu fiquei honrado”, diz Chuck sobre a participação do americano. O baterista contou que tinha conhecido Hoppus por conta de shows em festivais do qual ele havia participado no fim dos anos 1990, ainda com o Reset, banda que ele e Pierre Bouvier fundaram na época do colégio. “Ele ajudou muito a nossa banda”, disse Chuck sobre Mark Hoppus. “Ele nos expôs pra um monte de gente. Até hoje eu sou grato a ele por isso”.

A relação conturbada de um filho adolescente com seus pais, história contada em “Perfect” em tom melancólico, se repete por todo o álbum: “não espere me encontrar dormindo na minha cama, porque quando você acordar eu não estarei lá”, em I Won’t Be There; “às vezes essa casa parece uma prisão que eu não consigo deixar pra trás”, em One Day; ou “talvez eu não seja bom o suficiente pra você, ou talvez eu apenas não queira ser como você”, em You Don’t Mean Anything. Mas agora, quinze anos depois, eles estão casados e se encontram na posição inversa. Em 2018, os caras dos Simple Plan são os pais. “É interessante que, quando você tem filhos, você vê que não é fácil”, admite Chuck. “Todas as coisas incríveis e o amor que recebemos dos nossos pais, a gente percebe o trabalho que eles tiveram”.

“Mas a gente tinha 20 e poucos anos e aquela era a nossa perspectiva”, ele explica. “Aquilo era exatamente o que nós estávamos passando. Eu queria largar a faculdade de direito e fazer música. E muitas pessoas, no mundo inteiro, se conectaram e se relacionaram com a nossa experiência. E isso vai acontecer de novo com uma nova próxima geração. Quando eu toco aquelas músicas agora, eu tenho uma nova perspectiva, mas sou grato que as pessoas ainda curtem. Aquilo ainda significa muito para elas e para mim”.

Jeff Stinco fala sobre música brasileira e influências em entrevista

Em uma nova entrevista, Jeff Stinco conversou com o site Conexão Pop, onde ele falou sobre os fãs brasileiros, o que conhece sobre a música do nosso país, suas influências e o que os fãs podem esperar do Simple Plan no ano de 2018. Confira abaixo:

Vamos começar falando do Brasil. Já faz um tempo desde a última vez que estiveram aqui. Vocês estão animados para os shows? Qual é a melhor parte de tocar aqui?!
Sem dúvidas, os fãs. Os fãs são incríveis. Eles possuem muita energia, são bem presentes e, também, apaixonados. Já estivemos aí algumas vezes e apreciamos isso. Eu amo as bebidas, a comida, eu amo as pessoas. A música brasileira é algo que gosto muito, também. E eu a toco! Sei tocar a tradicional música brasileira, a clássica.

Vocês conhecem algum artista brasileiro? Há algum que considerariam para algum tipo de parceria?!
Sabe, recentemente ouvi falar sobre o cantor Catto (Filipe Catto), mas não o conheço. Sabe me dizer se ele é bom?

Sim, sim. E sobre Anitta e Pabllo Vittar, você já ouviu falar?!
Não, não. Mas eu deveria, né? Vou dar uma olhada.

Ainda sobre música, qual não pode faltar na setlist dos shows?
Ah, algumas do nosso primeiro álbum. ‘’I’d Do Anything’’ é um exemplo, ’Perfect’’ não tem como não tocarmos essa. E provavelmente ‘’I’m Just a Kid’’, também, essas são as clássicas. As pessoas querem escutar, então, não tem como pararmos de tocá-las.

Simple Plan marcou toda uma geração – e, bom, continua marcando. Como é ver essa nova geração indo aos shows e curtindo os shows de vocês?!
A melhor parte de fazer o que fazemos é ter fãs crescendo conosco. Temos fãs da nossa idade e fãs que, quando começamos, eram bem jovens e agora já possuem emprego e família. Pessoas que continuam nos descobrindo através da internet… É uma ótima posição para se estar. É muito, muito incrível e também é ótimo conhecer os diferentes grupos de diferentes idades. Simplesmente espetacular.

