Jeff confirma vinda do Simple Plan ao Brasil

Em um tweet nesta semana, Jeff deixou a entender que o Simple Plan viria ao Brasil na primavera deste ano. Hoje, em uma entrevista exclusiva para a MTV Brasil, o guitarrista afirmou categoricamente que a banda voltará ao Brasil no segundo semestre, sem dar, porém, uma data definitiva. Adiantando-se quanto à setlist, Jeff comentou que ela deverá contar com músicas de todos os álbuns e deverá ser bastante diversificada em relação a dos últimos shows na Europa. Leia o trecho da entrevista abaixo:

“Dessa vez nós vamos para o Brasil mais cedo, no segundo semestre de 2016, porque nós pensamos “por que deixar o melhor para o final? É como deixar a sobremesa para o final de uma refeição”. Nós estamos ansiosos para voltar”.

Além disso, Jeff comentou aspectos sobre o novo clipe Singning in the Rain, a possibilidade de lançarem um novo EP e a vontade de lançarem um novo álbum em menos de cinco anos. Leia a entrevista completa no site da MTV Brasil clicando aqui.

Entrevista: Nação da Música conversa com Chuck Comeau

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O portal brasileiro Nação da Música realizou uma entrevista com o baterista do Simple Plan, Chuck Comeau, onde ele fala sobre o novo disco, a música “Problem Child” e, é claro, os shows no Brasil. Confira a entrevista completa abaixo:

Foram cerca de 5 anos desde o lançamento do último CD de vocês, o “Get Your Heart On!”. Tem algum motivo especial que justifique essa grande pausa até o lançamento de “Taking One For the Team”?
Para ser bem honesto, a gente não tirou nenhumas férias. Nós fizemos muitas turnês com o último álbum, e passamos quase dois anos e meio na estrada. Nós fomos pra tudo quanto é lugar, acho que visitamos 60 países ao redor do mundo, e levou bastante tempo pra viajar tanto e tocar tantos shows. Eu acho que quando terminamos as turnês nós paramos em casa por uns dois ou três meses para dar uma relaxada e então já começamos a escrever o novo álbum. A gente pensou não que seria rápido, mas que seria mais rápido do que foi, pois infelizmente acabou levando um tempão. Nós escrevemos por um ano e meio, e criamos umas 85 ou 80 músicas—muita música—e quando sentimos que finalmente tínhamos as músicas certas nós fomos para o estúdio, o que também levou mais tempo do que esperávamos. Eu acredito que quando você tem cinco álbuns e está presente no mundo da música por 16 anos como estamos… Parece que cada álbum se torna mais importante.

Nós não temos mais o burburinho de ser uma banda nova que acabou de estrear; isso já passou. Tudo que temos agora é o amor que nossos fãs tem pela banda e pela qualidade de nossas músicas; então, se a gente não fizer um álbum legal as pessoas vão ficar tipo “ok, eu acho que não gosto mais dessa banda”. Tudo gira em torno de tirar o tempo suficiente para ter certeza que todo álbum que lançamos é especial, que toda música que está presente neles tem o potencial de ser a música favorita de alguém, entende? Esse é basicamente o nosso critério, e quando você leva isso em consideração, pelo menos pra gente, leva bastante tempo.

Eu sei que muitas bandas gostam de lançar CDs novos a cada ano ou um ano e meio, mas para nós, que fazemos muitas turnês e fazemos questão de ter um álbum que está a par de tudo que lançamos antes, infelizmente não rola fazer tudo em seis meses. Isso leva muito tempo, e explica por que levou quatro anos e meio para lançarmos um CD novo. Mas agora que ele foi lançado, nós entramos em turnê e começamos a falar com os fãs e ver suas reações com as novas músicas, tá tudo bem. Eu estou muito orgulhoso de como o CD ficou, e estou muito feliz com a reação das pessoas até agora. Eu acho que valeu muito a pena, sabe? Cada minuto que gastamos nele tornou o álbum melhor, e agora que ele foi lançado, eu não mudaria nada em nenhuma etapa. Eu acho que as três últimas músicas que nós escrevemos para o álbum foi logo antes de ele ser lançado—nós voltamos para o estúdio e compomos três canções a mais; sem elas o álbum seria completamente diferente, e eu não acho que as pessoas teriam gostado tanto dele. Eu sou muito grato pelo jeito que tudo aconteceu, e acho que nossos fãs sabem que eles tem que ser pacientes, por que quando lançamos um álbum novo e eles voltam, eles sempre trazem um apoio total à banda com eles.