Quando vocês começaram, quem acompanhavam e quais eram suas maiores influências?!
Acho que de tudo um pouco. De ‘N Sync á The Beach Boys, The Beatles, Green Day, Blink 182, The Offspring… esse tipo de banda, sabe?!

Os fãs brasileiros estão muito animados para os shows no país e acredito que você sabe disso…
Eu estou, também!

Então, o que eles [os fãs] podem esperar dos shows aqui no Brasil?!
Será a mais divertida de todas, por que é uma comemoração do álbum que mudou nossas vidas. E, acredito, que foi a trilha sonora de muitas vidas. Muitas pessoas iniciaram um relacionamento ao som dessas músicas, dirigiram pela primeira vez, terminaram um relacionamento e sem dúvidas isso possui muitos significados para muitas pessoas. É um ótimo álbum e será muito divertido tocá-lo. Vamos tocar as músicas desse CD, dar uma pausa, voltar e cantar todos os hits que as pessoas gostam de ouvir. Tocamos nos Estados Unidos e foi incrível, então, não consigo nem imaginar como será no Brasil.

Para finalizar, temos a pergunta de um fã: O que podemos esperar do Simple Plan em 2018?
Estaremos escrevendo e escrevendo bastante. Escrevendo para o novo álbum e, com fé, entraremos em estúdio antes do fim do ano. E também estaremos em turnê e focados em fazer música nova.

Queremos! divulga pôster oficial do Simple Plan no Rio de Janeiro

Como de costume em todos os shows realizados através do Queremos!, a produtora divulgou ontem a tarde o pôster oficial criado especialmente para o show no Rio de Janeiro. Com arte exclusiva realizada pelo designer João Augusto, uma quantidade limitada de pôsteres estará disponível no Circo Voador gratuitamente para os fãs que forem ao show do Simple Plan no dia 30 de Maio.

Nação da Música entrevista Jeff Stinco

Para a felicidade dos fãs, os canadenses do Simple Plan estarão mais uma vez em terras brasileiras, no final do mês de maio. Desta vez, a banda vem com a turnê de aniversário de 15 anos do disco “No Pads, No Helmets… Just Balls”.

Além de tocarem o álbum na íntegra, o grupo também toca os maiores hits da carreira e também músicas de “Taking One For The Team”, o disco mais recente deles, lançado em 2016.

A Nação da Música teve a oportunidade de conversar com o guitarrista do Simple Plan, Jeff Stinco, sobre a expectativa para os shows no Brasil, a turnê de 15 anos e também sobre o próximo trabalho dos canadenses.

Olá, Jeff! Obrigada por falar com a gente. Simple Plan estará de volta ao Brasil em maio. Quão empolgado você está?
Eu amo o Brasil! Eu amo a música, a comida, as pessoas, a cultura e os shows são simplesmente uma loucura. Os fãs brasileiros são provavelmente os fãs mais expressivos que temos ao redor do mundo. É sempre muito divertido voltar.

O que podemos esperar dos shows desta vez?
É uma grande festa porque nós basicamente vamos tocar o primeiro disco, que mudou as nossas vidas e que também mudou a vida de muitas pessoas. Para algumas pessoas que estão indo [ao show], este é o mais disco mais importante do Simple Plan e o favorito delas. É bem alegre, será uma grande festa e vamos tocar o álbum inteiro, do começo ao fim. E depois tocamos todos os outros hits. Tem de tudo para qualquer fã do Simple Plan!

O disco mais recente da banda, “Taking One For The Team”, é de 2016. Vocês estão escrevendo, gravando, planejando o próximo disco? O que esperar?
Nós definitivamente estão preparando novas músicas, escrevendo, na verdade nos preparando para de fato começarmos a pensarmos nas novas músicas. Estamos meio que reunindo ideias no momento e o trabalho de verdade vai começar logo depois da viagem ao Brasil, provavelmente.

Não sei quando vamos começar a gravar de fato, mas tenho um bom pressentimento que será ainda neste ano.

Clique aqui e leia a entrevista completa com Jeff Stinco no Nação da Música.

Concorra a ingressos para a NONHJB Tour e pôsteres autografados

Em parceria com a BMoov Brands & Bands e a HSmerch o Simple Plan Brazil inicia hoje a primeira promoção que te dará a chance de concorrer a ingressos para os shows do Simple Plan com a “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour”, que acontecem a partir do mês de Maio no Brasil.

Através de um sorteio realizado no Instagram, os fãs poderão concorrer a pares de ingressos para os shows de Porto Alegre e Curitiba, além de pôsteres oficiais autografados pela banda. Para concorrer basta seguir os passos abaixo:

  • Tirar um printscreen da foto oficial do concurso e publicar em seu stories no Instagram marcando o @simpleplanbrazil (o perfil do participante deverá estar em modo público na data da publicação para validarmos a sua participação).
  • Curtir a foto e marcar mais três amigos nos comentários da foto dizendo em qual dos dois show gostaria de ir – Porto Alegre ou Curitiba (não serão elegíveis marcações de perfis de artistas ou empresas).
  • Seguir os perfis @simpleplanbrazil, @bmoovbb e @highlightsounds.

O fã participante pode aumentar suas chances de ganhar comentando quantas vezes desejar, contanto que em cada comentário haja a marcação de três amigos diferentes. Não é necessário postar mais de uma vez no stories. Essa validação só é necessária apenas uma vez.

Serão realizados 04 sorteios entre os participantes que irão concorrer aos prêmios abaixo:

– 01 Par de Ingressos para a Pista Premium do show do Simple Plan em Porto Alegre ou Curitiba + 01 Pôster Oficial autografado pelo Simple Plan
– 01 Par de Ingressos para a Pista Comum do show do Simple Plan em Porto Alegre ou Curitiba

As participações serão válidas até ás 23h59 do dia 23 de Abril. Os vencedores serão divulgados no dia 24 de Abril e nossa equipe entrará em contato através de uma mensagem no Instagram para informarmos como serão realizadas as entregas dos prêmios.

Caso haja alguma dúvida sobre o concurso, nossa equipe está a disposição através do Facebook, Instagram, Twitter e formulário de contato do site. Você também pode ler o regulamento completo que trazem todas as informações da promoção.

Boa sorte!

Chuck Comeau convida fãs para shows no Brasil

Assim como foi feito para o show que a banda realizará na Argentina, a Move Concerts Brasil divulgou na noite de ontem a chamada feita por Chuck Comeau onde o baterista do Simple Plan convida os fãs brasileiros para os shows da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” no país. Assista abaixo:

Entrevista com Seb para o site “May the Rock Be With You”

Em uma entrevista para divulgar os shows do Simple Plan na Austrália, Sebastien Lefebvre conversou com o site “May the Rock be With You”, onde além de falar sobre o que os fãs podem esperar dessa turnê, o guitarrista também comenta sobre o estado de saúde de David Desrosiers e sua vontade de lançar um novo material do Simple Plan até o final do ano de 2018. Confira a matéria traduzida abaixo:

As lendas canadenses multiplatina do pop-punk, Simple Plan, irão trazer sua turnê mundial de comemoração dos 15 anos de ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’ para a Austrália em Abril para uma passagem especial pela Costa Leste. Com um número enorme de prêmios e mais de 10 milhões de álbuns vendidos pelo mundo, esse é um evento obrigatório para qualquer fã de Simple Plan. [A revista] Rolling Stone recentemente nomeou ‘No Pads, No Helmets… Just Balls’ na sua lista de 50 Maiores Álbuns de Pop Punk de Todos os Tempos.

Nosso velho amigo, Seb nos ligou durante o feriado de sua casa em Montreal para falar sobre o retorno do Simple Plan para a Austrália para a turnê de comemoração, lembranças do álbum de estreia, o porquê das pessoas terem se apegado à ele, o porquê de serem os caras mais legais por aí, e muito mais.

Já se passaram cerca de quatro anos desde que conversamos nos bastidores da Warped aqui em Sydney, então vamos nos atualizar. Como tem sido os últimos quatro anos para vocês?
Tem sido ótimo, acho que viemos para a Austrália uma outra vez desde então, na turnê de ‘Taking One For The Team’ quando o último álbum foi lançado em 2016, e estivemos ocupados desde então. Durante todo o ano de 2016 fizemos a turnê do ‘Taking One For The Team’ e então em 2017 nós, basicamente, fizemos a turnê de comemoração o ano todo, então estamos muito felizes de trazê-la para vocês.