Já se passaram alguns vários anos desde o primeiro álbum do Simple Plan e os fãs estão ficando cada vez mais velhos. Vocês estão sentindo essa diferença com o passar do tempo? É difícil continuar se relacionando com eles?
Quer saber, é muito interessante. Eu acho que alguns dos nossos fãs—pensando bem, a maioria deles—definitivamente estão com a gente desde o primeiro álbum. É muito engraçado ver como suas vidas estão mudando; alguns deles estão se tornando pais e outros fazendo 30 anos, isso é muito legal. É bacana saber que nossas músicas ainda mexem com eles e significam algo em suas vidas. E também tem sido muito interessante para nós, como uma banda, crescer, ficar mais velhos e passar por todas essas novas experiências.

Quando nós nos juntamos para compor um álbum novo, nós sempre tentamos dar o nosso melhor, assim como sempre fizemos, para poder escrever as músicas mais tocantes e sinceras que pudemos. Obviamente nossas vidas mudaram muito, mas ao mesmo tempo, em certos aspectos parece que não mudou nada, sabe? Por que nós continuamos fazendo aquilo que amamos e ainda somos uma banda, o que nos mantêm jovens. Eu acredito que independente do que aconteça em sua vida, tem sempre… A chave para composições musicais está em procurar inspirações em sua visa, e tentar criar algo que as pessoas consigam se relacionar não importa a idade que elas tenham, pelo que elas estão passando, ou onde estão vivendo.

Acho que é isso que tentamos fazer com nossas músicas, entende? Outra coisa interessante é que, em todo álbum, sempre tem pessoas que nunca ouviram nosso som antes e que acabaram de nos descobrir por causa de uma música nova. Por exemplo, no nosso último álbum, muitos fãs se tornaram fãs em conta de “Jet Lag”, ou por que eles ouviram “Summer Paradise” e tiveram seu primeiro contato com a banda. Isso é muito empolgante, e muito importante também, por que se queremos atrair novos fãs a cada CD, a mesma coisa está acontecendo com o novo álbum; já tem gente vindo para os nossos shows dizendo “ei, essa é a primeira vez que vejo vocês”, e que acabaram de nos descobrir por causa de “Boom!”, ou por causa de “I Don’t Wanna Go To Bed”, ou qualquer outra.

Quando eles voltam para casa, eles agora tem mais quatro outros álbuns para descobrir e passar a ouvir também. Eu acho isso incrível, e é muito importante para a gente. Esse sempre foi meio que o nosso objetivo: reter os nossos fãs antigos que acompanham a banda por muitos anos, fazendo com que eles continuem amando a banda e encontrando algo que ainda consigam relacionar em nossas músicas, assim como também atrair novas pessoas, tocar shows maiores e tudo mais. É bem isso que tem acontecido, e tem sido muito legal.

A canção “Problem Child” parece ter um pouco a ver com “Perfect”, certo? Como que foi o processo de composição dessa canção? O que diferencia dos tempos de “Perfect” para agora?
Bom, as duas músicas claramente tem o mesmo tema; elas lidam com relacionamento que você tem com os seus pais, o que acredito ser um tema muito importante e central na vida de todo mundo, não importa quantos anos você tenha. Lógico, quando você tem 15 ou 16 anos, ou como na época em que escrevemos “Perfect”, que tínhamos 18 e 19, tentar explicar aos nossos pais que não queríamos ser médicos e advogados e sim montar uma banda e seguir os nossos sonhos, fazer aquilo que acreditávamos ser o era certo para gente, eu acho que foi muito difícil para eles entenderem, mesmo que eles tenham nos apoiado. Foi difícil para eles conseguirem assimilar a ideia de que “meu filho quer tentar a sorte em montar uma banda”, por que muitas vezes esse sonho não dá certo. Felizmente para nós isso se tornou realidade, mas eu diria que isso só acontece para 0,01% das pessoas. Partindo desse ponto, eu realmente entendo por que eles estavam preocupados na época. Mas agora, olhando pra trás, eu acho que essa é uma música com a qual muitas pessoas se identificaram, que foi muito importante para muita gente, e nós somos muito orgulhosos dela.