Vocês estão voltando para nos ver na comemoração de 15 anos de ‘No Pads, No Helmets, Just Balls’. Nos conte como vão ser esses shows?
Vai ser, basicamente, da maneira que rola o álbum. Nós entramos no palco, tocamos todas as músicas, nos divertimos muito, tem alguns momentos no set onde todo mundo fica completamente louco, é ótimo, e então voltamos e tocamos mais alguns hits e todos se enchem de muitas emoções incríveis, mas a mais proeminente seria, provavelmente, a nostalgia – o que é ótimo, é uma sensação ótima de ser tem um show. Se você for fã de Simple Plan e já nos viu antes, sabe que ainda tocamos duas ou três músicas do primeiro álbum, mas agora você vai poder ouvir todas elas, então é diversão para todo mundo.

Quando você tem que voltar e revisitar o álbum por completo, como é tocar músicas que podem não ter sido tocadas há muito tempo?
Surpreendentemente, foi bem fácil porque é a questão desse álbum é que quando nós costumávamos fazer shows, naquela época, tínhamos que tocar todas as músicas então só levou um minuto para lembrarmos, só pela memória muscular pois já tínhamos tocado-as antes, então foi bem rápido lembrar. Acho que agendamos uma semana de ensaios e dois dias depois, estávamos “certo, estamos prontos” (risos). O que fazemos com o resto da semana? Então, começamos a tocar ao vivo e foi muito divertido. Foi bom, mas, ao mesmo tempo, realmente te faz voltar no tempo, enquanto você toca as músicas consegue lembrar algo que aconteceu em um show quinze anos atrás, quando você estava tocando aquela mesma música, então tem muita emoção enquanto estamos nessa turnê.

Vamos voltar; qual a sua lembrança preferida do lançamento desse álbum de estreia em 2002?
Acho que era que toda vez que fazíamos algo, era a primeira vez que estávamos fazendo aquilo, aquele álbum marca nossa primeira turnê, nossa primeira viagem internacional, nossa primeira vez abrindo shows, nossos primeiros shows esgotados, primeiros álbuns de ouro, os primeiros programas de entrevista que tocamos. Tudo era tão novo que eu lembro que nós tínhamos pequenas reuniões porque não sabíamos [de nada], então sentávamos com nosso empresário ou com o Chuck, porque o Chuck é basicamente o empresário da banda, e ele dizia “Ok, então vai rolar isso aqui na Austrália, e isso aqui na Ásia” e então ele diria “Vocês deveriam estar felizes, tipo vocês iriam nos dizer se isso é ótimo, vocês deveriam estar felizes agora” (risos). Então é tipo “Ok então, estou feliz, muito obrigada.”

O que você acha que tem nessas músicas e nesse álbum que fez as pessoas se apegarem tanto a ele?
Essa é uma boa pergunta. Eu acho que o fato de serem boas músicas tem a ver com isso, além disso algo que nós notamos ao longo dos anos é que sempre que somos muito, muito pessoais em uma música, é quando as pessoas mais conseguem se relacionar com ela. Por exemplo, ‘Perfect’ é totalmente sobre caras em uma banda falando para os seus pais que querem estar em uma banda e sair da escola, e essa se tornou a música que as pessoas mais se identificaram e uma das nossas maiores músicas, porque todo mundo consegue se ver nessa situação onde estão discordando ou nem discordando, mas presumindo incorretamente que seus pais estão decepcionados, sabe, e isso mexe com aquele tipo de sentimentos, “bom, e agora o que eu faço?”, e “sinto muito estar te decepcionando” bla bla bla, e isso gerou uma conexão com as pessoas, então sinto que a honestidade ali, e as melodias pegajosas também, e diria que o começo dos anos 2000 tinha um forte para esse tipo de música também.

Você falou sobre trazer de volta uma lembrança de uma música, mas você é bom com rostos? Vocês verão pessoas que já viram há 15 anos que estão voltando agora?
Às vezes sim, às vezes não. Acontece sim, às vezes você vê alguém no público, e é como se eu achasse que te conheço, mas na maioria das vezes eu me engano e digo “Hey, já nos conhecemos antes” e eles dizem “Não”, “Bom ok, essa é a primeira vez que nos conhecemos então” (risos).

Ao longo do tempo é fácil dizer o que mudou em uma banda, mas o que você diria que é algo que continuou o mesmo durante o tempo que estão juntos?
Muita coisa continuou a mesma; acho que a maneira como somos uns com os outros e o jeito que somos no palco, acho que isso continuou o mesmo. Obviamente, acho que tocamos melhor agora, temos quinze anos juntos no palco então essa parte acho que estamos melhor. Mas só o jeito que somos e o jeito que brincamos uns com os outros, e damos “aquele” olhar e sabemos como estamos quando estamos juntos viajando em um avião, ou em uma van ou só relaxando antes do show. Sinto que nessa altura, passados 15 anos, não acho que isso irá mudar, então é essa a maneira que nós somos.

Eu acho também que vocês são uns dos caras mais legais com quem já falei, e a banda mais legal por aí, então isso é algo a manter também.
Oh muito obrigado, obviamente temos nossos pais para agradecer por isso, e outras pessoas dizem sobre outras bandas, “Ah, aquele cara virou um babaca quando entrou na banda”, provavelmente não, talvez ele sempre tenha sido um babaca e agora você só vê isso com mais frequência. Sinto que nós nos damos uns toques também, assim que alguém tem um pedido um pouco “rockstar”, todo mundo cai em cima e ele não se desvia da mentalidade simples da primeira turnê, acho que isso sempre vai se manter conosco, aquele negócio de “faça você mesmo” onde meio que estamos no comando, fazemos nossas próprias coisas, não exageramos nada, somos bem moderados e tentamos ser o mais tranquilo possível, e obviamente tentamos ser legais com nossos fãs, eles são basicamente o motivo de ainda estarmos aqui e o porquê de podermos fazer essa turnê quinze anos depois. Então, nós sempre tentamos ser acessíveis, sempre queremos conhecê-los, ouvir suas histórias e tudo mais.

Então, tivemos um álbum novo em 2016, há planos para músicas novas em breve?
Esse é o plano, sim. Nesse momento nós, obviamente, ainda temos mais alguns lugares para ir em turnê, mas nós acabamos de ter uma folga, não temos nenhuma turnê grande até a Austrália, então nós estamos descansando um pouco, eu já comecei a trabalhar no meu estúdio e tenho certeza que os outros caras também, e estamos só tentando pensar em algumas ideias, ver o que dá certo, o que não dá e vamos nos dedicar mais oficialmente nas próximas semanas ou no próximo mês, ou algo assim.

O que vocês esperam para o restante do ano?
Espero que seja esse o plano, assim que começamos a escrever as coisas ficam incríveis, cada música que compomos é ótima então vamos pro estúdio bem rápido, porque adoraríamos levar menos tempo entre os álbuns. Entretanto, todo mundo quer ver essa turnê de comemoração, então temos que dar uma pequena pausa na composição para viajar e ver vocês, e outros shows aqui e ali esse ano, o que é divertido porque sempre tem shows aqui e ali, mas esse é o plano, vamos tentar focar na composição e gravação do álbum, acho que esse é o tema deste ano.

Então, o que você ainda gosta em estar no Simple Plan?
Não sei, tô meio cansado já, não, não, brincadeira. Amamos subir no palco, ainda somos todos amigos, amamos subir no palco juntos e fazer shows juntos, e obviamente, algumas coisas foram ficando mais difíceis já que todos temos famílias, mas acho que de maneira nenhuma alguém conseguiria fazer esse trabalho se não fosse divertido. Acho que pode exigir muito de você, fisicamente, sabe, você não tem mais 18 anos então o jet lag é mais pesado pra gente (risos). Vou estar na minha melhor forma física quando formos para os shows na Austrália. Pra mim, é sobre se divertir fazendo algo que amo e nesse momento, esse é o meu trabalho, essa é a minha carreira, mas é também uma maneira legal de eu me divertir, então estou só viajando com meus amigos, e basicamente indo para cidades legais e não acho que ninguém ia achar isso um saco (risos).