Eu acho que “Problem Child” é interessante por que é uma música que vem de um outro lugar e perspectivas muito diferentes; ela é muito pessoal para mim por que é sobre meu irmão, que tem passado por muitos problemas em sua vida nos últimos dez anos, e tem sido muito difícil para ele encontrar o próprio caminho e descobrir o que ele quer ser e o que ele quer fazer. Eu quis escrever a música da perspectiva dele, pois eu acredito que ele ama nossa família, ele ama muito nossos pais, mas tem sido muito complicado para ele achar um jeito de deixa-los felizes e orgulhosos. Eu acho que a música é sobre isso; ela te lembra “Perfect” de um certo modo, mas a história por trás das duas e o significado delas são completamente diferentes.

Mas isso mostra que esse tipo de relacionamento familiar faz parte da sua vida desde que você é uma criança ou adolescente até depois que você cresce, entende? Eu acho que todos temos problemas com essa relação, e é uma parte muito importante da vida. É por isso que foi tão importante escreve-la, e desde que ela foi lançada muitos fãs tem nos falado que é a música favorita deles do CD, que significa muito para eles, e que é uma música muito especial. Eu estou muito contente com o retorno que ela tem trazido.

Olhando para trás, o que vocês acham que mudou no Simple Plan? Como está sendo a jornada?
Eu acho que, de certo modo, muitas coisas mudaram—nós agora temos famílias, temos crianças. Quatro dos cinco caras da banda tem filhos, e acho que isso muda nossa perspectiva. De certo modo, isso faz com que seja mais difícil de fazer turnês, por que quando você tem 22 ou 23 anos, isso é muito empolgante. Era tipo, “Meu Deus, mal posso esperar!”. A gente morava na casa de nossos pais, então ir para a estrada era como uma fuga, a coisa mais espetacular que podia acontecer; a gente podia ficar, dois, três, ou quatro meses direto e estávamos sempre empolgados. Agora ficou mais difícil de deixar as pessoas que nós amamos para trás, mas ao mesmo tempo, nós amamos aquilo que fazemos, amamos tocar em shows.

É importante para nós continuar fazendo isso por que, como você disse, a banda tem 16 anos, então temos um legado que queremos proteger e ter certeza de que ele continue vivo; não queremos parar por que gastamos metade de nossas vidas construindo a banda, e se quisermos mantê-la viva, nós não podemos parar, entende? Eu acho que isso é importante. Mas em outros aspectos, eu acho que nada mudou, sabe? Nós continuamos amando tocar e escrever músicas, continuamos gostando de estar próximos de nossos fãs e ter todos esses encontros, conversar, conhece-los melhor, ter essa relação próxima que é uma coisa marcante da nossa banda; isso tudo ainda está aí. E o relacionamento dentro da banda ainda é quase o mesmo; nós crescemos juntos, estudamos na mesma escola, e não importa o quão famosa a banda se torne ou quanto tempo se passou, nós vamos ser sempre os mesmos.

É interessante, agora como um homem crescido, ainda ter todas essas amizades e a dinâmica da banda continuar a mesma. Eu acho que somos muito sortudos de poder fazer isso por pessoas que gostamos de estar perto, sabe? Eu acho que isso é especial, e quanto mais tempo se passa nós nos damos conta de quão especial isso realmente é, e acho que preservamos isso mais agora do que nunca.

Nós deixamos as nossas redes sociais abertas para os fãs nos mandarem perguntas para a banda, e aquela que não foi se calar é: podemos esperar um show no Brasil em 2016?
Oh, sim, com certeza! Nós amamos tocar no Brasil, é um dos nossos lugares favoritos para tocar do mundo todo. Nós tivemos uns dos melhores shows de nossa carreira no Brasil, então definitivamente vamos voltar. Eu não tenho uma data oficial que posso te dar agora; nós não temos nada para anunciar, mas estamos trabalhando nisso.

Temos conversado com uns promoters, e estamos tentando ver qual é a melhor época para tocarmos aí. E nós queremos muito ir para fazer uma turnê completa—iríamos para o Rio e São Paulo, lógico, mas também para Porto Alegre e muitos outros lugares, fazer muitos shows. Nós com certeza estamos trabalhando nisso. Todos nossos fãs Brasileiros ficam online, no Twitter e Instagram, todo dia nos perguntando quando é a turnê e quando pretendemos voltar, e é algo que estamos trabalhando para acontecer! Nos desculpem pela demora, mas vai ser anunciado logo menos.

Quer deixar algum recado para os fãs brasileiros?
Lógico! Eu quero agradecer por vocês sempre terem apoiado tanto a nossa banda. Não tem um dia que passe que não ouvimos nada de um fã brasileiro, não importa onde estivermos. Quando tocamos na Europa, Austrália, Canadá, até mesmo aqui nos Estados Unidos ou qualquer outro lugar no mundo, sempre tem um fã no meio da multidão com uma bandeira gigante do Brasil para nos apoiar e representar o país; eu acho isso muito especial. Nós definitivamente criamos uma relação muito legal com os fãs brasileiros, e somos muito gratos por eles. Mal posso esperar para voltar, fazer uma turnê completa e ver vocês de novo! Muito obrigado pela paciência, nós os veremos em breve!

Entrevista: Hunderttausend conversa com Jeff sobre novo álbum e fãs

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O guitarrista do Simple Plan, Jeff Stinco, realizou uma entrevista com o portal Hunderttausend, onde fala sobre o novo disco, “Opinion Overload”, fãs e o tempo em turnê. Confira a tradução completa abaixo:

Oi Jeff, já se passaram 5 anos desde o ultimo álbum. O que estava acontecendo?
(risos) Somos perfeccionistas e queríamos ter certeza de que nós trazemos um álbum que atinja as nossas expectativas. Infelizmente, temos provavelmente tornado o processo um pouco a sério demais, e temos passado tempo demais no estúdio. No entanto, é interessante. Estávamos muito em turnê ao redor do país com o nosso último álbum “Get Your Heart On”. Porque, então, também tinha uma música de sucesso com “Summer Paradise”, a turnê também ampliou novamente. Por isso, também tem a ver com isso, com muita composição e tempo demais no estúdio. Isso acontece apenas quando você tem alguns caras que realmente são adultos, mas que se comportam como meninos no estúdio (risos).

Seu álbum se chama “Taking One For The Team”. Em que situações você se sacrificou pelo bem da equipe?
Oh Deus, sim, definitivamente. Eu poderia te contar muitas histórias!

Então nos conte a mais engraçada!
Por exemplo, tem as fotos para o último álbum “Get Your Heart On”, onde usamos roupas muito apertadas. Isso era para o “tributo Wham” que fizemos. Essa foi totalmente horrível. Ou no vídeo de “Perfect”, relativamente cedo em nossas carreiras, a água da chuva em cima da gente. Era frio. Você não pode imaginar. Era tarde da noite e congelou nossos traseiros. Então houve algumas ocasiões em que nos sacrificamos pela equipe.

O título e a arte do disco são baseados no tema de esportes. Vocês são grandes fãs de esportes?
Sim, somos totais fãs de esportes. O hóquei é uma grande coisa no Canadá, é mais algo como uma religião aqui. Eu mesmo gosto de jogar futebol e esqui. Mas eu não assisto tanto esportes na TV. Quando eu penso sobre isso, a sensação de estar em uma banda é totalmente comparável com ser um membro de um clube esportivo. É muito mais ao longo do caminho, você sempre tem que dar o seu melhor para o bem maior, para servir à equipe. Há pouco sobre a individualidade. Algo semelhante é também, se você é um membro de uma banda.

Na música “Opinon Overload”, diz “Estou fazendo as coisas como quero, que parte disso não entendeu?”. É uma mensagem para os críticos de música?
(Risos). Estranhamente, eu tenho que dizer não aqui. Claro, se encaixa, mas na verdade se trata de interação com os fãs, por exemplo, através da mídia social. Porque essa é, por vezes, muito estranho. Alguém só alcança tanto por causa dos fãs e, portanto, deve-lhes muito. Ao mesmo tempo, tornou-se comum hoje em dia que você em mídias sociais simplesmente diz tudo, sem realmente pensar sobre isso. Os fãs criticam músicas que eles simplesmente só ouviram uma vez. Sem dar nenhuma chance. Como um artista precisamos dizer, porque às vezes: é o suficiente. Estas canções, foi assim. E nós queremos permanecer fiel a nós como uma banda. É sobre isso que realmente é a música.

Você acabou de dizer que trabalharam muito nas músicas por um longo tempo. Há canções do álbum, que mudaram completamente desde a idéia até a música final?
A maior mudança foi em “I Don’t Wanna Go To Bed”. Deve-se, é claro, dizer que, se você gravar as primeiras demos, será muitas vezes sua primeira inspiração, seu instinto como músico. Como resultado, por exemplo, cria-se um som que não se encaixa com o resto da banda. Mas há, em seguida, canções que queremos que soem mais como Simple Plan, sabe? A demo inicialmente tinha um ar muito eletrônico e, em seguida, fizemos um som mais orgânico. Claro que ainda é bastante funky, mas totalmente diferente da demo que inicialmente fizemos.