Tenho que perguntar, como está o David?
Ele tem lidado com um ano difícil, então está precisando de muito tempo para descansar e ficar em casa, ele está passando por uma depressão bem difícil então está saindo dessa bem devagar, e ele ainda está na banda, obviamente, então não comece nenhum boato, mas ele e nós sentimos que era melhor que ele ficasse em casa e descansasse ao invés de entrar em um calendário agitado de turnê o ano todo, que seria extremamente cheio. No momento, ele está só garantindo que se sinta bem.

O que ainda falta fazer, que vocês ainda não tiveram a chance de realizar?
Acho que o principal é continuar por aqui, continuar sendo relevante, continuar a banda e acho que esse é um desafio que vem conosco em todo álbum, mas felizmente pudermos continuar como banda e se esse ano prova alguma coisa, é que ainda conseguimos isso, ainda podemos ser uma banda e isso é demais e acho que isso é o que todos temos em comum, contanto que consigamos continuar e contanto que as pessoas se importem de nos ver, vamos continuar vindo vê-los e vamos continuar fazendo álbuns e fazendo shows. Além disso, tem alguns lugares que nunca fomos tocar que gostaria de ir, adoraria ir para Islândia apesar que, talvez, só gostaria de ir lá nas férias e não para tocar (risos). Mas adoraria voltar para África do Sul, só fomos lá uma vez e nos divertimos muito, adoraria voltar lá. Então um pouquinho de viagem, mas sobretudo se continuarmos compondo músicas, tendo um hit mundial, isso seria algo incrível de conquistar, mas para nós só continuar por aí já é uma maneira muito satisfatória de estar nessa banda.

Então, o que faço com todo mundo é fazer com que olhem para o futuro, então termine a frase pra mim. Ao fim de 2018, o Simple Plan estará…
Andando em carros voadores, acho que é isso que ‘De Volta pro Futuro” previu, certo? (risos). Não! Ao final de 2018, o Simple Plan irá lançar música nova, é isso que espero, talvez não um álbum completo, talvez alguma coisa, mas espero que no final do ano algo tenha sido lançado, é isso que estou torcendo, não coloque isso no calendário, não coloque uma data, não surtem nos sites de fãs, é apenas o que estou esperando.

HS Merch irá produzir o Merchandise Oficial do Simple Plan no Brasil

Faltam apenas 46 dias para o início da “No Pads, No Helmets… Just Balls: 15th Anniversary Tour” no Brasil e uma das maiores dúvidas dos fãs é referente aos produtos oficiais da turnê, como quais camisetas serão comercializadas e onde os fãs poderão comprar se certificando de que aquele produto é autorizado pela banda.

Os produtos 100% Oficiais, Licenciados e Autorizados pela banda poderão ser adquiridos pelos fãs SOMENTE DENTRO das casas de shows. A venda será realizada pela HS Merch, mesma empresa que produziu e vendeu o merchandise do Simple Plan na última turnê e também cuida do merchandise oficial de bandas como blink-182, Pearl Jam, NOFX, Bad Religion, Millencolin, Pennywise, entre outros. Acesse a loja virtual da marca e conheça os produtos que já foram produzidos em outras turnês no Brasil.

Qualquer produto sendo oferecido pela internet em lojas e sites do Brasil ou nas filas dos shows NÃO SÃO AUTORIZADOS pelo Simple Plan. Os produtos vendidos nesses estabelecimentos não possuem a mesma qualidade e durabilidade que o material oficial, além de prejudicar a banda.

Nas próximas semanas o Simple Plan Brazil publicará em primeira mão a linha de merchandise oficial que será disponibilizada durante os cinco shows da banda. Além disso, nossa equipe já está preparando algumas ações em parceria com a HS Merch para trazer alguns brindes para vocês! 😉

Compre somente o merchandise oficial e autorizado.