Será que a alteração resultou, em parte, a partir da colaboração com Nelly?
Quando Nelly está em uma canção aqui, então já eleva a musica novamente para um novo nível. A canção se tornou mais interessante. Ele estava no princípio, mas um pouco repetitivo. Nelly superou isso e fez a música muito mais animada.

Simple Plan está agora há mais de 15 anos em turnê. E sem dissolução e turnê de reunião e outras coisas. Qual é o seu segredo?
O segredo é: discutir. Discutir como um louco (risos). Ok isso é um pouco verdade. Já brigamos entre nós. Mas, falando sério, somos amigos do ensino médio. Nós crescemos juntos e respeitamos muito um ao outro. Falamos muito uns com os outros, o que é importante para nós como um povo de língua francesa bem no sangue. Então, nós falamos. Falamos o tempo todo (risos). Assim, uma parte disso é a comunicação. E se você quebrar a marca de 5 anos como uma banda e alcançou algo que é grande. Se você fizer os 10 anos e continua a ter um nome, então, que é também particular. Depois de 15 anos, ele também carrega uma certa responsabilidade para com a banda e os fãs e a história que você tem. Somos soldados em conjunto.

Você ainda faz punk pop / rock mas em seus álbuns, sempre há influências de diferentes gêneros. Vocês não estão agora em uma idade em que vocês tem que fazer smooth jazz ou Folk?
(Risos). Agora que você mencionou. Já existe tal coisa como “música que não é apropriada pra idade.” Eu entendo isso. Mas nós somos conhecidos como uma banda pela nossa energia e nosso conteúdo melódico. E nós estamos em grande forma e nossa performance no palco é boa demais para Smooth Jazz. Enquanto nossos fãs ainda quiserem nos ver, nós faremos apenas punk rock enérgico. Mas você também abordou os diferentes gêneros que integramos. Isso também pode ser visto no nosso atual álbum muito bem. Há uma boa mistura de nosso som e novas velhas influências que temos. Eu acho que isso é ótimo. Acho que isso faz músicos e sua música interessantes.

Vamos falar sobre o seu relacionamento com seus fãs. Após o show há para os fãs a possibilidade de pizza e um meet and greet com vocês. De onde vocês tiram sua motivação depois do show?
(Risos). Quantos anos acha que temos? Eu tenho apenas 35…. Ok, 37. É tão bom estar na forma que podemos fazer essas coisas em nossa responsabilidade. E o truque é: Nós já não festejamos tanto como antes (risos). Eu costumava ser, por exemplo, não tão em forma como somos hoje, porque temos sempre festejado muito. E agora eu saio também, mas eu me poupo para momentos especiais. Embora, em seguida, também muito épico, mas apenas não como frequentemente. E em turnê, nós também não saímos tão cedo, de modo que é já evidente. Vamos direto do palco, rapidamente e, em seguida, temos um momento legal com os nossos fãs. Podemos entreter o resto da noite com relativamente muitas meninas, isso é muito legal para ser honesto (risos).

Você falou de responsabilidade para com os fãs. Isso é algo como uma obrigação ou é mais sobre a diversão para vocês?
É um pouco de ambos, eu acho. Naturalmente, tem que ser divertido. Se não fosse assim, as pessoas iam se lembrar e, então, estariam justamente chateadas. Mas também é importante que a banda começou muito pequena. Nós, então, eventualmente, podemos dar autógrafos e sempre fizemos no caminho para o ônibus. As pessoas gostaram, que demos tempo para eles e outras coisas. Essa proximidade foi, então, em algum momento uma das nossas marcas. Membros do clube de fãs, por exemplo, tem acesso ao soundcheck. Depois, há ainda o acesso direcionado às nossas festas pós-show. Queremos passar tempo com as pessoas. Então vamos para o ônibus e os fãs ainda estão esperando e querem autógrafos. Às 2 horas da madrugada. E, claramente, estamos preocupados. Essa é a responsabilidade que carregamos. E, claramente, há também as noites em que não é muito divertido. Como as pessoas são, então, que são estressantes ou assim. Mas fazemos isso para a noite, que são grandes. Encontramos pessoas de todo o mundo. E às vezes de festas direito dessas reuniões VIP. Cada noite é diferente e é isso que torna especial.

Você está atualmente em turnê. O que vai ter realmente passado pela sua cabeça quando você lembrar que visitou em três meses tantos países e conheceu um monte de gente. Vocês ficam a noite toda pensando nisso, ou agora é rotina?
Não há rotina. Em primeiro lugar, isso também é tudo um grande esforço organizacional. Por exemplo, eu tenho filhos agora, porque isso é uma coisa grosseira de sair em turnê. Mas uma vez que você começa, então, no caminho, você já está totalmente animado e ansioso para os muitos países e as pessoas diferentes, com suas diferentes perspectivas. Isso é totalmente grande e um privilégio que podemos fazer isso. A única restrição é que nós preferimos ir para o verão em turnê. Como o clima é melhor (risos).

Fotos: Simple Plan fazem ‘poses temáticas’ para o site Volume

O site Volume.at realizou um ensaio fotográfico com o Simple Plan durante a passagem da banda por Viena, na Áustria, no dia 06 de Março, onde os caras fizeram algumas “poses temáticas” bem divertidas.

Nas fotos, que já se encontram em nossa Galeria, eles encorparam uma pose baseada na série “Baywatch”, interpretam os fãs na primeira fileiras da platéia nos shows e algumas músicas como “Boom!”, “Jump” e “Kiss Me Like Nobody’s Watching”. Confira clicando nas miniaturas abaixo:

Créditos: SPCZ

Vídeo: Entrevista do Top 50 com Jeff Stinco e David Desrosiers

Durante os bastidores do show do Simple Plan em Barcelona, na Espanha, no dia 27 de Fevereiro, Jeff Stinco e David Desrosiers receberam um certificado do site Top 50 pela primeira posição alcançada no país com os singles “Jet Lag” e “Summer Paradise” do “Get Your Heart On!”.

Eles também realizaram uma entrevista onde falam sobre o novo disco, como foi morar juntos durante o processo de gravação, como é tocar na Espanha, entre outros assuntos. Assista abaixo:

Fotos e Vídeo: Bastidores de “Singing In the Rain”

O ET Canada entrevistou Pierre Bouvier e Chuck Comeau nos bastidores do clipe de “Singing In the Rain” onde eles falaram sobre quais as músicas que fizeram eles atingirem o sucesso, que estar em uma banda é como estar em uma família e o quanto é difícil e inspirador trabalhar agora que são pais. Pierre finaliza dizendo que suas filhas sempre pedem para ouvir as músicas dele ou do Justin Bieber.

Assista ao vídeo abaixo e aproveite para clicar nas miniaturas em seguida para acessar a nossa Galeria que conta com diversas fotos dos bastidores do clipe de “Singing In the Rain”.


Vídeo: Jackie Crash entrevista Chuck Comeau e Sebastien Lefebvre

Durante a passagem do Simple Plan pela República Tcheca, Chuck Comeau e Sebastien Lefebvre realizaram uma entrevista com Jackie Crash. Assista ao vídeo abaixo, confira os principais assuntos comentados, clique aqui para ver um vídeo da chamada para a entrevista e clique aqui para acessar o álbum em nossa Galeria.

» Chuck Comeau inicia dizendo que, independente da idade, as pessoas nunca dão créditos pelo que você faz. Todos acham que a banda iria terminar mas eles ainda estão ativos.

» Sebastien Lefebvre diz que seu primeiro disco foi “Smash” do The Offspring, mas que já tinha pego as fitas cassete de seu irmão do Guns N’ Roses e do Metallica. Chuck, comprou “To The Extreme” do Vanilla Ice, mas o que definiu seu gosto musical foi “American Jesus” do Bad Religion.

» O baterista fala o quanto ele esperava pelo lançamento de um disco quando era mais novo. Ele pedia para sua mãe comprar os lançamentos durante as terças-feiras, que é o dia em que os discos são lançados tradicionalmente, e, assim que ela chegava em casa, ele colocava a fita no rádio e ouvia enquanto folheava o encarte.

» Seb conta que o primeiro show que assistiu ao vivo foi da banda Reset de Chuck e Pierre. Para Comeau, o seu primeiro foi de Pearl Jam em Montreal.

» O personagem favorito de filmes de Seb é Han Solo do “Star Wars” e Marty McFly, do “De Volta para o Futuro”, para Chuck é o baterista do filme “The Wonders – O Sonho não Acabou”.

» Eles falam sobre o quanto gostam de fazer vídeos divertidos em que eles não se levam tão a sério e podem trazer um novo significado para as músicas.